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Aluno supera paralisia e faz monografia inovadora

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Um estudante do 6º semestre de Jornalismo do Centro Universitário Metodista IPA, em Porto Alegre (RS), superou as dificuldades causadas pela paralisia cerebral de que é portador desde o nascimento para produzir uma monografia de conclusão de curso de forma inédita. Eduardo Purper, 22 anos, inspirou-se em sua maior paixão, o futebol, para realizar um estudo totalmente gravado em áudio, que recebeu o título de “Análise Semiológica de Narrações de Futebol”.

A produção de uma espécie de documentário de rádio foi a maneira encontrada por “Dudu”, como é conhecido pelos colegas de turma, para ultrapassar as limitações de coordenação motora sem precisar que alguém escrevesse o material.

Na pesquisa, o estudante analisou os indícios de preferência nos comentários dos narradores esportivos das rádios Gaúcha e Guaíba por algum dos times da dupla Grêmio ou Internacional. Para Eduardo, a maior dificuldade foi desenvolver as teorias. “Foi complicado aliar o que analisei aos conceitos de teóricos, mas meu pai gravou em fitas o que eu anotava nos livros”, explicou.

O trabalho é todo produzido na voz do aluno e as citações bibliográficas são narradas pelo operador da rádio IPA, Leandro Nunes.

O estudante faz parte da primeira turma de Jornalismo do Centro Universitário Metodista e, de acordo com Lisiane Pereira, assessora do Serviço Social do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COEPDE), não existe registro de monografia similar no Estado.

Cristiano Nunes, gerente administrativo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, afirmou que “Dudu” será o primeiro jornalista com paralisia cerebral do Estado.

A professora orientadora do trabalho, Mariceia Benetti, informou que Eduardo sempre acreditou que conseguiria concluir o projeto e se empenhou muito para atingir o objetivo. “Mesmo com as limitações físicas ele nunca teve medo do desafio, foi excelente, pois cumpriu com todos os processos propostos e sempre ia além das expectativas”.

Futuro jornalista
A um passo de se tornar jornalista, Eduardo Purper aguarda ansioso pela avaliação da banca julgadora da universidade, que ocorrerá na próxima quinta-feira, às 15h, no estúdio de rádio da unidade central do IPA, localizada na Rua Joaquim Pedro Salgado, 80.

Segundo ele, a monografia é apenas mais um zagueiro a ser driblado. “Vejo esse como o maior obstáculo do curso até o momento, mas também creio que cresceremos muito com esse aprendizado”, completou.

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Museu celebra o verdadeiro precursor da web

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Em uma tarde enevoada de segunda-feira, a cidade medieval de Mons, na Bélgica, submersa na neblina, parece um lugar esquecido. Além da catedral gótica obrigatória, não há muito mais que ver por aqui, se excluirmos um pequeno museu chamado Mundaneum, que fica em uma rua estreita no canto nordeste da cidade. Ele parece ser uma casa isolada o bastante para abrigar o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.

Em 1934, Otlet delineou os planos iniciais para uma rede mundial de computadores (ou “telescópios elétricos”, como os designava), cujo objetivo seria permitir que as pessoas vasculhassem milhões de documentos, imagens e arquivos de som e vídeo interligados. Ele descreveu a maneira pela qual as pessoas usariam aparelhos para trocar mensagens, arquivos e até mesmo se unir em redes sociais online. Otlet designou a estrutura como “reseau”, literalmente rede, ou, concebivelmente, “web”, teia.

Os historiadores costumam traçar as origens da world wide web seguindo uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart e Ted Nelson. Mas mais de meio século antes que Tim Berners-Lee lançasse o primeiro browser, em 1991, Otlet descreveu um mundo interconectado no qual “qualquer pessoa, de sua cadeira, poderia contemplar toda a criação”.

Ainda que a proto-web de Otlet dependesse de uma colcha de retalhos de tecnologias analógicas como cartões de indexação e telégrafos, ainda assim ela antecipou a estrutura baseada em hiperlinks da web contemporânea.

“Era como que uma versão steampunk do hipertexto”, disse Kevin Kelly, ex-editor da revista Wired, que está escrevendo um livro sobre o futuro da tecnologia.

A visão de Otlet tinha por base a idéia de uma máquina operando em rede e integrando documentos por meio links simbólicos. Embora o conceito possa parecer evidente hoje, em 1934 representava uma grande inovação intelectual. “O hiperlink é uma das invenções mais subestimadas do século passado”, disse Kelly. “Mas um dia estará em companhia do rádio no panteão das grandes invenções”.

Hoje, Otlet e seu trabalho estão em larga medida esquecidos, mesmo em sua Bélgica natal. Ainda que Otlet tenha desfrutado de fama considerável durante a vida, seu legado caiu vítima de uma série de infortúnios históricos - não o menor dos quais foi a invasão da Bélgica pelos nazistas, que resultou na destruição de grande parte daquilo em que ele trabalhou durante toda sua vida.

Mas nos últimos anos um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a reputação de Otlet, publicando alguns de seus textos e arrecadando dinheiro para estabelecer seu museu e arquivo, em Mons.

Enquanto o museu Mundaneum se preparava para comemorar seu 10° aniversário, na quinta-feira, os curadores planejavam colocar parte de sua coleção na web moderna. O evento será não só uma confirmação póstuma das idéias de Otlet mas representará uma oportunidade para que sua posição na história da Internet seja reavaliada. O Mundaneum representa apenas uma curiosidade histórica, uma estrada que não foi percorrida? Ou a visão de seu criador pode ajudar a compreender a web tal qual a conhecemos hoje?

Ainda que Otlet tenha passado toda sua vida de trabalho na era anterior aos computadores, ele tinha notável senso de antecipação quanto às possibilidades da mídia eletrônica. Paradoxalmente, a visão dele sobre um futuro sem papel nasceu de um fascínio que durou toda sua vida pelos livros.

Otlet, nascido em 1868, só começou a freqüentar a escola aos 12 anos de idade. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos; seu pai era um empresário de sucesso que fez fortuna vendendo bondes em todo o mundo. O pai preferiu não matricular Otlet na escola devido à convicção de que o estudo poderia sufocar o talento natural da criança. Deixado em casa com seus tutores e poucos amigos, Otlet levava uma vida solitária e dedicada aos livros.

Quando ele por fim começou a estudar, sua primeira atitude foi procurar a biblioteca. “Eu me trancava na biblioteca e vasculhava o catálogo, que para mim era miraculoso”, ele escreveu mais tarde.

Pouco depois de começar a estudar, ele se tornou bibliotecário da escola. Nos anos seguintes, Otlet jamais deixava a biblioteca. Ainda que seu pai o tenha pressionado a estudar Direito, ele logo deixou de lado a advocacia e retornou ao seu amor primeiro, os livros.

Em 1895, Otlet conheceu um espírito irmão, Henri LaFontaine, futuro ganhador do prêmio Nobel, que se uniu a ele na criação de uma bibliografia central contendo todo o conhecimento em forma de livro existente no mundo.

Mesmo em 1895, o projeto parecia indicar uma imensa arrogância intelectual. Os dois homens decidiram que coligiriam dados sobre todos os livros que já tivessem sido publicados, bem como uma vasta coleção de artigos de jornal, fotografias, cartazes e todos os tipos de objetos efêmeros - como panfletos - que as bibliotecas formais costumavam ignorar. Usando cartões de índice (então a mais avançada forma de armazenar informações), eles criaram um imenso banco de dados em papel contendo mais de 12 milhões de verbetes.

Otlet e LaFontaine conseguiram enfim convencer o governo belga a apoiar o projeto, propondo construir uma “cidade do conhecimento” que reforçaria a campanha do governo para fazer do país a sede da Liga das Nações. O governo lhes concedeu espaço em um edifício público, e Otlet expandiu suas operações. Contratou mais funcionários, e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que permitia que qualquer pessoa do mundo fizesse uma pergunta por telegrama ou correio - uma espécie de serviço de busca analógico. Surgiram perguntas vindas de todo o mundo, mais de 1,5 mil ao ano, sobre tópicos tão diversos quanto os bumerangues e as finanças da Bulgária.

À medida que o Mundaneum evoluía, o volume de papel começou a se tornar grande demais. Otlet decidiu desenvolver idéias para novas tecnologias que ajudassem a administrar a sobrecarga de informações. Em determinado momento, ele propôs uma espécie de computador de papel, com rodas e eixos, que moveria documentos pela superfície de uma mesa. Mas ele acabou por decidir que a solução definitiva tinha de envolver o abandono completo do papel.

Porque não existiam aparelhos de armazenagem eletrônica de dados nos anos 20, Otlet teve de inventá-los. Começou a escrever longamente sobre a possibilidade da armazenagem eletrônica de dados, o que culminou em um livro lançado em 1934, Monde, no qual ele expunha sua visão sobre um “cérebro mecânico coletivo” que abrigaria todas as informações do mundo, a qual estaria facilmente disponível por intermédio de uma rede mundial de telecomunicações.

Tragicamente, no momento em que a visão de Otlet começava a se cristalizar, o Mundaneum começou a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1934, o governo belga perdeu o interesse pelo projeto, quando a Liga das Nações escolheu a Suíça como sede. Otlet transferiu sua empreitada a um espaço menor, e devido às dificuldades financeiras teve de fechá-la ao público.

Alguns funcionários continuaram trabalhando no projeto, mas o sonho acabou quando os nazistas invadiram a Bélgica, em 1940. Os alemães removeram todo o conteúdo do local original do Mundaneum para abrir espaço a uma exposição sobre a arte do Terceiro Reich, e destruíram milhares de caixas com os cartões de índice. Otlet morreu em 1944, um homem derrotado e que não demoraria a ser esquecido.

Depois de sua morte, o que sobreviveu do Mundaneum original foi abandonado no velho edifício do departamento de anatomia na Universidade Livre de Parc Leopold, até 1968, quando um jovem estudante de pós-graduação chamado W. Boyd Rayward encontrou informações sobre a vida de Otlet. Depois de ler alguns dos trabalhos do inventor, ele visitou o escritório abandonado do projeto, em Bruxelas, onde descobriu uma sala com jeito de mausoléu, lotada de livros e montes de papéis cobertos por teias de aranha.

Rayward ajudou a promover uma retomada do interesse pelo trabalho de Otlet, um momento que terminou por gerar interesse suficiente para resultar no museu Mundaneum, em Mons.

Hoje, o novo Mundaneum apresenta traços instigantes da web que poderia ter surgido. Longas fileiras de gavetas estão ocupadas por milhões dos cartões de índice criados por Otlet, e mostram o caminho para um arquivo repleto de livros, cartazes, fotos, recortes de jornal e todo tipo de artefato. Uma equipe de arquivistas trabalhando em tempo integral conseguiu até o momento catalogar menos de 10% da coleção.

A imensidão do arquivo revela tanto as possibilidades quanto as limitações da visão de Otlet tal qual ele a concebeu. O inventor imaginava uma série de arquivistas profissionais analisando todas as informações que chegassem e catalogando-as, uma filosofia que contraria a hierarquia da web moderna, onde tudo funciona de baixo para cima.

“Creio que Otlet teria se sentido perdido diante da Internet”, diz François Lévie, sua biógrafa. Mesmo com um pequeno exército de bibliotecários profissionais, o Mundaneum original jamais teria acomodado o imenso volume de informação disponível hoje na web. “Não creio que o projeto dele pudesse crescer”, diz Rayward. “Nem mesmo em escala suficiente para atender à demanda do mundo de papel em que ele vivia”.

Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto proposta por Otlet tinha vantagens importante sobre a web atual. Enquanto os links atuais da web servem como uma espécie de conexão muda entre documentos, Otlet imaginava conexões que portariam significado, por exemplo na forma de anotações que informariam se determinados documentos concordavam ou discordavam. Essa facilidade falta notoriamente aos hiperlinks modernos.

Otlet também antecipou as possibilidades das redes sociais, de permitir que os usuários “participem, aplaudam, ovacionem, cantem em coro”.

Embora ele muito provavelmente devesse terminar perplexo diante do ambiente do Facebook e do MySpace, Otlet anteviu alguns dos aspectos mais produtivos das redes sociais - a capacidade de trocar mensagens, participar de discussões e trabalhar em uníssono para a coleta e organização de documentos.

Alguns estudiosos acreditam que Otlet tenha antecipado algo como a web semântica, a estrutura emergente de computação baseada em assunto, que vem ganhando ímpeto entre cientistas do ramo como Berners-Lee. Como a web semântica, o Mundaneum aspirava não somente a criar links estáticos entre documentos mas a mapear relações conceituais entre fatos e idéias. “A web semântica tem algo de Otlet”, diz Michael Buckland, professor da Escola de Informação na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Os curadores do atual Mundaneum esperam que o museu evite o destino de seu predecessor. Ainda que ele venha conseguindo garantir verbas, não atrai tantos visitantes.

“O problema é que pouca gente conhece a glória do Mundaneum, diz Stéphanie Manfroid, a diretora de arquivos da instituição. “As pessoas não se entusiasmam ao ver um arquivo”.

Tentando ampliar seu apelo, o museu organiza exposições regulares de cartazes, fotografias e arte contemporânea. Mas embora apenas alguns turistas aparecem para visitar o pequeno museu em Mons, a cidade pode em breve encontrar seu espaço no mapa da história tecnológica. Este ano, um novo morador planeja abrir um centro de dados bem perto da cidade. Seu nome é Google.

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EUA: revista lista “seis milagres cirúrgicos”

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A revista americana Newsweek elaborou uma lista dos “seis mais estranhos milagres na história moderna” das cirurgias médicas. No topo da lista está a remoção de metade do cérebro de uma menina de seis anos para fazer cessar ataques de epilepsia devastadores, realizada na semana passada no Texas.

No último dia 11 de junho, Jessie Hall foi operada pelo neurocirurgião Ben Carson no Centro Infantil John Hopkins, em Baltimore. O procedimento, embora drástico, foi considerado o melhor tratamento para Jessie, que sofre de encefalopatia de Rasmussen, também conhecida como síndrome ou doença de Rasmussen. Trata-se de uma desordem do sistema nervoso central extremamente rara e progressiva, caracterizada por convulsões e deterioração mental.

Os médicos não sabem exatamente como, mas a metade do cérebro restante, em tais casos, geralmente assume várias funções da metade retirada. Segundo a Newsweek, o hospital realiza somente em torno de uma dúzia de cirurgias como essa por ano.

A segunda cirurgia listada é um procedimento que durou quatro dias. De 4 a 8 de fevereiro de 1951, Gertrude Levandowski, da cidade de Burnips, Michigan, foi submetida a uma cirurgia de 96 horas em um hospital de Chicago para remover um cisto gigante de ovário.

A mulher de 58 anos pesava 279 kg antes da cirurgia e 139 kg após o procedimento. Durante a operação, os médicos drenaram o cisto, para prevenir uma queda de pressão. Em quatro dias, foram retirados 90 kg de fluidos de seu corpo. O cisto pesava 68 kg quando removido.

Em terceiro lugar, está a cirurgia realizada em Leah, quando esta ainda estava no útero de da mãe, Kylie Bowlen, na 22ª semana de gestação. Médicos de um hospital de Melbourne, na Austrália, operaram o feto para solucionar um problema na gravidez. Leah, que agora tem boas chances de andar, sofria de uma doença rara chamada síndrome da banda amniótica, que faz com que faixas de tecido cresçam ao redor dos membros, provocando deformações.

Um cirurgião que operou a si mesmo, em 1921, está em quarto lugar na relação. Evan O’Neill Kane, da cidade de Kane, na Pensivalnia, quis provar que o éter, principal anestesia geral à época, era excessivamente utilizado em procedimentos menos perigosos. Para isso, removeu seu próprio apêndice apenas com anestesia local, com assistência de outros três médicos. Em 1932, aos 70 anos de idade, Kane ainda operou uma hérnia inguinal em si mesmo.

No quinto lugar da lista, está uma cirurgia realizada em Paris em janeiro de 2007, em um paciente que sofria de tumores desfigurativos. Pascal Coler havia passado por diversas operações para reduzir tumores causados por uma desordem chamada neurofibromatose, mas mal conseguia comer. Em uma cirurgia plástica de 16 horas, médicos substituíram quase todo o seu rosto, incluindo lábios, bochechas, nariz e boca. Coler teve uma boa recuperação.

Completa o rol da revista um bebê que foi quase totalmente retirado do útero da mãe para ser operado e, depois, foi recolocado no órgão. O bebê tinha um tumor não-cancerígeno nascendo em seu cóccix, que estava sugando seu sangue. O procedimento foi realizado em Houston e o bebê nasceu saudável, 10 semanas depois.

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Sexta-feira, 16h30, aqui no escritório…

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Quem usa drogas está na mão dos outros

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Você quer ver uma baleia-azul?

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Clique aqui.

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Linux Mint 5.0 Elyssa

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O descendente mais famoso do Ubuntu e neto do Debian, conhecido por ser um Ubuntu verde e recheado, saiu numa nova versão. Para quem não sabe o Mint trás de origem Codecs e Drivers proprietários de maneira a que não falte nada aos utilizadores.


Desta vez vou saltar a frente a instalação por muitas razões, primeiro podem instala-lo com o WUBI, e segundo já o fiz com a versão anterior Mint 4.0 Darwina e Ubuntu Hardy Heron,portanto desenrasquem-se que não é nada difícil de fazer.

Este é a área de trabalho do Linux Mint 5.0, modificada como já é habito.
Hoje aproveito também para demonstrar uma das coisas boas do Linux, nomeadamente, o facto de o sistema se adaptar as nossas necessidades e não sermos nós a adaptarmos-nos ao sistema, obviamente convém conhecermos alguns programas. Estão prontos? Prontos ou não vamos a isto.

Uma das coisas que gosto muito no Mint, e que felizmente se mantém, é o Menu do GNOME. Original e funcional é do que este menu se trata.

Gráficos

Na categoria dos Gráficos temos o GIMP e o OpenOffice Draw, se bem que não concordo que o OpenOffice Draw se coloque nesta categoria.

O programa do screenshot acima é o GIMP, e literalmente não necessita de apresentações, é simplesmente o melhor editor de imagem Livre.

Contudo, só dois programas não é muito, podemos sentir a necessidade de utilizar um programa para visualziar imagens, isto resolve-se com o
comando:

sudo apt-get install f-spot

Depois de instalado temos a janela acima, é o melhor programa de gestão de imagens que existe para GNOME, além de fácil e prático, gere grandes bibliotecas de imagem sem problemas, além de ser divertido.

Internet

Nesta categoria temos o Mozilla Firefox, o Mozilla Thunderbird - não compreendo muito bem a inclusão dele, pois se usarmos GNOME é melhor usar o Evolution, creio que seja para facilitar a migração de Windows para Linux. Podemos encontrar também o Transmission - programa para download de BitTorrents. Pidgin - programa de Messagens Instantaneas ao estilo MSN Messenger, se bem que mais poderoso. Por fim temos o X-Chat - Cliente IRC.

Quem é que não coonhece o Firefox? Esta é a versão 3 ainda não é a versão final, mas já é incluida, quando a versão 3.0 finalmente sair deverá ser incorporado nas actualizações.

Já disse que iria modificar o sistema? Por exemplo para desinstalar um programa no Mint Elyssa basta ir ao Menu, e clicar com o botão direito no programa que queremos desinstalar e clicar em “desinstalar”. Isto simplifica imenso a tarefa. No meu caso vou desinstalar todos os programas incluídos na categoria da Internet.

Para substituir todos esses programas uso o Opera, não é Software Livre/Aberto, mas como o Linux Mint já não vem “virgem”, não faz mal. Como podem ver instalei o Opera 9.5 a ultima versão, escusam de usar o comando “apt-get” pois não creio que esteja nos repositórios, por isso se o querem instalar vão ao site do Opera e instalam a versão para Ubuntu 8.04.

Podem também ver que finalmente o Flash Player corre no Opera, na nova versão do Opera isto já não dá problemas. O Opera, permite gerir correio, contas de IRC, download de BitTorrents e claro navegar na Internet.

Produtividade

Aqui temos o OpenOffice diga-se de passagem o melhor “Office” que se pode arranjar.

Podem ver o OpenOffice Impress, que funciona como o MS PowerPoint, também existe editor de texto, folhas de cálculo e desenho vectorial.

Som & Vídeo

Na área multimédia, temos o Brasero, Rhythmbox, Totem e MPlayer.

Já referi as capacidade do Brasero digamos que é o mais prático e fácil programa de gravação que existe para GNOME.

O Rhythmbox é incluído em todas as distribuições de Linux que usam GNOME, com excepção do OpenSuSE, pessoalmente não gosto muito, por isso soluciono o “problema” com o comando:

sudo apt-get install banshee

O Banshee é mais simples, e as funções deste vêm mais em conta as minhas necessidades, por isso aproveito para desinstalar o Rhythmbox.

Constumo usar o MPlayer no KDE, debaixo do KPlayer, por isso não me parece que o vá utilizar, além de não ter conseguido usa-lo para ver o DVD do “O Padrinho III”. Por isso aproveito para desinstala-lo.

Podem instalar o VLC, mas no que me toca quando não é Fedora, prefiro o Totem, e neste caso o já referido DVD dá sem problemas.

Como no Ubuntu podem verificar se usam Drivers proprietários, no meu caso, sou um felizardo que não precisa dessas coisas do lado negro como podem ver na imagem acima, logo podia usar o Mint Light sem problemas, teria que instalar posteriormente os Codecs.

No Mint existe também uma espécie de um painel de controlo, se bem que é uma excelente coisa que existe nele. Contudo prefiro o do OpenSuSE - YaST - ou o do Mandriva - MCC.

Veredicto: Tem algumas pequenas novidades em relação a versão anterior, infelizmente não está tão estável quando eu desejaria, mas já vi pior, com também muito melhor, mesmo assim não haverá problemas nenhuns para uma utilização relativamente pouco intensiva.

Como acontecia na versão anterior é extremamente prático, direi mesmo o Linux grátis mais prático de todos.

Para quem não precisa de drives proprietários pode sempre usar a versão Light que é empacotada só com Software Livre/Aberto.

Avaliação: 4/5

NOTA1: Tenham atenção nos servidores de Download, pois o Mint é uma distribuição largamente utilizada e como tem poucos servidores oficiais, não se admirem se os downloads ficarem lentos.

NOTA2: Este artigo foi elaborado por Miguel Guerreiro para o Peopleware.

Licença: GNU
Sistemas Operativos: Linux
Download [Main]: Linux Mint 5.0 Elyssa [690.85MB]
Download [Light]: Linux Mint 5.0 Elyssa [637.49MB]
Homepage: Linux Mint

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

Fonte

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Lançamento: O Livro Oficial do Ubuntu 2a. Edição (em Português)

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É com imenso prazer que venho anunciar o lançamento dO Livro Oficial do Ubuntu 2a Edição em Português do Brasil pela editora Artmed/Bookman.

Capa O Livro Oficial do Ubuntu

Nota Sobre a Edição Brasileira

É com muito prazer que lhes entrego hoje a versão em Português do The Official Ubuntu Book, aqui transformado em O Livro Oficial do Ubuntu. Este livro tem o intuito de servir como referência básica e fundamental para o mundo do Ubuntu Linux. Ele é sem dúvidas uma bela introdução ao fabuloso universo deste sistema operacional escrito por quem está por dentro do projeto e esta tradução foi concebida como um esforço para criar uma representação fiel para sanar a demanda causada pela repercussão do Ubuntu no Brasil nos últimos anos e que será expandida nos próximos.


Sobre a Tradução

Esta edição do Livro Oficial do Ubuntu foi baseada na segunda edição do Official Ubuntu Book, escrito por Benjamin Mako Hill, Jono Bacon, Ivan Krstic, David J. Murphy, Jonathan Jesse, Peter Savage e Corey Burger.

A tradução foi mantida o mais próximo possível da versão original do livro, salvo as adaptações mencionadas abaixo. Algumas poucas notas de tradução foram necessárias para dar sentido à termos, palavras e frases estrangeiras.

Sobre a Adaptação
Por opção do tradutor e fazendo uso das liberdades a ele concedidas, algumas adaptações foram feitas nesta edição para garantir maior abrangência, compatibilidade e entendimento da obra.

Como por exemplo, a segunda edição do Official Ubuntu Book, na qual esta tradução é baseada, é voltada essencialmente para as versões  6.06 LTS e 7.04 do Ubuntu. Enquanto esta tradução era escrita, a versão 8.04 LTS já estava em desenvolvimento, sendo assim o tradutor optou por tentar adaptar o conteúdo para ser compatível com as versões 6.06 LTS e 8.04 LTS, já que ambas terão longo tempo de suporte (três anos para desktops e cinco anos para servidores), o que torna o livro usável por um maior período de tempo e compatível com todas as versões lançadas entre estes dois principais lançamentos. Já que o desenvolvimento do Ubuntu pode vir a causar alterações para melhoria da interface e usabilidade, algumas diferenças poderão ainda ser observadas, mas estas serão provavelmente superficiais, não invalidando o propósito do livro nem tampouco tornando a experiência menos prazerosa.

Além de aumentar a abrangência, foi também adicionado um capítulo inteiro chamado O Ubuntu no Brasil (Capítulo 11), que visa dar uma visão geral sobre a organização da comunidade brasileira, seu papel, os sub-grupos, como colaborar e como obter suporte. Este capítulo foi escrito por ser considerado fundamental devido ao crescente uso e procura do Ubuntu no Brasil e também à crescente força que a comunidade brasileira tem demonstrado na colaboração com o projeto e com os outros usuários.

Agradecimentos
Meus agradecimentos especiais vão a Rafael Sfair e Og Maciel, que foram de grande ajuda na revisão do texto, correção e consultoria durante grande parte do processo de tradução, sem os quais esta obra não teria alcançado a qualidade textual necessária para a publicação. Apesar das outras responsabilidades que disputavam seu tempo, se dedicaram com afinco visando a qualidade final da obra.

Agradeço também a fantástica comunidade Ubuntu e sua filosofia inspiradora que motivou a tradução deste livro, sendo ele inteiramente dedicado à ela.

Sobre o Tradutor
Rafael Proença  é brasileiro natural de Curitiba, membro oficial do projeto Ubuntu e atualmente é também membro do Conselho Ubuntu Brasil. Envolvido com a documentação do sistema em português através do Time de Documentação Ubuntu-BR e durante muito tempo colaborou com a tradução do sistema para o Português do Brasil.

Dentre outras atividades relacionadas ao Ubuntu e Software Livre, pode-se citar o desenvolvimento da ferramenta APTonCD, escrita em Python em conjunto com Laudeci Oliveira, Rafael Proença é também o mantenedor do website Ubuntu-BR (http://www.ubuntu-br.org), onde é reunido grande parte dos recursos da comunidade e é também colunista no Planeta Ubuntu-BR (http://planeta.ubuntu-br.org).

Esporadicamente escreve sobre Ubuntu, Linux, Código Aberto, comunidade, documentação, desenvolvimento e assuntos aleatórios em seu blog pessoal http://www.cypherbios.org/blog.
Para entrar em contato envie e-mail para cypherbios@ubuntu.com

Sobre os Revisores
Rafael Sfair  é brasileiro natural de Curitiba, tem mestrado em Física e utiliza o Ubuntu para estudar a dinâmica dos anéis de Saturno e Urano.

Membro oficial do projeto Ubuntu e do Time de Documentação do Ubuntu-BR, está envolvido desde 2005 com a comunidade. Iniciou como colaborador do Time de Tradução e agora concentra suas atividades na criação e manutenção de documentação no wiki (http://wiki.ubuntu-br.org). Também é responsável pela documentação da ferramenta APTonCD, é autor no Planeta Ubuntu-BR e escreve sobre Linux e Astronomia no seu blog (http://www.sfair.org/blog)

Og Maciel  é Brasileiro naturalizado Norte-Americano, residente de Chapel Hill na Carolina do Norte. Formado em Engenharia Genética e com vários certificados em programação, hoje trabalha como Engenheiro de Software com Python na rPath (http://www.rpath.com).

Membro oficial do projeto Ubuntu e ex-líder do Time de Tradução do Ubuntu-BR, está envolvido desde 2005 com a comunidade. Iniciou como colaborador do Time de Tradução, passando então a trabalhar com as equipes do GNOME, XFCE e Openbox. Hoje passa seus dias traduzindo software livre, trabalhando em seu projeto pessoal (http://billreminder.gnulinuxbrasil.org) e brincando com suas duas filhas, Yv de 6 anos e Kate de 1 ano (todas usuárias de GNU/Linux). Às vezes arrisca escrever seus pensamentos e idéias em seu blog pessoal (http://blog.ogmaciel.com).

Considerações Finais
Esta tradução é resultado de um prazeroso trabalho que teve início com a necessidade de material consistente e confiável sobre o assunto nas prateleiras das livrarias brasileiras. Sua motivação foi inspirada na comunidade Ubuntu, para a qual eu dedico este trabalho.

Espero que apreciem a leitura deste livro e tudo o que maravilhoso mundo Ubuntu tem a oferecer, assim como eu apreciei fazer esta tradução e mergulhar de cabeça nesta comunidade.

O Livro já está disponível à venda através do site da editora. Nos próximos dias estará chegando em uma livraria perto de você, pergunte pelo “Livro do Ubuntu” e não haverá erro ;)

Este livro foi publicado sob uma licença Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5.

Abaixo segue uma visão geral do conteúdo do que você encontrará nos 11 recheados capítulos do livro:

Capítulo 1
Introdução ao Ubuntu

Uma corrida maluca
Software livre, código aberto e GNU/Linux
Software livre e GNU
Linux
Código aberto
Uma breve história do Ubuntu
Mark Shuttleworth
Os Warthogs
O que significa Ubuntu?
Criando a Canonical
O que é o Ubuntu?
O que é uma distribuição?
Um ecossistema de distribuições
O projeto Debian e o universo do software livre
A comunidade Ubuntu
Metas e compromissos do Ubuntu
Metas filosóficas
Código de Conduta
Metas técnicas
Bug número 1
A Canonical e a Fundação Ubuntu
A Canonical Ltda.
Serviços e suporte da Canonical
Bazaar and Launchpad
A Fundação Ubuntu
Subprojetos e derivados do Ubuntu
Resumo

Capítulo 2
Instalando o Ubuntu

Escolhendo sua versão do Ubuntu
Outras derivações do Ubuntu
Ainda assim é Ubuntu?
Obtendo o Ubuntu
Gravando o CD
Instalando com o CD desktop
Idioma
Localidade
Configurando seu teclado
Espaço em disco
Migração
Identificação
Finalizando
Instalando com o CD Alternate
Escolhendo seu posicionamento global
Definindo o nome da máquina
Criando partições
Configurando um usuário
Finalizando
Resumo

Capítulo 3
Usando o Ubuntu no Desktop

Fazendo um tour pela sua área de trabalho
Iniciando programas e encontrando arquivos
Encontrando seus arquivos e pastas
Configurando seu sistema
Ícones de atalho
Miniaplicativos
A área de notificação
O relógio
A barra de tarefas
Desligando o seu computador e encerrando a sessão
Usando seus programas
Navegando na Internet com o Firefox
Criando documentos com o OpenOffice.org
Gerenciando seu email e sua agenda com o Evolution
Criando e editando imagens com o GIMP
Usando o Pidgin para se comunicar
Voz sobre IP (VoIP) com o Ekiga
Explorando os programas do Ubuntu
Seletor de arquivos e marcadores
Ubuntu no seu idioma
Personalizando a aparência do Ubuntu
Alterando o plano de fundo
Alterando o tema
Configurando uma proteção de tela
Gerenciando seus arquivos
Como o Linux armazena e organiza os arquivos
Selecionando, copiando e movendo arquivos e pastas
Utilizando o painel lateral
Utilizando os emblemas
Multimídia
Instalando Codecs
Ouvindo músicas
Tocando e extraindo CDs
Assistindo a vídeos
Resumo

Capítulo 4
Uso e Gerenciamento Avançado do Ubuntu

Adicionar e remover programas e pacotes
Usando a ferramenta adicionar/remover aplicações
Terminologia
Instalando com o Synaptic
Mantendo seu computador atualizado
Instalando atualizações
Sabendo o que foi atualizado
Checando atualizações com o Synaptic
Migrando para a próxima versão do Ubuntu
Fazendo a atualização
Usando e abusando dos dispositivos e mídias
Utilizando pendrives
Gravando CDs
Utilizando disquetes
Utilizando câmeras digitais
Configurando uma impressora
O utilitário de configuração de impressoras
Obtendo as informações necessárias
Instalando uma impressora local
Instalando uma impressora de rede
Acessar arquivos remotos através da interface gráfica
O terminal
Introdução à linha de comando
Trabalhando com o Windows
Executando aplicações
Usando arquivos em outras partições do Windows
Resumo

Capítulo 5
O Ubuntu Server

O que é o Ubuntu Server?
Instalando o Ubuntu Server
Alguns truques sobre o instalador
Particionando os discos
A história do RAID
Configurando o RAID
A história do LVM
Configurando o LVM
Está pronto – agora fique atento quanto ao root!
Gerenciamento de pacotes no Ubuntu
Os repositórios do Ubuntu
Fontes e repositórios do APT
DPKG
Instalando manualmente um pacote
apt-get e apt-cache
Atualizando para uma nova versão
aptitude
Dicas & truques
Mantendo a segurança do seu servidor
Administração de contas de usuários
Segurança do sistema de arquivos
Limitar recursos do sistema
Arquivos de log do sistema
Um pouco sobre segurança de redes
Últimas palavras sobre segurança
Resumo

Capítulo 6
Suporte e Problemas Comuns

Sistema
O Ubuntu não inicia!
O Ubuntu carrega mas fica reiniciando
O logo do Ubuntu aparece torto ou estranho durante a inicialização
Quando inicio meu computador vejo uma tela preta em vez da interface gráfica
Tentei abrir um documento do Word ou PowerPoint e as fontes estavam todas erradas
Quero instalar fontes TrueType de maneira rápida
Como instalo um pacote?
Como instalo outro ambiente gráfico?
Quero instalar um programa que não está no Synaptic
Quero ter uma cópia local dos repositórios do Ubuntu
O gerenciador de arquivos está muito lento – como posso deixá-lo mais rápido?
Não consigo ver as pastas e arquivos ocultos no gerenciador de arquivos
Como recupero algo que apaguei no gerenciador de arquivos?
Como posso testar um arquivo .iso?
Fiz o download de um arquivo Autopackage, mas não sei como executá-lo
Como compilo um programa?
A tela travou – o que eu faço?
Minha resolução de tela está errada
Como posso entrar automaticamente no sistema sem ter que colocar meu nome de usuário e senha?
Tentei atualizar meu sistema, mas obtive um erro
Estou ficando sem espaço em disco – Como posso liberar espaço?
Removi alguns arquivos mas não foi liberado nenhum espaço
Saiu uma nova versão do Ubuntu – Como eu a atualizo?
Aplicações
Quando eu clico no ícone para fechar a janela o programa não fecha
As notificações de atualização ficam aparecendo sempre, como desativo isto?
Estendendo o gerenciador de arquivos com a ajuda de scripts
Acessei um site com o Firefox e foi dito que está faltando o plug-in Flash
O Java não está instalado
Ouvi falar sobre essa ferramenta de busca – Como a instalo?
Meu email não funciona no Evolution
Multimídia
Eu baixei um arquivo mas o Ubuntu não o reproduz
Não consigo reproduzir DVDs
Ao assistir um DVD o filme fica “pulando” e “travando”
Quando inicio determinadas aplicações o Ubuntu diz que não tenho acesso ao /dev/dsp
Meu microfone não está funcionando
O som está distorcido
Como eu mudo o tema?
Como encontro e instalo novos temas e planos de fundo?
Como transformar meu computador em um media center com o MythTV?
Rede
Não consigo acessar minha rede local com fio
O Firefox diz que não consegue resolver um site
Como utilizo SSH para transferir arquivos pela rede?
Como eu uso uma aplicação gráfica remotamente através do SSH?
Minha placa de rede sem fio não está funcionando
Preciso usar WPA ou WPA-PSK no meu ponto de acesso (ap) sem fio
Hardware
O Ubuntu não detectou minha placa de som antiga
Meu adaptador PCMCIA não está sendo reconhecido
Eu conecto meu pendrive mas nada acontece
Copiei alguns arquivos do/para meu pendrive mas ao acessá-lo posteriormente os arquivos não estavam lá
Meu CD/DVD-ROM não está funcionando
Meu CD/DVD-ROM não está ejetando
Eu comprei um dispositivo mas ele não funciona no Ubuntu
Meu computador diz que está sem memória
Como posso copiar fotos do meu celular para meu computador usando Bluetooth?
Consigo ler arquivos de um dispositivo de armazenamento USB mas não consigo gravar
Ainda não consigo gravar no dispositivo!
Como eu formato um disco?
O que digito no teclado aparece diferente no computador
Meu mouse serial não está funcionando
A “rodinha” do meu mouse não funciona
Meu controle remoto não funciona
Como eu descubro se determinado hardware funciona no Ubuntu antes de comprá-lo?
Administração do sistema
Como faço para agendar tarefas para serem executadas automaticamente?
Como posso copiar arquivos de um computador para outro?
Sei que uma aplicação está disponível para o Ubuntu mas não consigo achá-la no Synaptic
Estou usando o Ubuntu em um computador antigo e gostaria de ter um sistema mais rápido
Reinstalei o Windows e agora o Ubuntu não inicia mais!
Como corrijo erros no meu disco após uma queda de energia?
O Ubuntu consome muito espaço em disco
Meu computador está muito lento – Como posso descobrir o que está causando isto?
Como posso aprender mais sobre as opções dos comandos?
Como habilito a conta de root?
Esqueci minha senha – O que faço agora?
Como acesso minha partição do Windows?
Como faço para adicionar novos usuários?
Outros
Executando outro sistema operacional no Ubuntu
Foi sugerido que eu relatasse um bug mas não sei como fazer
Como posso monitorar o clima?
Como eu faço “pão de Ubuntu”?
Como posso evitar dores nos dedos ao digitar?
Resumo

Capítulo 7
Usando o Kubuntu

Introdução ao Kubuntu
História do KDE
História do Kubuntu
Instalando o Kubuntu
Onde obter o Kubuntu
Posso mudar para o Kubuntu caso já tiver o Ubuntu instalado?
Instalando com o CD Desktop
A área de trabalho do Kubuntu
Desligar o computador e encerrar a sessão
Usando o sudo em vez da conta de root
Personalizando o Kubuntu
Personalizando a área de trabalho
Get Hot New Stuff
Personalizando miniaplicativos e o Kicker
Personalizando o menu K
Administração do sistema
Instalando novos pacotes
Gerenciando repositórios
Instalando um pacote
Atualizando o Kubuntu
Como manter o sistema atualizado
Configurações do sistema
Gerenciando arquivos no Kubuntu
Migração do Konqueror para o Dolphin
Extraindo CDs de áudio
Acessando partições Windows
Acessando dispositivos USB
Gerenciando suas músicas
Aplicações comuns
OpenOffice.org
Navegando na Internet com o Konqueror
Navegando na Internet com o Firefox
Gravando CDs – Áudio e dados
Mensagem instantânea
Kontact
Krita
IRC
Modo Kiosk
Explorando outras aplicações
Dicas & truques
Obtendo ajuda e contribuindo com a comunidade
Obtendo ajuda
Retribuindo à comunidade
Resumo

Capítulo 8
A Comunidade Ubuntu

Meios e recursos da comunidade
Listas de discussão
IRC
Fóruns
Wikis
The Fridge
Eventos e encontros de desenvolvedores
Conferências e encontros de usuários
Planet Ubuntu
Times, processos e governança da comunidade
Times
Times regionais (LoCoTeams)
MOTUs
O Conselho da Comunidade
O Quadro Técnico
O SABDFL
Ubunteros e Ubuntu Members
Como participar
Divulgação
Suporte
Idéias e opinião
Documentação
Artwork
Tradução e localização
Controle de Qualidade e bugs
Desenvolvimento e empacotamento
Resumo

Capítulo 9
Projetos Relacionados

Projetos parceiros
Kubuntu
Edubuntu
Xubuntu
Distribuições derivadas
Guadalinex
gNewSense
nUbuntu
Linspire e Freespire
Open CD
ImpiLinux
Launchpad
Soyuz
Rosetta
Malone
Blueprint
Answers
Outras funcionalidades
Bazaar
Resumo

Capítulo 10
Usando o Edubuntu

Introdução ao Edubuntu
História do Edubuntu
Onde obter o Edubuntu
O que é LTSP?
Como funciona o LTSP?
Detalhes técnicos do processo de inicialização
As vantagens do LTSP
Outros usos
Disponibilidade do LTSP no Ubuntu
Aplicações
Aplicações educacionais
Aplicações comuns
Instalando o Edubuntu
Verificando defeitos no CD
Escolhendo qual instalar
Instalando o Edubuntu a partir do CD Desktop
Instalando o Edubuntu a partir do CD Server
Instalando o ambiente LTSP no Ubuntu
Casos especiais
Gerenciando seu servidor Edubuntu
Atualizando o servidor
Instalando aplicações
Removendo aplicações
Alterando o endereço IP
Dispositivos locais através do LTSP
Som através do LTSP
Impressão através do LTSP
Utilizando outros ambientes gráficos no Edubuntu
Gerenciando suas estações Edubuntu
Atualizando o ambiente NFS dos clientes
Atualizando o kernel dos clientes
Controlando e gerenciando a área de trabalho dos usuários
Usando o Thin Client Manager
Gerenciando processos
Finalizando a sessão dos usuários
Enviando mensagens
Iniciando programas
Bloqueando a tela do usuário
O editor de bloqueios
Organizando os usuários em grupos
Plug-ins
Solução de problemas
O computador não está obtendo um endereço IP
O servidor NFS não está respondendo
O cliente VMWare trava durante a inicialização
Alguns agentes de inicialização Intel não funcionam
Obtendo ajuda e contribuindo com a comunidade
Obtendo ajuda
Contribuindo com a comunidade
Resumo

Capítulo 11
O Ubuntu no Brasil

O Ubuntu-BR
Função
Organização
Usuários
Times e grupos
Time de documentação
Time de tradução
Grupos Regionais
Outras equipes
Como obter ajuda e suporte
Documentação
Fórum
Listas de discussão
IRC
Suporte Pago/Comercial
Como participar
Documentação
Tradução
Divulgação
Suporte

APÊNDICE A
Seja Bem-Vindo à Linha de Comando

Iniciando o Terminal
Navegando pelo sistema de arquivos
Manipulando arquivos e pastas
Informações sobre o sistema
Manipulando arquivos de texto
Gerenciando usuários e grupos
Obtendo ajuda com a linha de comando
Procurando nos manuais
Usando expressões regulares
Executando múltiplos comandos
Executando na seqüência
Redirecionando a saída
Uso avançado da linha de comando

APÊNDICE B
Documentos Fundamentais do Ubuntu

Código de Conduta
Regras de Campo
Listas de discussão e fóruns
Filosofia do Ubuntu
Software Livre
Código Aberto
Componentes
Componente “Main”
Componente “Restricted”
Componente “Universe”
Componente “Multiverse”
Licenciamento
Categorias de software no Ubuntu
Política do componente Main
Política de licenciamento dos componentes “Main” e “Restricted”
Documentação, firmware e drivers
O Propósito do Componente “Restricted”
Software Instalado por Padrão

APÊNDICE C
Creative Commons Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5

Atribuição-Compartilhamento pela mesma Licença 2.5 Brasil
Licença
Nota referente ao Creative Commons

APÊNDICE D
Programas Equivalentes aos do Windows

No Ubuntu
Processamento de Texto
Planilha eletrônica
Apresentação
Banco de dados
Navegador Web
E-mail
Reprodutor de mídia
Edição de fotos
Mensagem instantânea
VoIP
Aplicações adicionais
Escritório e finanças
Desenho e modelagem
Jogos e entretenimento educativo

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Ubuntu 8.04.1 LTS (Hardy Heron)

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Cansado de instalar o Ubuntu 8.04 LTS, e na hora de atualizá-lo percebe que tem mais de 250MB para fazer como Kernel, versões do Gnome, OpenOffice, Firefox entre outros que até davam alguns bugs no sistema por causa destas atualizações.

Pois agora os problemas acabaram, porque esta disponível a versão 8.04.1 para baixá-lo com as últimas atualizações do dia já incluso.

Quem quiser fazer o download do Ubuntu 8.04.1 LTS só clicar nuns dos links abaixo:

Ubuntu 8.04.1 LTS (LiveCD)

http://cdimage.ubuntu.com/hardy/daily-live

Ubuntu 8.04.1 LTS (Alternate)

http://cdimage.ubuntu.com/hardy/daily

Fonte

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