Bug no OpenOffice: hora do upgrade

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Uma falha na suíte OpenOffice.org permite a execução remota de código na máquina vulnerável. O problema as versões de 2.0 a 2.4.

O erro se manifesta num estouro de memória durante a manipulação de alguns arquivos. A brecha pode ser utilizada para invadir o micro do usuário. Segundo o Projeto OpenOffice.org, não há notícia de que a falha tenha sido explorada.

A solução consiste em atualizar a suíte para a versão 2.4.1. Usuários das versões de 2.0 a 2.4, inclusive, devem fazer o upgrade.

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Alan Fonteles, exemplo de determinação

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Aos 15 anos, Alan Fonteles supera as dificuldades para treinar atletismo e vira exemplo para a família. Ele perdeu as pernas ainda bebê, por causa de uma infecção.

Alan Fonteles, jovem velocista brasileiro de 15 anos, realizou seu sonho e garantiu vaga nas Paraolimpíadas de Pequim. Ele corre com duas próteses no lugar das pernas, que foram amputadas.

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O mapa da OBESIDADE

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Pesquisa revela por que o problema do excesso de peso cresce no Brasil

CILENE PEREIRA

Uma pesquisa que acaba de ser concluída pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica revelou um panorama preocupante no que diz respeito à obesidade no Brasil. A primeira constatação é a de que o número de pessoas acima do peso é grande demais. Segundo o trabalho - feito a partir de 4.223 entrevistas -, há no País cerca de 63 milhões de pessoas com sobrepeso, outros 15 milhões com obesidade leve e quase quatro milhões com obesidade mórbida. Esta última categoria é formada por indivíduos cujo Índice de Massa Corporal - medido pela divisão do peso pela altura ao quadrado - é maior do que 40. Eles são os mais vulneráveis aos males associados ao excesso de gordura, como infarto e diabete.

Outro fator que alertou os especialistas é a tendência de aumento da obesidade no País. A constatação está baseada em resultados que apontam um comportamento inadequado da população em relação ao problema. Foi surpreendente, por exemplo, a informação de que a principal atividade considerada de lazer dos brasileiros foi ir à padaria. Nada menos do que 66% dos entrevistados apontaram o hábito como o preferido. Apenas 7% contaram ir a teatros e 17% a cinemas. Outros costumes, como fazer as refeições em frente da televisão e consumir muita fritura, também apareceram no trabalho. E esses hábitos se revelaram mais arraigados entre os indivíduos acima do peso.

Os responsáveis pela pesquisa esperam que as informações sirvam de base para a preparação de campanhas cujo foco seja a mudança de hábitos. “Pelo que vimos, há vários fatores pequenos e cotidianos que contribuem para o crescimento da obesidade no Brasil. Mudálos é uma forma de virar esse quadro”, afirma o cirurgião Martinho Rolfsen, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e integrante da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.

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Agente 86 de cara nova

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Renovado pela tecnologia atual, o antigo seriado Agente 86 chega agora ao cinema e se mantém como uma engraçada comédia de espionagem

IVAN CLAUDIO

Ao velho truque do seriado cult, feito no passado com os recursos cinematográficos que se tinha à época e refeito no presente com os avanços tecnológicos atuais, dá-se nova roupagem, mas mantêm- se a estrutura das histórias e as características dos personagens. É assim que na sexta-feira 20 chega simultaneamente aos cinemas de diversos países o filme Agente 86, originado no seriado televisivo homônimo que foi um estrondo de sucesso há quase meio século. O atrapalhado e muito engraçado agente Maxwell Smart era então interpretado pelo ator Don Adams. O filme, agora, é estrelado por Steve Carell, perfeito no papel. A produção custou à Warner cerca de US$ 80 milhões e, de olho no público jovem para o qual Maxwell talvez não passe de uma marca de pilhas, o diretor Peter Segal resolveu ser didático e apresentou o personagem em sua primeira história dos tempos de seriado.

AGENTE 86 O ator Steve Carell (à dir.) repete poucos gestos de Don Adams (pág. ao lado)

Mero preparador de relatórios da agência americana de investigaçõeschamada Controle (espécie de CIA e FBI de quinta categoria) que luta contra a organização criminosa internacional Kaos, o estabanado mas carismático Maxwell Smart sonha em ser agente secreto e essa oportunidade surge quando a sede da Controle sofre um ataque. Como todos os espiões da casa tiveram a identidade revelada, menos ele e a sua bela companheira, a Agente 99 (Anne Hathaway), ambos são enviados para uma missão na Rússia. Num enredo que se propõe atual, a luta contra a ameaça terrorista ficaria mais convincente se esse destino fosse, por exemplo, o Paquistão. Mas para preservar o charme e as piadas originais, típicas da época da Guerra Fria, preferiu-se manter a Rússia, assim como também se manteve o mais popular vilão da série, Siegfried (interpretado por Terence Stamp), um ex-nazista que ameaça municiar todos os “ditadores instáveis” do planeta com potentes armas nucleares.

Esse pano de fundo é uma bobagem - como era também na série televisiva criada por Buck Henry e Mel Brooks, que sempre sacrificou os fatos em favor da boa piada. E as piadas são, claro, o melhor do filme. Uma das boas acontece quando o Agente 86 e a Agente 99 têm de passar por um corredor atravessado por raios laser sem esbarrar em nenhum deles. Primeiro, é a sensual 99 quem vence os obstáculos, numa sucessão de poses de stripper.

Na seqüência, 86 faz o mesmo, sempre buscando a aprovação da colega mais experiente. Éuma seqüência impagável. Outra no mesmo estilo passa-se num avião, quando os dois espiões estão na mira de um brutamontes a serviço da Kaos. 86, que fora algemado por ser suspeito de terrorismo, tenta se livrar utilizando seus exóticos gadgets - um canivete suíço que dispara pequenos projéteis de titânio. Na tentativa de atirar um deles no cadeado da algema, ele acerta a si próprio diversas vezes, acabando por atingir o botão da abertura de emergência do avião. É jogado sem pára-quedas para fora da aeronave como um saco de lixo.

Uma das graças da série (cuja primeira temporada está sendo lançada em DVD) eram justamente essas geringonças eletrônicas usadas pelos agentes secretos, cada uma mais absurda que a outra, a ponto de o verdadeiro FBI tentar saber de onde os roteiristas tiravam tantas idéias. Além da sucessão de portas automáticas e da cabine telefônica- elevador, duas das mais clássicas invenções aparecem no novo filme: o cone do silêncio, usado pelo Agente 86 e o Chefe (Alan Arkin) sempre que eles tinham uma conversa sigilosa (o aparelho nunca funcionava, pois nenhum dos dois ouvia o que o outro dizia), e o telefone sem fio escondido no sapato direito de Maxwell. Numa época de celulares 3G, o uso de um aparelho do gênero só se justifica como homenagem, e foi assim que aconteceu. Na cena em que 86 fala no sapato- fone, ele é pego pelos inimigos e solta o clássico bordão: “É o velho truque de direcionar ligações telefônicas do sapato-fone ao celular para não saberem onde estou e depois aparecer no telhado atrás de você, surpreendendo a todos.” Nada disso, contudo, daria resultado não fosse a grande atuação de Steve Carell, que, em vez de reproduzir todos os gestos de Don Adams (o que seria impossível como alguém que tentasse imitar Carlitos), preferiu criar o “seu” Agente 86. Ao contrário do personagem, que sempre “erra por um tantinho” (outra das tiradas clássicas), Carell acertou em cheio.

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Caça aos Albinos

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Símbolo de boa sorte, na Tanzânia eles são mortos para entrar no preparo de poções mágicas

CAMILA PATI

REUTERS
ALVOS Tanzanianos portadores de albinismo se reúnem na cidade de Dar es Salaam

O maior vilão para as pessoas albinas que vivem na Tanzânia, na costa leste da África, deixou de ser o sol que castiga sua pele e olhos despigmentados. O terror dos albinos agora é a bruxaria. Por causa da crença local de que possuem poderes mágicos, pelo menos 19 portadores da anomalia congênita foram mortos e mutilados no decorrer do último ano. Esse número pode chegar a 50, segundo a organização Tanzania Albino Society (TAS), que atua na defesa daqueles que, no passado, se preocupavam apenas em proteger-se do escaldante sol africano. Estima-se que eles sejam 270 mil pessoas, numa população de 39 milhões de habitantes. Feiticeiros interessados em usar partes do corpo dessas pessoas - pele, ossos e cabelos - na produção de poções mágicas acabaram desencadeando uma sucessão de mortes e criando um macabro mercado negro.

“O governo da Tanzânia está tomando uma posição agressiva em relação a esses assassinatos sem sentido”, disse à ISTOÉ o americano Rick Guidotti, diretor da ONG Positive Exposure, que, juntamente com a Albinism World Alliance (AWA), tem acompanhado o problema de perto.

Atualmente, 172 pessoas estão presas no país, acusadas de participar da mutilação e morte de albinos. A maior parte delas foi presa depois do encontro de corpos mutilados na região do lago Vitória, na divisa com Uganda.

Além do combate direto ao crime, o governo do presidente Jakaya Kikweteda está apostando em outras medidas para combater a prática do crime. Uma delas foi a nomeação de uma albina - Al-Saymaa J. Kwegyir - para atuar no Parlamento na articulação de campanhas de combate ao preconceito e à estigmatização dos portadores do problema. “Vou trabalhar junto com o governo para ter a certeza de que as atrocidades contra albinos parem”, disse Al- Saymaa durante seu discurso de posse, na capital, Dodoma. Outra ação do governo para reverter a situação foi promover e divulgar, no mês passado, um seminário sobre o albinismo. “Trata-se do primeiro evento do gênero”, lembrou Guidotti. “Nele, foram discutidos os temas preconceito, discriminação, educação pública e conscientização.” Resta saber se essas iniciativas serão suficientes para convencer a população de que as poções feitas a partir do sacrifício humano não levam ao sucesso nem à riqueza. São apenas produtos de crime.

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Vai ser no dia 17!

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Não esqueça: dia 17 é o dia de fazer o Firefox entrar no Guiness!

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Não esqueça: dia 17!

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Anotou aí? Dia 17! Não esqueça!

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Crianças são internadas por vício em celular

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Na Espanha, duas crianças estão internadas em tratamento há três meses contra o vício em celulares, no que está sendo visto como o primeiro caso do gênero no país.O site The Guardian informou que as crianças, de 12 e 13 anos, foram admitidas em uma clínica psiquiátrica por não conseguirem seguir a vida sem seus telefones. Ambas passavam cerca de seis horas por dia interagindo com o aparelho, conversando, mandando mensagens e jogando, o que impactou negativamente também suas rotinas escolares.

Maite Utgés, psiquiatra e diretora do centro em que as crianças foram internadas, disse que esta é a primeira vez que um tratamento específico é utilizado na cura de dependência de celulares e recomendou aos pais que não dêem celulares aos seus filhos até que completem 16 anos.

As duas crianças mantinham seus telefones há mais de 18 meses e não eram controladas. “Uma pagou pelo telefone pegando dinheiro com a avó e outros membros da família, sem explicar o que faria com ele”, explicou a psiquiatra, acrescentando que o tratamento pode levar ao menos mais um ano.

O especialista Dr. José Martínez-Raga, de um centro próximo à Valência, disse que esta pode ser apenas a “ponta do iceberg”. No Japão, pais estão sendo aconselhados a limitar o uso dos celulares, tendo em vista possíveis efeitos colaterais do uso contínuo do aparelho por crianças.

Na Grã-Bretanha, foram divulgados dois casos de jovens obcecados por celulares que entraram em depressão por receberem menos chamadas ou mensagens em texto.

Um estudo realizado em 2007 em Madrid descobriu que 30% das crianças entre 11 e 17 anos se sentiam extremamente oprimidas quando tinham seus telefones confiscados. Em outra pesquisa, também na Espanha, foi revelado que 65% das crianças entre 10 e 15 anos possuíam celulares, comparado a 45,7% em 2004.

De acordo com o site RaisingKids, alguns psicólogos afirmam que o vício é hereditário: crianças cujos pais possuem comportamento obsessivo compulsivo têm 30% a mais de chance de desenvolver características similares. O uso obsessivo de celulares estaria ligado a problemas de timidez e baixa auto-estima.

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Banco cobra de juro mais de 2.000% do que paga

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Todas as taxas de juros das operações de crédito subiram em maio, de acordo com pesquisa da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). O aumento dos juros ficou exatamente dentro do patamar da elevação da taxa básica, a Selic, que foi de 0,04 ponto percentual de juro/mês, informa o vice-presidente da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira. Só que, enquanto a taxa Selic está em 12,25% e é, teoricamente, o que bancos pagam para os investidores, os juros para quem toma dinheiro emprestado são até 2.091% superiores. Ou seja, financeiras e bancos cobram em um único mês (11,18%) dos tomadores de empréstimo o que pagam para os aplicadores o ano inteiro.

A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou alta de 0,04 ponto percentual no mês (1,03 ponto percentual no ano) correspondente a uma elevação de 0,55% no mês (0,78% em doze meses) passando de ,25% ao mês (131,62% ao ano) em abril/2008 para 7,29% ao mês (132,65% ao ano) em maio/2008, a maior desde junho/2007.

Desde que o Banco Central começou a reduzir a Selic, em setembro de 2005, até maio de 2008, a taxa básica caiu 8,00 pontos percentuais (queda de 40,51%) de 19,75% ao ano em setembro/2005 para 11,75% ao ano em maio/2008. No mesmo período, a taxa de juros média para pessoa física caiu 8,47 pontos percentuais (queda de 6,00%) de 141,12% ao ano em setembro de 2005 para 132,65% ao ano em maio de 2008, informa a Anefac.

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a anatel, a legislação e as leis

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a economia tem algumas leis muito básicas, elementares até, perfeitamente inteligíveis por crianças de 5 anos de idade. são axiomas universais e qualquer tentativa de intervir em sistemas definidos por eles causa reações absolutamente previsíveis. como o mercado negro [imediato] quando se tenta revogar a lei da oferta e da procura, como vez por outra ainda se tenta fazer na américa latina [e não mais, graças aos céus, no brasil].mas é só a gente se descuidar e o populismo do executivo, legislativo e -agora- das agências reguladores decide revogar uma destas leis universais, como está se tentando fazer agora no caso do “ponto adicional de TV” por assinatura. isso porque a anatel decidiu que o assinante tem direito a um ponto adicional grátis como parte do serviço que paga e, ato contínuo, o ponto adicional sumiu do mercado. claro, óbvio, ululante. falta um triz para termos um mercado negro de pontos grátis. só que pagos, claro.

de onde é que se tirou a idéia que um fornecedor vai prover, grátis, um serviço que tem um custo? há equipamentos e instalação envolvidos e, antes, não havia absolutamente nenhuma indicação, para o provedor, de que um “segundo ponto” seria parte do serviço “padrão”. a conclusão óbvia é que o usuário tem que pagar pelo ponto adicional; mexer nas regras do jogo, depois de começado o campeonato, significa levar o provedor a tirar a alternativa do seu catálogo, de maneira a preservar a estrutura de custos, receita e resultado do seu negócio. simples assim.

e pode ficar pior. quer ver como? uma campanha nacional, de sucesso em muitos estados, levou à criação da meia entrada em espetáculos [de todos os tipos] para estudantes, professores e, em muitos lugares, pra variadas outras ocupações. muita, muita gente, em potencial, pagando “meia”. resultado? para preservar seu negócio, os empresários de entretenimento e cultura duplicaram o preço dos ingressos. claro, óbvio e necessário. já que o artista, banda, balé, filme, a energia, luz, som, aluguel do espaço, etc… “não têm meia”, a única forma de garantir o encontro de contas, no fim da festa, é assumir o pior caso, ou seja, que todos os entrantes estarão habilitados a “pagar meia”.

resultado? depois de uma imensa batalha para pagar meia, estudantes e alguns grupos privilegiados pagam o que já pagavam e nós, que não fomos aquinhoados pelo esquema, pagamos o dobro. e é isso que pode ficar pior no caso da TV por assinatura ou outros serviços regulados: se a anatel botar pra quebrar e decretar pontos adicionais grátis, os provedores do serviço incluirão o preço do ponto adicional na assinatura básica, de tal forma que eu e você, que só temos um ponto em casa, pagaremos a conta de quem tem dois.

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pra muitas coisas, o mercado é a solução ideal. o que não é o caso, claro, pra tudo, com todas as pessoas, em qualquer cenário e tempo. mas há uma diferença clara entre os conceitos de regulação e intervenção. este caso do “ponto adicional”, por razões que só a razão desconhece, tirou a anatel do seu papel de regulador do mercado e jogou a agência na arena da intervenção pura e simples, exacerbando em muito seu papel. e isso quando ela tem pela frente problemas do tamanho da mudança das regras do jogo [e aí sim, do grande jogo] pra permitir a fusão da oi com a brt. vá entender…

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Quer ganhar 250 mil dólares?

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É simples: basta apresentar provas científicas da evolução. Elas serão julgadas por um grupo de cientistas. Se você conseguir provar que a evolução é um fato científico, não uma teoria, leva as verdinhas na hora. Mais informações aqui.

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