Aluno supera paralisia e faz monografia inovadora

Sem comentários »

Um estudante do 6º semestre de Jornalismo do Centro Universitário Metodista IPA, em Porto Alegre (RS), superou as dificuldades causadas pela paralisia cerebral de que é portador desde o nascimento para produzir uma monografia de conclusão de curso de forma inédita. Eduardo Purper, 22 anos, inspirou-se em sua maior paixão, o futebol, para realizar um estudo totalmente gravado em áudio, que recebeu o título de “Análise Semiológica de Narrações de Futebol”.

A produção de uma espécie de documentário de rádio foi a maneira encontrada por “Dudu”, como é conhecido pelos colegas de turma, para ultrapassar as limitações de coordenação motora sem precisar que alguém escrevesse o material.

Na pesquisa, o estudante analisou os indícios de preferência nos comentários dos narradores esportivos das rádios Gaúcha e Guaíba por algum dos times da dupla Grêmio ou Internacional. Para Eduardo, a maior dificuldade foi desenvolver as teorias. “Foi complicado aliar o que analisei aos conceitos de teóricos, mas meu pai gravou em fitas o que eu anotava nos livros”, explicou.

O trabalho é todo produzido na voz do aluno e as citações bibliográficas são narradas pelo operador da rádio IPA, Leandro Nunes.

O estudante faz parte da primeira turma de Jornalismo do Centro Universitário Metodista e, de acordo com Lisiane Pereira, assessora do Serviço Social do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COEPDE), não existe registro de monografia similar no Estado.

Cristiano Nunes, gerente administrativo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, afirmou que “Dudu” será o primeiro jornalista com paralisia cerebral do Estado.

A professora orientadora do trabalho, Mariceia Benetti, informou que Eduardo sempre acreditou que conseguiria concluir o projeto e se empenhou muito para atingir o objetivo. “Mesmo com as limitações físicas ele nunca teve medo do desafio, foi excelente, pois cumpriu com todos os processos propostos e sempre ia além das expectativas”.

Futuro jornalista
A um passo de se tornar jornalista, Eduardo Purper aguarda ansioso pela avaliação da banca julgadora da universidade, que ocorrerá na próxima quinta-feira, às 15h, no estúdio de rádio da unidade central do IPA, localizada na Rua Joaquim Pedro Salgado, 80.

Segundo ele, a monografia é apenas mais um zagueiro a ser driblado. “Vejo esse como o maior obstáculo do curso até o momento, mas também creio que cresceremos muito com esse aprendizado”, completou.

Fonte

Share/Save/Bookmark

EUA: revista lista “seis milagres cirúrgicos”

Sem comentários »

A revista americana Newsweek elaborou uma lista dos “seis mais estranhos milagres na história moderna” das cirurgias médicas. No topo da lista está a remoção de metade do cérebro de uma menina de seis anos para fazer cessar ataques de epilepsia devastadores, realizada na semana passada no Texas.

No último dia 11 de junho, Jessie Hall foi operada pelo neurocirurgião Ben Carson no Centro Infantil John Hopkins, em Baltimore. O procedimento, embora drástico, foi considerado o melhor tratamento para Jessie, que sofre de encefalopatia de Rasmussen, também conhecida como síndrome ou doença de Rasmussen. Trata-se de uma desordem do sistema nervoso central extremamente rara e progressiva, caracterizada por convulsões e deterioração mental.

Os médicos não sabem exatamente como, mas a metade do cérebro restante, em tais casos, geralmente assume várias funções da metade retirada. Segundo a Newsweek, o hospital realiza somente em torno de uma dúzia de cirurgias como essa por ano.

A segunda cirurgia listada é um procedimento que durou quatro dias. De 4 a 8 de fevereiro de 1951, Gertrude Levandowski, da cidade de Burnips, Michigan, foi submetida a uma cirurgia de 96 horas em um hospital de Chicago para remover um cisto gigante de ovário.

A mulher de 58 anos pesava 279 kg antes da cirurgia e 139 kg após o procedimento. Durante a operação, os médicos drenaram o cisto, para prevenir uma queda de pressão. Em quatro dias, foram retirados 90 kg de fluidos de seu corpo. O cisto pesava 68 kg quando removido.

Em terceiro lugar, está a cirurgia realizada em Leah, quando esta ainda estava no útero de da mãe, Kylie Bowlen, na 22ª semana de gestação. Médicos de um hospital de Melbourne, na Austrália, operaram o feto para solucionar um problema na gravidez. Leah, que agora tem boas chances de andar, sofria de uma doença rara chamada síndrome da banda amniótica, que faz com que faixas de tecido cresçam ao redor dos membros, provocando deformações.

Um cirurgião que operou a si mesmo, em 1921, está em quarto lugar na relação. Evan O’Neill Kane, da cidade de Kane, na Pensivalnia, quis provar que o éter, principal anestesia geral à época, era excessivamente utilizado em procedimentos menos perigosos. Para isso, removeu seu próprio apêndice apenas com anestesia local, com assistência de outros três médicos. Em 1932, aos 70 anos de idade, Kane ainda operou uma hérnia inguinal em si mesmo.

No quinto lugar da lista, está uma cirurgia realizada em Paris em janeiro de 2007, em um paciente que sofria de tumores desfigurativos. Pascal Coler havia passado por diversas operações para reduzir tumores causados por uma desordem chamada neurofibromatose, mas mal conseguia comer. Em uma cirurgia plástica de 16 horas, médicos substituíram quase todo o seu rosto, incluindo lábios, bochechas, nariz e boca. Coler teve uma boa recuperação.

Completa o rol da revista um bebê que foi quase totalmente retirado do útero da mãe para ser operado e, depois, foi recolocado no órgão. O bebê tinha um tumor não-cancerígeno nascendo em seu cóccix, que estava sugando seu sangue. O procedimento foi realizado em Houston e o bebê nasceu saudável, 10 semanas depois.

Fonte

Share/Save/Bookmark

Quem usa drogas está na mão dos outros

Sem comentários »

Share/Save/Bookmark

Você quer ver uma baleia-azul?

Sem comentários »

Clique aqui.

Share/Save/Bookmark

Alan Fonteles, exemplo de determinação

Sem comentários »

Aos 15 anos, Alan Fonteles supera as dificuldades para treinar atletismo e vira exemplo para a família. Ele perdeu as pernas ainda bebê, por causa de uma infecção.

Alan Fonteles, jovem velocista brasileiro de 15 anos, realizou seu sonho e garantiu vaga nas Paraolimpíadas de Pequim. Ele corre com duas próteses no lugar das pernas, que foram amputadas.

Share/Save/Bookmark

O mapa da OBESIDADE

Sem comentários »

Pesquisa revela por que o problema do excesso de peso cresce no Brasil

CILENE PEREIRA

Uma pesquisa que acaba de ser concluída pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica revelou um panorama preocupante no que diz respeito à obesidade no Brasil. A primeira constatação é a de que o número de pessoas acima do peso é grande demais. Segundo o trabalho - feito a partir de 4.223 entrevistas -, há no País cerca de 63 milhões de pessoas com sobrepeso, outros 15 milhões com obesidade leve e quase quatro milhões com obesidade mórbida. Esta última categoria é formada por indivíduos cujo Índice de Massa Corporal - medido pela divisão do peso pela altura ao quadrado - é maior do que 40. Eles são os mais vulneráveis aos males associados ao excesso de gordura, como infarto e diabete.

Outro fator que alertou os especialistas é a tendência de aumento da obesidade no País. A constatação está baseada em resultados que apontam um comportamento inadequado da população em relação ao problema. Foi surpreendente, por exemplo, a informação de que a principal atividade considerada de lazer dos brasileiros foi ir à padaria. Nada menos do que 66% dos entrevistados apontaram o hábito como o preferido. Apenas 7% contaram ir a teatros e 17% a cinemas. Outros costumes, como fazer as refeições em frente da televisão e consumir muita fritura, também apareceram no trabalho. E esses hábitos se revelaram mais arraigados entre os indivíduos acima do peso.

Os responsáveis pela pesquisa esperam que as informações sirvam de base para a preparação de campanhas cujo foco seja a mudança de hábitos. “Pelo que vimos, há vários fatores pequenos e cotidianos que contribuem para o crescimento da obesidade no Brasil. Mudálos é uma forma de virar esse quadro”, afirma o cirurgião Martinho Rolfsen, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e integrante da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.

Fonte

Share/Save/Bookmark

Crianças são internadas por vício em celular

Sem comentários »

Na Espanha, duas crianças estão internadas em tratamento há três meses contra o vício em celulares, no que está sendo visto como o primeiro caso do gênero no país.O site The Guardian informou que as crianças, de 12 e 13 anos, foram admitidas em uma clínica psiquiátrica por não conseguirem seguir a vida sem seus telefones. Ambas passavam cerca de seis horas por dia interagindo com o aparelho, conversando, mandando mensagens e jogando, o que impactou negativamente também suas rotinas escolares.

Maite Utgés, psiquiatra e diretora do centro em que as crianças foram internadas, disse que esta é a primeira vez que um tratamento específico é utilizado na cura de dependência de celulares e recomendou aos pais que não dêem celulares aos seus filhos até que completem 16 anos.

As duas crianças mantinham seus telefones há mais de 18 meses e não eram controladas. “Uma pagou pelo telefone pegando dinheiro com a avó e outros membros da família, sem explicar o que faria com ele”, explicou a psiquiatra, acrescentando que o tratamento pode levar ao menos mais um ano.

O especialista Dr. José Martínez-Raga, de um centro próximo à Valência, disse que esta pode ser apenas a “ponta do iceberg”. No Japão, pais estão sendo aconselhados a limitar o uso dos celulares, tendo em vista possíveis efeitos colaterais do uso contínuo do aparelho por crianças.

Na Grã-Bretanha, foram divulgados dois casos de jovens obcecados por celulares que entraram em depressão por receberem menos chamadas ou mensagens em texto.

Um estudo realizado em 2007 em Madrid descobriu que 30% das crianças entre 11 e 17 anos se sentiam extremamente oprimidas quando tinham seus telefones confiscados. Em outra pesquisa, também na Espanha, foi revelado que 65% das crianças entre 10 e 15 anos possuíam celulares, comparado a 45,7% em 2004.

De acordo com o site RaisingKids, alguns psicólogos afirmam que o vício é hereditário: crianças cujos pais possuem comportamento obsessivo compulsivo têm 30% a mais de chance de desenvolver características similares. O uso obsessivo de celulares estaria ligado a problemas de timidez e baixa auto-estima.

Fonte

Share/Save/Bookmark

A história das coisas

Sem comentários »

A História das Coisas

Você já se perguntou de onde vêm e para onde vão as coisas que consumimos? Até quando vai existir matéria-prima?

O documentário A História das Coisas esclarece bem a situação. É feito numa linguagem simples, tem uns 20 minutos e está legendado em português. Vale muito a pena assistir. Você pode ver pelo Google Video.

Você ainda pode baixá-lo (.mov) neste link.

Dica do André Noel

Share/Save/Bookmark

Avô cria navegador web para neto autista

Sem comentários »

Zackary, um menino de seis anos, autista, ficava tão confuso ao lidar com o PC, que chegava a jogar o mouse em sinal de frustração. E despertou a atenção de seu avô, John LeSieur, que trabalha na indústria de softwares. LeSieur procurou na web ferramentas que pudessem ajudar seu neto a navegar. Não encontrando nada que o deixasse satisfeito, decidiu criar ele mesmo um navegador. Em homenagem a Zackary, nasceu o Zac Browser For Autistic Children.

O navegador, que torna a experiência de usar um computador muito mais simples, pode ser baixado gratuitamente no endereço www.zacbrowser.com. Ele bloqueia os conteúdos não adequados para crianças (como pornografia, violência e outros temas adultos) e oferece diversos sites públicos e de conteúdo gratuito, com ênfase em jogos educativos, música, vídeos e imagens divertidas, como um aquário virtual.

O desafio enfrentado por LeSieur é um lembrete de que assim como a web criou importantes oportunidades de comunicação e educação para pessoas com deficiências cognitivas, também trouxe algumas novas dores de cabeça para as famílias que tentam navegar nos contornos da inabilidade.

Mas o navegador criado pelo avô vai além de oferecer atrações para os pequenos internautas: ele toma conta do computador e reduz os controles disponíveis para crianças como Zackary, que consideram atordoante ter muitas escolhas a fazer.

Por exemplo, botões desnecessários como o “Print Screen” são desativados, assim como o botão direito do mouse. Isso elimina comandos que a maioria das crianças realmente não precisa, e reduz a chance de portadores de autismo perderem a confiança depois de um (ou vários) cliques improdutivos.

As crianças que usem o Zac Browser selecionam atividades clicando em ícones maiores que os normalmente encontrados, como uma bola de futebol para os games e livros que indicam “histórias”. A configuração do navegador também elimina propagandas e outras distrações que podem aparecer.

“Tentamos evitar sites agressivos, muito escuros ou complicados, porque tudo gira em torno da auto-estima”, explicou LeSieur à agência Associated Press. “Se crianças como Zackary não estão no controle, facilmente ficam frustradas”, afirmou.

A mãe de Zackary diz que ele navega sozinho com o browser criado pelo avô e agora realiza, online, atividades que sempre gostou de fazer fora do computador - como montar quebra-cabeças ou ouvir músicas - mas que antes não conseguia fazer na Internet. Inclusive ele não manifesta, contra o computador, a reação negativa que tem frente à TV.

O avô de Zac não ouviu especialistas para criar o navegador. A pequena empresa que ele possui, na verdade, criou o browser voltado para as necessidades de Zack. Ou seja, o Zac Browser pode não funcionar do mesmo modo para outras crianças autistas, cujas características cognitivas ou comportamentais sejam diversas das de seu neto.

Mesmo assim, a idéia do avô - limitar as distrações e tornar o software uma ferramenta que estimule a auto-estima - é “muito boa”, segundo Dianne Zager. A diretora do Centro de Ensino e Pesquisa em Autismo da Universidade Pace diz que muitos estudantes autistas tendem a se sair melhor com materiais educativos que tornem desnecessário eliminar a visualização de alguns estímulos.

Fonte

Share/Save/Bookmark

Cartão de Visitas

Sem comentários »

Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia seu livro de Ciências.

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

– Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

– Bem – respondeu o universitário –, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba!

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.
- - - - - - -
(Cartão de visitas - Fato verdadeiro, integrante da biografia, ocorrido em 1892)

“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.”

(Louis Pasteur)

Share/Save/Bookmark

Futuro »