BrOffice 3.0 em português está pronto!

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O BrOffice faz tudo que o office da maucro$oft faz, com a vantagem de ser gratuito! Melhor do que pagar por um pacote gordão ou do que usar uma versão bucaneira, que é crime, é usar o que há de melhor e ”de grátis”!

Leia mais sobre o assunto aqui. E baixe aqui, escolhendo a versão correta pro seu caso. Se for rwindows, é esta. Pra Linux, há muitas opções pro freguês!

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EUA: Decisão representa vitória para software livre

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Uma disputa legal entre pessoas que têm como hobby criar modelos de ferrovias resultou em uma enorme vitória judicial para o movimento do software livre, também conhecido como software de código aberto.Em uma decisão divulgada na quarta-feira, o tribunal federal de recursos norte-americano em Washington afirmou que o fato de um programador de software ter cedido seu trabalho não quer dizer que ele não esteja protegido.

A decisão legitima o uso de contratos comerciais para a distribuição de software de computador e de trabalhos artísticos digitais em prol do bem comum. A determinação do tribunal também reforça o movimento do software livre porque atenua as preocupações de grandes organizações quanto a confiar em software livre desenvolvido por amadores e hackers que contribuíram gratuitamente com seu tempo e energia, e sem remuneração.

Ela também tem implicações para a licença da Creative Commons, uma série de regras para a modificação e compartilhamento de trabalhos criativos que foi desenvolvida em 2002 por Larry Lessig, professor de direito da Universidade Stanford.

A licença é hoje usada amplamente por organizações como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), para distribuir materiais de curso, e pela Wikipédia, a enciclopédia da Internet. Em março, a banda de rock Nine Inch Nails lançou uma coleção de faixas de música sob uma licença Creative Commons.

A ambigüidade enfrentada pelas licenças de código aberto tem sido um dos obstáculos ao movimento, disse Joichi Ito, presidente da Creative Commons. “De uma perspectiva prática de negócios, quando grandes empresas e suas equipes jurídicas olham para o Creative Commons, há uma série de perguntas”, ele disse. “Tem sido um dos problemas sobre as quais suas equipes jurídicas nos questionam”.

A decisão do tribunal de recursos reverte uma decisão do tribunal federal de primeira instância em San Francisco sobre a apropriação indébita de um programa de software por uma empresa que vende software para os adeptos dos trens de ferro.

A comunidade do software livre, ou de código livre, brigou por anos com Matthew A. Katzer, um empresário de Portland, no Oregon, que é dono da Kam Industries. Anteriormente, Katzer havia processado programadores que desenvolvem de software livre por infringir patentes e a comunidade do software livre argumentou que ele deixou de apresentar tecnologia mais antiga, conhecida como arte inicial, em seus registros de patente. O advogado de Katzer não retornou as ligações pedindo um depoimento sobre o assunto.

Em março de 2006, Robert G. Jacobsen, professor de física da Universidade da Califórnia em Berkeley, entrou com uma ação contra Katzer alegando que sua empresa estava distribuindo um programa de software comercial que usava códigos de software do projeto Interface Java de Modelos de Ferrovias, e que estava redistribuindo o programa sem os créditos necessários, os quais fazem parte da licença de software gratuito sob a qual o programa estava sendo distribuído.

A decisão de apelar do veredicto de primeira instância, segundo o qual os termos do contrato de código aberto eram muito amplos, foi intensamente debatida dentro do movimento do software livre. Alguns defensores do código livre ficaram preocupados com a possibilidade de que uma derrota judicial representasse um desastre para a comunidade, que cresceu como força econômica durante o último quarto de século.

“Fiquei apavorado com a idéia de perder”, disse Jacobsen. “Mas pensei que era a coisa certa a fazer”.

Há muito existe uma conexão entre os adeptos dos trens de brinquedo como hobby e o movimento do software livre. Nos anos 50, por exemplo, os adeptos dos trens de ferro que trabalharam no projeto elétrico do clube de ferrovias modelo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) eram informalmente conhecidos pela gíria “hackers”, de acordo com Hackers: Heroes of the Computer Revolution (Hackers: Heróis da Revolução Informática), livro de Steven Levy. O termo terminou por evoluir para designar pessoas que desenvolviam software e programavam computadores, e acreditavam apaixonadamente que todo software deveria ser aberto e gratuito.

Jacobsen disse acreditar que a decisão judicial era significativa para o movimento do software livre porque o que o havia levado a prosperar era não o ganho monetário, e sim o crédito individual que os contribuintes de cada projeto conquistam junto aos colegas.

“Não cobramos por isso, o que significa que a única coisa que realmente desejamos é o crédito por nossas criações”, ele disse, acrescentando que qualquer pessoa pode usar e modificar livremente as instruções de programação desenvolvidas por seu grupo, desde que continuem a creditar todos os envolvidos na criação do software e distribuam o produto resultante com as instruções dos programadores.

Fonte

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Programas livres

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Essa seleção de programas livres é tradução do que encontrei aqui.


Amarok
Amarok é um tocador de música para Linux com uma interface intuitiva e muitas características impressionantes.

Linux


Audacity
Audacity é um aplicatvio gratuito de edição e gravação de som.

MacWindowsLinux


Blender
Blender é um programa de modelagem e animação 3D.

MacWindowsLinux


Deluge
É um aplicativo BitTorrent muito leve e multiplataforma que tem suporte para plugins.

MacWindowsLinux


FileZilla
FileZilla é um cliente de FTP multiplataforma que tem suporte para transferência segura de arquivos.

MacWindowsLinux


Firefox
Firefox é um excelente navegador que lhe dá uma experiência muito mais amigável e segura do que o Microsoft Internet Explorer.

MacWindowsLinux


GIMP
GIMP (The GNU Image Manipulation Program) é um editor gratuito de imagens similar ao Photoshop. Ele pode ser usado para retocar fotos, composição e autoria de imagens.

MacWindowsLinux


Google Earth
Google Earth combina imagens de satélite, mapas, terrenos e edifícios num globo 3D pelo qual você pode se mover.

MacWindowsLinux


Handbrake
Handbrake é um aplicativo de ripagem de DVD, que lhe permite converter um DVD em um arquivo de vídeo.

MacWindowsLinux


Inkscape
Inkscape é um editor open-source de vetores similar ao Adobe Illustrator ou ao Corel Draw.

MacWindowsLinux


NVu
Um sistema completo de criação de sítios para web, que rivaliza com programas como FrontPage ou Dreamweaver.

MacWindowsLinux


OpenOffice
OpenOffice é uma alternativa gratuita e cheia de características ao pacote Office da Microsoft.

MacWindowsLinux


Opera
Um navegador com muitos prêmios, muito rápido e cheio de características.

MacWindowsLinux


Pidgin
Pidgin, antes chamado de Gaim, é um comunicador instantâneo multi-protocolar, que trabalha com Yahoo IM, AIM, Google talk, MSN e outros.

WindowsLinux


SciTE
Um editor de texto com muitas características avançadas para programadores.

WindowsLinux


Scribus
Scribus é um aplicativo de Desktop Publishing (DTP) que pode ser usado para criar documentos com qualidade professionais.

MacWindowsLinux


Skype
Skype permite a você fazer ligações telefônicas a partir de seu computador – para outros usuários skype de graça e para fixos e celulares por um valor muito pequeno.

MacWindowsLinux


Thunderbird
Aplicativo para mensagens eletrônicas e notícias simples e leve.

MacWindowsLinux


Transmission
Aplicativo muito leve e fácil de usar para BitTorrent.

MacLinux


VLC media player
VLC é um tocador de mídia com suporte para formatos diferentes de aúdio e de vídeo.

MacWindowsLinux

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Os 50 programas proprietários mais usados, que deixam você louco — e as alternativas de código aberto

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O

Básicos

  1. Windows Vista OS para Ubuntu OS
  2. Internet Explorer Browser para Firefox Browser

Pacotes para escritório

  1. Microsoft Office para OpenOffice
  2. Mactopia para NeoOffice

Ferramentas para escritório

  1. MathWorks MATLAB para Scilab
  2. Microsoft Access para Kexi
  3. Microsoft Word para OpenOffice Writer
  4. Microsoft Excel para OpenOffice Calc
  5. Microsoft Visio para Dia

Produtividade

  1. Blackboard para Moodle
  2. Box para Cabos
  3. Microsoft Project para Open Workbench
  4. Mindjet para FreeMind

Programas gráficos

  1. Adobe Illustrator para Inkscape
  2. Adobe PhotoShop para GIMP
  3. Adobe Premiere para Avidemux
  4. AutoCAD para Archimedes
  5. Microsoft PowerPoint para OpenOffice Impress
  6. Microsoft Paint para Tux Paint
  7. TruSpace para Blender

Editores para a grande teia

  1. Adobe GoLive CS2 para Mozilla SeaMonkey
  2. Adobe Dreamweaver para NVU
  3. Macromedia Flash Professional para OpenLaszlo
  4. Microsoft FrontPage para Bluefish
  5. Windows Notepad para ConTEXT
  6. Altova XMLSpy para XML Copy Editor

Publishing

  1. Adobe Acrobat para PDFCreator
  2. Adobe Framemaker para DocBook
  3. Microsoft Publisher para Scribus

Comunicação

  1. AIM para Pidgin
  2. FeedDemon para RSS Bandit
  3. Microsoft MSN Messenger para aMSN
  4. Microsoft Outlook para Thunderbird
  5. Skype para Wengophone

Mídia

  1. iTunes para Songbird
  2. Nero Burning Rom para K3b
  3. Quicktime para Darwin Streaming Server
  4. TiVo Desktop para Galleon.tv
  5. Windows Media Player para Miro

Utilitários

  1. CuteFTP para Filezilla
  2. iBackup para ZManda
  3. Norton Ghost para Partition Image
  4. Rational Purify para Valgrind
  5. WinZip para 7-Zip

Segurança

  1. Kaspersky Anti-Virus Personal para Winpooch
  2. McAfee VirusScan para ClamWin
  3. Norton Personal Firewall para WIPFW

Financeiro

  1. Authorize.net para OpenSSL
  2. Microsoft Money (Plus) para TurboCash
  3. Quickbooks para Compiere

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Vagner, diga não s drogas!

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Campanha “Vagner, diga não s drogas!”. O texto abaixo encontra-se em Techfree.

Como é de conhecimento de muitos da comunidade de software livre do Brasil, o governandor da Bahia , Jaques Vagner, assinou um protocolo de intenções com a Microsoft. De acordo com o Diário Oficial, esse protocolo visa fomentação de cursos de inglês do programa “English for all” e também instalação de telecentros com licenças que poderiam ser doadas ou vendidas por “baixo” custo.

Atentem para o fato de o protocolo não ter sido divulgado em momento algum e de que não foi dado nenhum detalhe de como esses projetos serão implantados.

Uma coisa é fato: o dinheiro público será usado para implantar algo que já existe no estado: o projeto Berimbau Livre, que customizou a distribuição Debian BR CDD (Atual BrDesktop), que é utilizado amplamente nos telecentros de inúmeros municipios da Bahia.

A comunidade de software livre da Bahia está se manifestando contra a esse tipo de ação e irá cobrar respostas do nosso governador sobre o acontecido.

Nesse link estão sendo tratadas as informações sobre a reação do PSL-BA contra esse ato. E foi lançado a campanha “Vagner, diga não s drogas!” para que sirva de alerta, afim de que nosso governador não afunde anos de trabalho dos projetos de software livre da Bahia ao crianr uma dependência desnecessária em nossa infraestrutura.

Ao pessoal da comunidade software livre de todo Brasil eu solicito ajuda para que essa campanha seja divulgada nacionalmente.

Diga não você também. Vagner, diga não s drogas!

Vagner, diga não  s drogas!

Abraços e vamos a luta!! ;)

Fonte

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Eu revisei o texto, tá, André?

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21 fantásticos (mas pouco conhecidos) aplicativos de código aberto para rwindow$

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O artigo original está aqui. Vou colocar aqui apenas a lista dos programas. Para mais informações, consulte a fonte.

Eis a lista:

1. ZScreen

2. PDFCreator

3. KeePass

4. HandBrake

5. Notepad++

6. Peazip

7. BonkEnc

8. Launchy

9. Cabos

10. GnuCash

11. RSSOwl

12. VirtualDub

13. Eraser

14. Paint.NET

15. InfraRecorder

16. AutoHotkey

17. GanttProject

18. MP3Gain

19. Filezilla

20. Battle for Wesnoth

21. Alien Arena

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OLPC: walter bender fora

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walter bender, a locomotiva por trás do projeto “um laptop por criança” renunciou de seu último posto na fundação OLPC, criada por nicholas negroponte para promover a introdução de laptops baratos, em escala global, nas salas de aula e nas mãos das crianças pobres e desconectadas do planeta. no âmago da questão, uma reforma institucional que rebaixou bender de presidente para assuntos de software e conteúdo [do que ele entende, e muito] para diretor de “implantação”, o que o deixava, na prática, fora das decisões da OLPC. e algo mais: negroponte está perto de trazer a microsoft e windows XP pra dentro do laptop e da própria fundação, depois de ter declarado que a OLPC precisa ser administrada “como a microsoft“. deve ter sido a gota d’água pra bender, advogado não só de tecnologias e processos, mas também de conteúdos abertos.

no brasil, o cliente da OLPC seria o projeto UCA, um computador por aluno, desde sempre envolto em controvérsias pedagógicas e negociais. por um lado, há quem discorde do uso dos laptops, como concebidos, nos projetos de educação. por outro, a OLPC não é a única alternativa e, de resto, não se consegue comprar as coisas. a última licitação foi cancelada porque os fabricantes não atingiram os preços que o governo achava justos para sua aquisição. o governo, segundo os fabricantes, acreditava no “conto de negroponte”, a idéia bem pouco fundamentada de que os computadores iriam mesmo custar [perto d]os US$100 anunciados pela máquina de marketing da OLPC. os fabricantes, segundo fontes do governo, poderiam [ou, quem sabe, deveriam] ter mais “espírito público” e baixar os preços em prol da melhoria da qualidade do ensino no país. os fabricantes, na tréplica, argumentam que seus preços estavam no limite mínimo para cobrir os custos e que, de resto, já pagam [muitos] impostos, parte dos quais vira estrago, quando não desaparece, pura e simplesmente, pelos ralos do descontrole público.

a novela continua. e ninguém sabe se veremos, algum dia, algum dos laptops da OLPC ao vivo, por aqui. de certo, uma só certeza: walter bender está fora da OLPC. além de partes de um sonho, parto do qual é sempre difícil partir, bender perde muito menos do que a OLPC, que perde a ele. boa sorte e bons projetos, walter.

Fonte

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Conservei o texto tal qual o autor o escreve, sem maiúsculas. Eu faço isso em menéis (mensagens eletrônicas) ou em alguns tópicos do orkut, mas nunca ousaria usar em artigos. Eu faço por sofrer de DORT (antiga LER), e poupar alguns movimentos de teclado é sempre bom. Será que é o caso do Sílvio Meira?

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Para quem lê De Tudo um Pouco na Bahia

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Liberte seus documentos!

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A notícia está atrasada aqui, mas a iniciativa merece ser destacada e copiada.

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Espírito Santo comemora o DFD’08: Dia da Liberdade dos Documentos

O Dia da Liberdade dos Documentos (DFD, Document Freedom Day) é um dia internacional para Libertação de Documentos com ações de base no sentido de promover Formatos de Documento Livres e Padrões Abertos em geral.

O dia escolhido para comemorar o Dia da Liberdade dos Documentos é o 26 de Março, dia este que irá proporcionar um ponto de mobilização mundial pela Libertação de Documentos e por Padrões Abertos.

Até o momento estão registrados no site oficial 16 cidades brasileiras que terão atividades no dia 26 de Março, num total de 27 times. No Espírito Santo, as cidades listadas são Serra e Guarapari. Ambas terão ações de conscientização promovidas pela Iniciativa Espírito Livre.

Na Grande Vitória a atividade acontecerá na UCL, unidade de Jardim Limoeiro, no município de Serra. Já em Guarapari, o local escolhido é a Faculdade Doctum. Para maiores informações sobre o Dia da Liberdade dos Documentos no Espírito Santo, assim como detalhes oficiais dos locais onde estarão acontecendo as ações, visite o website criado pela Iniciativa Espírito Livre, visando listar tais informações a respeito das atividades em nossas terras.

Alexandre Oliva da Fundação Software Livre América Latina (FSFLA) comenta: “Quando você salvar os seus documentos usando um formato Padrão Aberto e Livre como o ODF, você também está salvando seu próprio futuro, garantindo a sua contínua capacidade de acessar, decodificar e converter os seus conteúdos.”

Graham Taylor, Diretor da OpenForum Europa: “A OpenForum Europa aplaude o anúncio do Dia da Liberdade dos Documentos. A verdadeira essência da ‘transparência’ é capturada pelo direito dos usuários, cidadãos, governos… poderem livremente acessar e trocar documentos, hoje e no futuro. Nada dá maior significado para o perigo predominante de aprisionamento tecnológico em soluções proprietárias, e para a necessidade do Governo agir agora.”

Mas como posso ajudar?

- Juntando a galera e marcando presença, como já fazemos nos outros eventos de comunidade aqui no estado;

- Espalhando a notícia do DFD em seu grupo de amigos, site, blog, lista de discussão, lista de emails, escola, faculdade, familiares, professores;

- Divulgando o folder eletrônico a todos os grupos acima descritos e quantos outros mais houver;

- Ajudando na logística dos equipamentos utilizados, assim como no transporte dos palestrantes;

- Ajudar a espalhar o máximo possível de documentos em formatos abertos na internet. Assim muitos que não o conhecem procurarão conhecê-lo;

- Espalhar e incentivar o uso de softwares que trabalham com padrões abertos (BrOffice.org/OpenOffice.org, Inkscape, GIMP…);

- E talvez o mais importante: Libertando um documento importante para você e que seja relevante aos demais membros da comunidade.

Quando falamos em libertar documentos não estamos falando apenas daquele documento do Microsoft Word, ou daquela planilha de cálculos que você fez no Excel e que resolveu seu problema por meses… Documentos de imagem, desenhos vetoriais (como os feitos em CorelDraw), partituras, músicas, filmes… tudo isso pode ser libertado, contudo considerando que você tenha sido o autor. Isto é muito importante e sério, pois, não há dignidade em libertar um documento que você não criou. Você só pode libertar suas criações. Vale lembrar que ao libertar um documento você não deixa de ser dono dele, o que você está fazendo é compartilhando idéias com os outros, que podem agregar ainda mais melhorias ao original.

As cidades e os respectivos times podem ser vistos aqui:
http://www.documentfreedom.org/Category:Brazil.

As ações no estado do Espírito Santo podem ser acompanhadas no seguinte link: http://dfd.espiritolivre.org.

A lista de grupos que apóiam o DFD podem ser encontrada em http://documentfreedom.org/Who.

A lista completa de equipes do DFD está disponível em http://documentfreedom.org/Category:Teams.

Outras informações: http://documentfreedom.org e http://dfd.espiritolivre.org.

Serviço:

DFD’08: Dia da Liberdade dos Documentos (Document Freedom Day)

Data: 26/03/2008

Locais: Serra: UCL – Av. Lourival Nunes 181 – Jardim Limoeiro – Serra – ES

Guarapari: Faculdades Doctum - Rodovia Jones dos Santos Neves, 3535 - Muquiçaba - Guarapari - ES

Fonte

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Como temos dinheiro sobrando… País importa R$ 2,1 bi em software por ano, diz estudo

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O Brasil poderia reverter um déficit de 1,2 bilhão de dólares por ano na balança comercial - cerca de R$ 2,1 bilhões - se aumentasse a produção de programas de computador para o mercado interno e para exportação. Esta é uma das conclusões do estudo O mercado de software no Brasil: problemas institucionais e fiscais, coletânea de artigos e depoimentos organizada pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica, que será lançada nesta terça-feira. As informações são da Agência Câmara.

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O livro resulta da discussão de especialistas e autoridades sobre os obstáculos institucionais e fiscais enfrentados para a consolidação da indústria brasileira nesse setor. Entre os participantes está a funcionária da Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia Célia do Nascimento. “Em 1993, a remessa de direitos autorais de softwares representava US$ 72 milhões. Rapidamente cresceu, chegando a quase US$ 1 bilhão em 1999. Ficou estabilizada em torno desse valor até 2003, e voltou a subir para US$ 1,2 bilhão em 2004″, afirma, citando dados do Banco Central.

O estudo teve como relator o deputado Marcondes Gadelha (PSB-PB), autor do projeto de lei 7417/06, que moderniza a legislação no setor e prevê medidas de incentivo produção nacional e de punição pirataria de produtos de informática.

Crescimento do setor
Gadelha destaca que o Brasil é o sétimo mercado de software do mundo. O setor cresce em média 11% ao ano e sua receita representa 0,7% do PIB nacional. O deputado recorda que, há alguns anos, o País apresentava superávit de US$ 220 milhões na área.

O relator identificou como entraves ao crescimento do setor a tributação, o desinteresse em promover programas nacionais e a inexistência de instituições que viabilizem, em larga escala, o desenvolvimento de softwares no mercado brasileiro.

Financiamento e regulamentação
Outro problema apontado por Gadelha é a dificuldade de financiamento para o setor, comprometido pela inexistência de patrimônio que sirva de garantia aos agentes financeiros. O fator se agrava com a rápida depreciação dos ativos na área, devido ao contínuo avanço tecnológico.

A inexistência de uma lei que regule o mercado de softwares também gera insegurança entre os empresários. A Lei 9.609/98 trata apenas da propriedade intelectual de programas de computador e da natureza dos contratos de licenciamento. Também não há regulamentação das profissões relacionadas com a engenharia de softwares e com o tratamento da informática em geral.

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