a anatel, a legislação e as leis

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a economia tem algumas leis muito básicas, elementares até, perfeitamente inteligíveis por crianças de 5 anos de idade. são axiomas universais e qualquer tentativa de intervir em sistemas definidos por eles causa reações absolutamente previsíveis. como o mercado negro [imediato] quando se tenta revogar a lei da oferta e da procura, como vez por outra ainda se tenta fazer na américa latina [e não mais, graças aos céus, no brasil].mas é só a gente se descuidar e o populismo do executivo, legislativo e -agora- das agências reguladores decide revogar uma destas leis universais, como está se tentando fazer agora no caso do “ponto adicional de TV” por assinatura. isso porque a anatel decidiu que o assinante tem direito a um ponto adicional grátis como parte do serviço que paga e, ato contínuo, o ponto adicional sumiu do mercado. claro, óbvio, ululante. falta um triz para termos um mercado negro de pontos grátis. só que pagos, claro.

de onde é que se tirou a idéia que um fornecedor vai prover, grátis, um serviço que tem um custo? há equipamentos e instalação envolvidos e, antes, não havia absolutamente nenhuma indicação, para o provedor, de que um “segundo ponto” seria parte do serviço “padrão”. a conclusão óbvia é que o usuário tem que pagar pelo ponto adicional; mexer nas regras do jogo, depois de começado o campeonato, significa levar o provedor a tirar a alternativa do seu catálogo, de maneira a preservar a estrutura de custos, receita e resultado do seu negócio. simples assim.

e pode ficar pior. quer ver como? uma campanha nacional, de sucesso em muitos estados, levou à criação da meia entrada em espetáculos [de todos os tipos] para estudantes, professores e, em muitos lugares, pra variadas outras ocupações. muita, muita gente, em potencial, pagando “meia”. resultado? para preservar seu negócio, os empresários de entretenimento e cultura duplicaram o preço dos ingressos. claro, óbvio e necessário. já que o artista, banda, balé, filme, a energia, luz, som, aluguel do espaço, etc… “não têm meia”, a única forma de garantir o encontro de contas, no fim da festa, é assumir o pior caso, ou seja, que todos os entrantes estarão habilitados a “pagar meia”.

resultado? depois de uma imensa batalha para pagar meia, estudantes e alguns grupos privilegiados pagam o que já pagavam e nós, que não fomos aquinhoados pelo esquema, pagamos o dobro. e é isso que pode ficar pior no caso da TV por assinatura ou outros serviços regulados: se a anatel botar pra quebrar e decretar pontos adicionais grátis, os provedores do serviço incluirão o preço do ponto adicional na assinatura básica, de tal forma que eu e você, que só temos um ponto em casa, pagaremos a conta de quem tem dois.

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pra muitas coisas, o mercado é a solução ideal. o que não é o caso, claro, pra tudo, com todas as pessoas, em qualquer cenário e tempo. mas há uma diferença clara entre os conceitos de regulação e intervenção. este caso do “ponto adicional”, por razões que só a razão desconhece, tirou a anatel do seu papel de regulador do mercado e jogou a agência na arena da intervenção pura e simples, exacerbando em muito seu papel. e isso quando ela tem pela frente problemas do tamanho da mudança das regras do jogo [e aí sim, do grande jogo] pra permitir a fusão da oi com a brt. vá entender…

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CBS compra portal de tecnologia CNET

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O conglomerado de mídia americano CBS comprou o grupo de sites de tecnologia CNET por US$ 1,8 bilhão.

A compra inclui o portal CNET.com, dono do cobiçado domínio news.com, e os portais ZDNet, GameSpot.com, TV.com, mp3.com, Search.com e TechRepublic.

Juntos, os sites do grupo CNET atraem 54 milhões de visitantes únicos por mês, número que cresce continuamente há dois anos.

O valor de US$ 1,8 bilhão representa um ágio de 45% sobre o valor das ações da CNET vendidas na bolsa eletrônica Nasdaq.

Em nota ao mercado, a CBS afirma que a aquisição a coloca como “uma das dez maiores empresas em audiência na internet” americana.

Poderoso grupo de mídia televisiva, a CBS se esforça para fortalecer sua presença na internet.

A disputa pelo protagonismo na web reflete a gradual transferência de audiência e faturamento publicitário de mídias tradicionais como TV e jornais para veículos digitais, como a internet.

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Celular usado vale ouro para garimpeiros urbanos

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Pensando em jogar fora o seu velho celular? Melhor reconsiderar. Talvez você devesse primeiro procurar por ouro, prata, cobre e diversos outros metais preciosos incorporados aos circuitos eletrônicos do aparelho, já que muitos estão batendo recordes de preços. Trata-se do “garimpo urbano”, a busca de metais em produtos eletrônicos descartados para extrair metais preciosos como o ouro e o irídio, atividade em alta no mundo todo com a disparada dos preços dos metais.

Os metais recuperados são reutilizados em novos componentes eletrônicos. O ouro e outros metais preciosos podem ser derretidos e vendidos como lingotes para joalheiros e investidores, ou de volta aos fabricantes que os empregam nas placas de circuitos de celulares porque o ouro é melhor condutor que o cobre.

“Os metais podem ser preciosos ou comuns, mas queremos reciclar todo o possível”, disse Tadahiko Sekigawa, presidente da Eco-System Recycling, subsidiária da Dowa Holdings.

Uma tonelada de minério extraída de uma mina de ouro produz em média apenas 5 gramas do metal, enquanto uma tonelada de celulares descartados pode render 150 gramas ou mais, de acordo com estudo da Yokohama Metal, outra empresa de reciclagem de metais. O mesmo volume de celulares descartados contém também cerca de 100 quilos de cobre e três quilos de prata, entre outros metais.

A reciclagem vem ganhando importância à medida que os preços dos metais atingem recordes históricos. O ouro vem sendo negociado a cerca de US$ 890 por onça-troy, depois de estabelecer um recorde histórico em março, com a cotação de US$ 1,03 mil.

Cobre e estanho também estão perto de seus recordes de alta, e os preços da prata superam em muito as médias de longo prazo. Reciclar eletrônicos faz sentido no Japão, onde há escassez de recursos naturais para alimentar a bilionária indústria de eletrônicos do país. Os consumidores jogam dezenas de milhões de celulares e outros bens de consumo eletrônicos obsoletos no lixo a cada ano.

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Serviço de utilidade pública: peça nota fiscal e ganhe dinheiro

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Esta notícia só vale para os consumidores do estado de São Paulo. É o programa Nota Fiscal Paulista. Funciona assim:

Agora em São Paulo é assim: 30% do ICMS recolhido pelo estabelecimento comercial será devolvido ao consumidor. Isso vai reduzir, de fato, a carga tributária individual dos cidadãos. O Governo do Estado de São Paulo instituiu a lei que criou o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal e implantou o projeto da Nota Fiscal Paulista a partir de 1° de outubro 2007. O projeto da Nota Fiscal Paulista devolve dinheiro para os consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal. Os consumidores identificados pelo CPF ou CNPJ no momento da compra vão receber créditos e ainda vão se habilitar a concorrer a prêmios. O objetivo é incentivar nos cidadãos o hábito de exigir a nota ou o cupom fiscal.

Mais informações aqui. E exija sempre nota fiscal!

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EUA: músicas em rede P2P não violam a lei, diz juiz

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Um juiz de Nova York determinou que o ato de disponibilizar arquivos para download em redes P2P não constitui, em si, roubo de copyright. A decisão pode derrubar um dos principais argumentos utilizados pela RIAA, organização que zela pelos interesses das grandes gravadoras, contra indivíduos e redes de troca de arquivos.

O juiz americano Kenneth Karas rejeitou os argumentos da RIAA de que um usuário da rede Kazaa que havia oferecido algumas canções para download teria violado a lei. Caso a instituição queira levar o caso adiante, precisará provar que houve distribuição real das músicas, algo bem mais difícil.

Até o momento, “tornar disponível” era o argumento utilizado pela RIAA para conseguir acordos, que em alguns casos chegavam a cifras absurdas, como US$ 220 mil, segundo noticiou o site The Inquirer.

O site News.com levanta questões interessantes a respeito do argumento, que seria completamente inválido em casos de compartilhamento acidental de dados por mau uso do sistema operacional ou ainda falhas em softwares.

Embora o argumento “tornar disponível” tenha sido negado como prova de que de fato o copyright tenha sido quebrado, “oferecer para distribuição” pode ser considerado o mesmo que distribuir.

A RIAA então terá 30 dias para provar que o acusado fez uma oferta de distribuição do arquivo que tenha resultado na distribuição ou reprodução pública do material.

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ICII: fraude também!

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Recentemente, divulguei aqui um dossiê sobre a fraude que é o Dubai MMN. Agora, é a vez do ICII, que atraiu muita gente com suas promessas de grandes ganhos no mercado financeiro. Fraude denunciada como tal oficialmente pelo governo brasileiro.

Leia a íntegra do documento oficial. E, se você ainda for cético, confira o endereço. Está tudo lá, para quem quiser ver. Clique em www.cvm.gov.br e vá ao quadro Novidades, à direita. Caso o texto não apareça mais na primeira página, clique aqui.

Eu avisei.

________

CVM

Deliberação 530, de 11.01.2008 - Atuação irregular no mercado de valores mobiliários - Sr. LUIZ GUSTAVO FERNANDO ORTIZ e ICII International Consultant Limited.

DELIBERAÇÃO CVM Nº 530,  DE 11 DE JANEIRO DE 2008

Atuação irregular no mercado de valores mobiliários por parte de pessoas não autorizadas pela CVM, nos termos dos arts. 15 e 23 da Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976.

A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado, em reunião realizada em 8 de janeiro de 2008, com fundamento no art. 9º, § 1º, incisos III e IV, da Lei nº 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e considerando que:

a.  a CVM apurou a existência de indícios de que a página www.icii.com.br da rede mundial de computadores, mantida sob a responsabilidade do Sr. LUIZ GUSTAVO FERNANDO ORTIZ, inscrito no CPF sob o nº 098.704.028-60, contribui para a captação de clientes para a realização de investimentos coletivos, com base em estratégia denominada de “marketing multinível”, envolvendo a aquisição e negociação de cotas de fundo emitidas por entidade localizada no exterior, no caso a ICII International Consultant Limited, com sede em Hong Kong;

b.  conforme consta da referida página da rede mundial de computadores, os valores arrecadados pela ICII International Consultant Limited pela venda das cotas destinam-se à aquisição de ações de emissão de empresas sediadas no exterior, revelando a existência de comunhão de interesses com o fito de obtenção de lucros;

c.  as características acima relacionadas amoldam-se à definição de títulos ou contratos de investimento coletivo que geram direito de participação, parceria ou remuneração, inclusive resultante de prestação de serviços, cujos rendimentos advêm do esforço do empreendedor ou de terceiros e, por conseguinte, ao conceito legal de valor mobiliário, conforme disposto no inciso IX, do art., 2º da Lei nº 6.385 de 7 de dezembro de 1976,

DELIBEROU:

I - alertar os participantes do mercado de valores mobiliários e o público em geral sobre o fato de que:

a.  o Sr. LUIZ GUSTAVO FERNANDO ORTIZ, responsável pela página mantida na rede mundial de computadores www.icii.com.br, não está autorizado por esta Autarquia a intermediar valores mobiliários por não integrar o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei nº 6.385/76;

b.  a empresa ICII International Consultant Limited, com sede em Hong Kong, não está autorizada por esta Autarquia a captar clientes residentes no Brasil, para aquisição de cotas de fundos visando o investimento em ações de emissão de empresas sediadas no exterior, por não integrar o sistema de distribuição previsto no art. 15 da Lei nº 6.385/76;

II - determinar ao Sr. LUIZ GUSTAVO FERNANDO ORTIZ a imediata suspensão da veiculação de qualquer oferta de investimento coletivo mencionada acima, de forma direta ou indireta, inclusive por meio da página www.icii.com.br ou de qualquer outra conexão à rede mundial de computadores, alertando que a não observância da presente determinação o sujeitará à imposição de multa cominatória diária, no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), sem prejuízo da responsabilidade pelas infrações já cometidas antes da publicação desta Deliberação, com a imposição da penalidade cabível, nos termos do art. 11 da Lei nº 6.385/76, após o regular processo administrativo sancionador; e

III - Esta Deliberação entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União.

Original assinado por
MARIA HELENA DOS SANTOS FERNANDES DE SANTANA
Presidente

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Escolas britânicas dizem não a Vista e Office

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A agência que controla a tecnologia educacional no Reino Unido aconselhou que as escolas do país mantenham o sistema operacional Windows Vista, da Microsoft, e seu software Office 2007 longe das salas de aula e secretarias.”Atualizar os sistemas de tecnologia da informação e comunicação para o Microsoft Vista ou Office 2007 não é recomendado”, declarou a Agência Britânica de Tecnologia e Comunicação Educacional (BECTA, na sigla em inglês), em um estudo distribuído esta semana, de acordo com o site da Information Week.

A entidade ainda reiterou suas dúvidas a respeito do modelo de licenciamento da Microsoft, rejeitando a política do formato do documento do fornecedor, e disse que escolas e pais devem estar totalmente conscientes sobre os produtos do tipo “gratuitos para usar”, ressaltou o site britânico Register.

Entre as recomendações do estudo, o Tech.Blorge destacou a que pede que a Microsoft aprimore o suporte ao formato ODF, a fim de auxiliar a interoperabilidade, em vez de continuar forçando um uso do formato OOXML.

O estudo completo, em inglês, pode ser acessado no endereço tinyurl.com/2y6xbv.

Em outubro do ano passado, a BECTA levou a Microsoft à Câmara de Livre Comércio britânica (OFT, na sigla original em inglês) por suas preocupações com a natureza “tudo ou nada” do contrato original oferecido pela companhia de Bill Gates, no qual as instituições de ensino têm de pagar taxas de licenciamento até mesmo para máquinas que não rodem produtos da Microsoft.

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DUBAI MLM - A grande fraude - Veja o relatório completo

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extraído do blog: http://fraudedubai.esta.la/ dezembro 19, 2007

DUBAI MLM: A grande FRAUDE que está arrebatando milhares de pessoas de bom coração pelo Brasil e mundo afora.

Leia com atenção o texto abaixo e verifique como um famoso “Scammer” está obtendo sucesso nessa divulgação inescrupulosa, aproveitando-se da boa fé das pessoas.

Prezado amigo,

Essa mensagem não está sendo enviada somente à você, mas sim, à todos as pessoas que estão literalmente “inundando” minha caixa de entrada nesse momento oferecendo, com boa intenção, a oportunidade da DubaiMLM.

Decidi criar essa mensagem padrão para esclarecer algo terrível que está ocorrendo e enganando as pessoas honestas de nosso Brasil que acreditam na poderosa fórmula do MMN.

Como defensor do verdadeiro marketing de rede, da ética e do poder das boas intenções, sinto-me obrigado a informar à todos sobre esta terrível fraude que vai machucar muita gente e ainda fazer com que muitos outros desacreditem de nosso honrado marketing de rede.

Há mais de 4 anos venho estudando o mercado. Participo de empresas de marketing de rede e tenho obtido significativos resultados desde então. Também sou investidor, atuando com FOREX e ações.

Todas as minhas ações são sempre muito bem calculadas, plenamente checadas e cercadas de todos os cuidados para garantir que todas as partes envolvidas saiam ganhando. Não gosto quando alguém não se dá bem nos negócios que promovo.

A propósito, mantemos um Grupo de Investidores em MMN, onde costumamos discutir democraticamente novas idéias, analisá-las em conjunto e, quando são vantajosas para todos, então entramos em massa, gerando resultados imediatos. Mas isso é outra história…

O fato é que em apenas três horas, recebi mais de 50 convites de pessoas diferentes, algumas conhecidas, outras não, falando sobre a DubaiMLM. A primeira vista, pensei: “Muita boa essa oferta! O marketing multinível está melhor e mais rápido a cada dia que passa! Que bom!”

Mas, ao analisar friamente o WebSite www.dubaimlm.com, notei por ali diversas inconsistências e até mesmo erros grotescos de design e programação, além da redação pesada e recheada de jargões, erros gramaticais e linguagem persuasiva.

Pesquisando em alguns fóruns de discussão internacionais, descobri a verdade: A DubaiMLM é uma grande fraude! O homem por trás desta empresa é ninguém mais, ninguém menos que Phillip Angelo Piccolo, ou Phil Piccolo, conhecido internacionalmente como “The man you can´t trust”, ou seja, “O homem em que você não pode confiar”.

Phil Piccolo é autor de diversos sites que surgiram no passado, coletaram dados detalhados de pessoas interessadas e depois de algum tempo, desapareceram.

Também é o responsável por promover diversos outros sistemas de ganhos rápidos onde ele arrebatou milhares de pessoas com propostas mirabolantes, arrancou-lhe milhares de dólares e depois sumiu sem deixar pistas.

Duvida disso? Não sou eu quem está afirmando tais coisas… São vários líderes do cenário internacional, moderadores de fóruns conceituados, sites especializados em fraudes na Internet e etc. Faça uma pesquisa no Google por Phil Piccolo e verá a enorme quantidade de comentários sobre esta figura.

Outro dado interessante:
Veja o que aparece após a pesquisa do domínio www.duibaimlm.com:

————————————————–
Registrant:
AATurboCharge Marketing Inc.
2710 Thomas Ave
Cheyenne, WY 82001
US
954-818-2249

Domain Name: DUBAIMLM.COM

Administrative Contact:
Angelo P, Phillip justask1234@gmail.com
2710 Thomas Ave
Cheyenne, WY 82001
US
954-818-2249

Technical Contact:
Angelo P, Phillip justask1234@gmail.com
2710 Thomas Ave
Cheyenne, WY 82001
US
954-818-2249

Record last updated 12-03-2007 10:01:49 AM
Record expires on 12-03-2008
Record created on 12-03-2007

Domain servers in listed order:
NS1.DNSPARK.NET 64.34.197.141
NS2.DNSPARK.NET 83.170.90.100
NS3.DNSPARK.NET 66.98.161.195
NS4.DNSPARK.NET 209.160.66.110
NS5.DNSPARK.NET 69.59.153.140
————————————————–

Sim, é ele:
Administrative Contact:
Angelo P, Phillip justask1234@gmail.com

E olhe só: uma empresa gigantesca que utiliza um e-mail gratuito “@gmail”…

Obs.: Essa informação já foi alterada, omitindo o nome de Phil como responsável. Os dados acima são do dia 10 de Dezembro de 2007, antes das alterações. Tecnicamente, é muito fácil alterar, pois não há qualquer controle sobre a veracidade das informações prestadas por quem registra um domínio “.com”.

Diversos moderadores de inúmeros fóruns internacionais estão alertando sobre a nova fraude chamada Dubai MLM.

Para nosso azar, nós, os brasileiros, fomos pegos em um momento fantástico para Phil Piccolo e suas táticas exploratórias e psicologicamente muito frágil para nós:

- Primeiro: estamos todos vendo o cartão de crédito Megabônus fazer um relativo sucesso e, portanto, temos a tendência a aceitar com maior facilidade novas propostas de cartões com MMN incluso. (Obs.: eu não desenvolvo nenhum sistema baseado em cartão de crédito. Nada contra.)

- Segundo: muitas pessoas estavam aguardando ansiosamente pelo lançamento de um cartão do Banco do Brasil com MMN também, porém, segundo algumas fontes com acesso à Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil, o fato é que não está nos planos deles nenhum lançamento do tipo, pelo menos pelos próximos meses. Logo, a falta desse “esperado” lançamento, deixou todos carentes por mais uma novidade no ramo dos cartões de crédito.

- Terceiro: site todo em inglês… Quem se deu ao luxo de tentar entender o que está escrito ali? A maioria dos brasileiros, gente simples, humilde e ingênua, tem dificuldades em entender o português, quanto mais o idioma inglês. Algumas pessoas chegaram a divulgar mensagens informando que já existiam mais de 53 milhões de pessoas utilizando os cartões da Dubai MLM… Isso não existe e nem o próprio Phil foi capaz de mentir de uma maneira tão trágica! Basta traduzir o que o próprio site de Phil diz na manchete: “There are 53 Million People In The World Of MLM..” -> A tradução dessa frase é “Existem 53 milhões de pessoas no mundo do MMN…” Pare e pense: imagine uma empresa de cartões que tem 53 milhões de clientes pelo mundo e possui um site tão simples, repleto de erros grotescos e em apenas UM único idioma…

- Quarto: adesão gratuita! Todos adoram coisas gratuitas, principalmente quando, em apenas um clique, você já ganha um link para indicar a “novidade” para todos os amigos e começa a ganhar dólares instantaneamente… Surreal…

- Pense ainda sobre como serão as transações financeiras no Brasil?

- Qual será a administradora que cuidará de todo o processo burocrático por aqui (você conhece as implicações legais para operar um cartão de crédito no Brasil, emitir faturas em Reais, realizar cobranças, consuktar os órgãos de controle de inadimplência, liberar crédito)?

- Além disso, repare que o astuto Phil não diz que você vai ganhar 50 dólares americanos por pessoas que indicar, mas sim, “50 DubaiMLM Dollars”… Em algum lugar está escrito quanto vale cada “DubaiMLM Dollar”? Não, não está escrito. O que é isso? Uma nova moeda? Imagine: isso pode valer apenas alguns centavos do verdadeiro dólar americano, se é que algum dia Phil iria te pagar de verdade.

- Imagine uma empresa que vai pagar para você 1 dólar sobre cada pessoa que entrar abaixo de você até o 50º nível! Isso além dos 50 dólares que todos ganham só por se inscreverem! Um negócio bilionário, sem que ninguém pague a adesão e sem mensalidades! Sim, é de arrepiar os neurônios, meu amigo!

- Outro fato: o cadastramento está ocorrendo em uma estrutura única… Por isso que, logo após se cadastrarem, as pessoas estão recebendo dezenas de downlines de diversos países.

- Fiz um cadastro no site para poder checar como era a área de membros. Não fiquei surpreso, pois lá só funciona a página que mostra seus supostos novos downlines, além do botão que volta para a Home Page e do botão de Logoff. Mais nada.

Enfim, existe uma série de situações que implicam na não-confiabilidade deste site.

Vejam alguns links sobre o DubaiMLM e sobre o seu criador, Phil Piccolo:

http://www.moneymakergroup.com/Dubai-Mlm-Wwwdubaimlm-t176648.html

http://www.worldwidescam.info/ppstory.htm

http://www.worldwidescam.info/sumphilp.htm

http://www.giblink.com/blogs/dubai/

O que é SCAM? http://informatica.terra.com.br/virusecia/spam/interna/0,,OI126626-EI2403,00.html

Para quem infelizmente acreditou e já se cadastrou na DubaiMLM e informou todos os seus dados pessoais no site, seguem algumas recomendações:

- Caso tenha informado um usuário e senha que você costuma utilizar também em outros sistemas que participa, por favor, troque sua senha dos outros sistemas, pois, se você reparar bem na tela de cadastro, Mr. Phil estratégicamente pediu um usuário e senha para você e, depois, mais abaixo, perguntou sobre quais são os atuais Marketings de Rede que você trabalha. Vamos supor que você cadastrou o login “sucesso” com a senha “123456″ e, vamos dizer que você utiliza esse mesmo usuário e senha em vários outros sistemas de MMN para ficar mais fácil de se lembrar… OK, você caiu na armadlha! Agora, é só juntar as coisas, utilizando ainda o seu e-mail que também foi pro cadastro dele para dar mais consistência.

Portanto, se você tem o péssimo hábito de usar a mesma senha em todos os sistemas que participa, você simplesmente entregou a faca e o queijo nas mãos do Phil e sua equipe. Troque agora suas senhas, caso se enquadre nessa situação, antes que seja tarde.Troque principalmente as senhas do PagSeguro, do E-Gold, E-Bullion ou outros sistemas de transferência de valores.

- Caso tenha distribuído centenas de e-mail´s anunciando a nova oportunidade, tanto para seus amigos como para grupos de discussão, fóruns e etc, você tem a obrigação moral de copiar este texto na íntegra e reenviá-lo à todas as pessoas que receberam a sua propaganda. Lembre-se: é melhor remediar agora que a situação está no começo, assumindo que descobriu a fraude, do que, daqui um mês, receber milhares de e-mail´s de pessoas revoltadas contra você, porque o site sai do ar ou porque os seus cartões Visa ainda não chegaram…

Não vá dizer que eu não avisei, pois a pior coisa que existe é oferecer sem querer uma fraude aos amigos, motivado pelo impulso do “pioneirismo a qualquer custo”.

Não pretendo me alongar ainda mais nesse texto, pois acredito que você fará as pesquisas necessárias na Internet sobre Phil Piccolo e sobre a Dubai MLM e tirará suas próprias conclusões.

Lembre-se: o mercado do marketing de rede é um ambiente extremamente prostituído e recheado de supostos “líderes” com alto poder de convencimento, que são capazes de vender suas próprias mães em troca de alguns dólares.

O MMN é uma das melhores formas de trabalho já inventadas. Existem empresas sérias, realmente idôneas e com ótimos planos de compensação. Pesquise, procure, encontre. Depois, trabalhe, trabalhe e trabalhe arduamente, com muita técnica, planejamento, persistência e motivação… Aí sim, a recompensa virá naturalmente em sua direção.

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Quer comprar? Microsoft Lda. será vendida em site por US$ 1 milhão

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A companhia portuguesa Microsoft Lda. planeja colocar na quarta-feira sua marca e seu negócio à venda em um leilão no site eBay, com preço inicial de US$ 1 milhão, disse hoje o presidente-executivo da empresa, Ricardo Carvalho. A Microsoft Lda. é a única companhia que pode usar o nome Microsoft em Portugal. Ela registrou a marca em 1981 enquanto a norte-americana Microsoft Corp., maior companhia de software do mundo, começou a operar no país em 1990.

Em Portugal, a Microsoft está registrada como MSFT. “A MSFT disse que estava interessada em nossa marca, mas que precisava de mais tempo para discutir o assunto”, disse Carvalho à Reuters. “Mantivemos negociações com eles no passado, e não quisemos esperar mais por eles.”

Porta-voz da Microsoft Corp. em Portugal não quis comentar o assunto.

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Ricos são os que mais compram produtos piratas, mostra pesquisa

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A classe social que proporcionalmente mais alimenta o mercado de produtos falsificados é justamente a dos ricos, que teria condições financeiras para comprar artigos originais. A conclusão faz parte de uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O levantamento ouviu 2.226 pessoas no Rio, em São Paulo, em Belo Horizonte e em Recife.

Por causa das falsificações, o Brasil deixa de arrecadar R$ 20,2 bilhões por ano em impostos com a pirataria praticada em apenas três setores da economia: roupas, tênis e brinquedos.

Conforme a pesquisa, praticamente a metade (49%) dos consumidores pertencentes à classe A admitiu que comprou pirataria, número inferior à média das classes B (63%), C (66%) e D/E (59%). Porém, quanto ao poder de consumo, enquanto um brasileiro da classe C comprou 5,6 brinquedos piratas nos últimos 12 meses, um consumidor da classe A adquiriu 52,3 brinquedos falsificados, quase dez vezes mais. No item roupas, os mais ricos foram responsáveis por adquirir 17,9 peças de vestuário piratas por ano, enquanto os da classe C, 11 roupas de marcas falsas.

“A expectativa era que a classe A, tendo mais informações, maior conhecimento e consciência do problema social e econômico (gerado pela pirataria), fosse uma consumidora contida e multiplicadora do conceito de não comprar pirataria, mas não é o que ocorre”, afirmou Solange Mata Machado, representante no Brasil da Câmara de Comércio dos Estados Unidos.

Outro ponto mostrado pela pesquisa é que, das capitais estudadas, a única onde aumentou a pirataria foi o Rio de Janeiro. “Precisa haver consciência do consumidor do malefício que a pirataria faz para a economia do próprio estado”, disse Solange, para quem o principal impulso de compra de produtos piratas ainda é o preço, em média 50% mais barato que o original.

De acordo com o levantamento, de cada dez brasileiros, sete compram produtos piratas. No Rio, de cada dez cariocas, oito admitem que adquirem produtos falsificados.

Para combater a pirataria, ela defende que é preciso endurecer a fiscalização e também oferecer produtos originais mais baratos, por meio da redução dos impostos. Entre os locais prioritários de combate à pirataria estão os portos, por onde entram, segundo Solange, 80% dos produtos falsificados.

“O importante é não deixar entrar no mercado. Depois que entra no varejo, a (dificuldade de) fiscalização é muito maior”.

O secretário executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, André Luiz Alves de Barcellos, também considera importante a repressão à oferta do produto falsificado, mas ressalta que só isso não basta: “Há necessidade da contenção da demanda (pelos consumidores), que se dá através de medidas econômicas e educativas”.

Uma das iniciativas que Barcellos afirma ser fundamental para reprimir a pirataria é a aprovação, pelo Congresso, do projeto de lei 333/99, que há quase uma década tramita sem definição. Entre outras providências, a legislação aumenta as penas para os crimes contra a propriedade intelectual, que atualmente vão de quatro meses a um ano de prisão, para um mínimo de dois anos e o máximo de quatro anos de reclusão.

Os dados foram divulgados durante a reunião do Grupo Regional de Combate à Pirataria, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Fonte 

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