Para limpar o HD

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Dados apagados de seu HD são facilmente recuperáveis. Recentemente precisei fazer isso, e instalei vários programas, pois precisava recuperar uma pasta específica, que nenhum deles achou. Depois, coloco aqui a lista dos programas que usei.

Mas quero falar pra quem precisa eliminar de verdade, de modo definitivo e irrecuperável, os dados de seu HD. Encontrei este artigo, que traz uma dica, mas aconselho que leiam os comentários. Há outras orientações muito boas, tanto para ambiente Linux quanto rwindow$.

Adobe poderá criar sistema operacional para melhorar desempenho de seus aplicativos

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John Dvorak, jornalista do Wall Street Journal, especulou recentemente sobre a possibilidade da Adobe desenvolver um sistema operacional próprio para concorrer diretamente com a Microsoft e dar ainda mais “potência” aos aplicativos da linha Creative Suite.

Dvorak lembra que a Adobe ainda não desenvolveu nenhum de seus aplicativos profissionais para o Linux e que um dos grandes motivos pelos quais o sistema do pingüim ainda não conseguiu aumentar sua popularidade entre os desktops pode ser justamente o fato de não possuir nenhum aplicativo profissional gráfico de edição de imagens e vídeos — sim, existe o GIMP, mas ele é apenas semi-profissional.

De acordo com Dvorak, a Adobe poderia portar toda a sua Creative Suite — incluindo aí Photoshop, Illustrator, InDesign e outros — para o Linux e tornar-se menos dependente da Microsoft. E tem mais: ele ainda cogita a possibilidade da Adobe desenvolver sua própria versão de sistema operacional, baseado no Linux.

Com um SO desses, os aplicativos da Creative Suite poderiam rodar com alta-performance em um sistema especialmente otimizado para os aplicativos da Adobe e, ainda, poderiam aproveitar toda a potência que os novos processadores alcançarão. Esse novo sistema poderia ser distribuído juntamente com a suíte de aplicativos tornando-a, assim, tudo o que profissionais precisariam para seu trabalho — em um único pacote.

A Adobe nunca enfrentou diretamente a Microsoft quando esta pisou na bola. Sua estratégia, até agora, foi apenas desenvolver bons e rápidos programas e deixar que a Microsoft resolvesse os problemas que afetassem o sistema operacional. Tendo controle da situação, a Adobe poderia focar toda a performance do sistema para suprir a demanda de seus aplicativos. Assim, ela ficara independente não só da Microsoft, mas também da Apple.

Pensando bem, é realmente um boa estratégia para a Adobe. Só resta saber se ela tem coragem de tomar uma iniciativa destas…

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Coisas a se evitar ao falar sobre o Linux

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Lúcio Marques Martins Júnior

Pessoal, este é meu primeiro artigo aqui na comunidade e gostaria de falar sobre atitudes. Calma! Não sou um educador ou disciplinador. Apenas amante do Linux e preocupado com a divulgação do nosso S.O., em que algumas pessoas (até mesmo sem perceber), acabam “falando demais” e atrapalhando o crescimento do Linux em Desktops. Vamos aos fatos?

Pessoal, primeiro gostaria de dizer o quanto amo o Linux e que não estou aqui para falar mal dele. Isto é um debate e temos todos direito de falar o que achamos.

Encontrei na web há alguns dias atrás o seguinte artigo: Sete motivos por que o Linux não terá sucesso em computadores desktop.

Neste artigo são apresentados “7 motivos porque o Linux não terá sucesso em computadores desktop”. Se os amigos lerem, verão que muitas coisas que Alexander Wolfe (autor do artigo) diz não tem fundamentos concretos, pois até mesmo aqui no VOL, artigos já mostraram 30 motivos para se usar o Linux.

Conheci o Linux a 3 anos atrás por aqui, lendo alguns desses artigos. Mas uma coisa que ele comentou que eu achei interessante debater foi a questão dos próprios usuários do Linux dizerem que “tem que ser mestre para usá-lo”.

Achei interessante porque ontem mesmo estava falando com um amigo meu que usa o Slackware e outro que usa o Windows. O meu amigo disse para o ainda preso nas “janelinhas”:

“- Como você pode usar aquilo que se chama de S.O.? Tem que ter antispy, antivírus. No meu, é só manjar igual a mim e ir fuçando que ele fica do jeito que eu quero, e seguro.”

Eu aproveitei o gancho e disse:

“O meu S.O. não preciso quebrar a cabeça, porque ele é fácil de usar, seguro, rápido e atende minhas expectativas. Ele questionou-me e retrucando:

“Voltou para o Windows?”

Eu disse:

“Não. O Linux é fácil de usar, seguro, rápido e atende minhas expectativas.”

Naquele momento despertei a curiosidade do amigo que usa Windows, pois, naturalmente, ele deve ter pensado:

“Como um fala que é fácil e outro fala que tem ser “hacker” pra mexer?”

Abri meu note, demostrei-o o KUbuntu e no fim da conversa consegui fazê-lo, ao menos testar por liveCD o KUbuntu. O meu amigo usuário do Slackware, com certeza, não quis desmerecer o usuário das janelinhas, mas acabou-o fazendo.

Reconhecemos que o Linux é diferente do Windows em vários sentidos, e é isso que temos que mostrar às pessoas com quem conversamos, que apesar de ser diferente, ele é tão ou mais amigável que o Windows. Foi o que aconteceu na minha casa. Hoje temos 3 computadores lá: 1 do meu pai, da minha irmã e o meu notebook. Meu pai sempre me criticou por usar Linux, pois dizia que era difícil, estranho etc… Hoje, no computador dele está instalado unicamente o Mandriva, e ele agora é quem faz propaganda para minha irmã abandonar o Windows, pois se ele que é “zé” no computador, faz tudo no Pingüim, qualquer um pode.

1) Falar das boas experiências:

Pessoal, é óbvio que todos nós já tivemos alguma dorzinha de cabeça no Linux. Seja para mudar a resolução do monitor WideScreen, instalar algum hardware, algum plugin de filme etc. Não devemos comentar isso e sim, que apesar de, ocasionalmente, um ou outro indesejado problema ocorrer, você tem suporte do planeta inteiro para ajudar com seu problema. O Windows também tem bugs (muitos, por sinal), mas ou esperamos a Microsoft achar a falha e lançar um Service Pack, ou desligamos o PC.

Comente sempre boas experiências sobre o Linux. Como ele o ajudou ou como é bonito (aparência) sem ser pesado. Como ele gerencia melhor a memória RAM, fazendo-o ser mais rápido (para usuários mais experts).

2) Jamais desprezar o Windows:

Um fator super importante. Se você tem um fusquinha (eu tenho :D) e alguém fala no seu lado que o Fusca é a pior coisa que o homem construiu na história mundial, você vai ficar com muita raiva dele e de “birra” nunca vai deixá-lo usar, ou mesmo sentar no Fusquinha. Com o Linux é a mesma coisa. Jamais fale para um usuário das janelinhas que o Windows é uma porcaria, tem que formatar sempre etc. As pessoas se magoam até com pequenas coisas. Não toque no ego das pessoas, pois normalmente, o dano é irreversível.

3) Mostre as proezas do Linux:

Ontem eu estava com o note na mochila e imediatamente pude mostrar o Linux funcionando, com o Beryl e tudo. Mostre, sempre que possível, o Linux as pessoas. Mostre o adicionar/remover programas dele e como é fácil de usar. Mostre a infinidade de softwares que o Linux tem já na instalação, aliás, mostre também como é fácil instalá-lo.

4) Explique o Projeto Linux:

A história, às vezes, pode dar um ponto a nosso favor. Ninguém precisa saber a origem de Linus Torvalds, mas procure contar a sua história com o Linux. Lembre-se que muitas pessoas nem se quer ouviram falar do Linux. Conte que você ouviu de alguém muitos positivos, ou conte que você ouviu pontos negativos, e provou que este estava errado.

Conclusão
Muitos outros artigos, matérias como esta do nosso “amigo” Lex Wolfe aparecerão. Alguns até com argumentos muito bem fundamentados. Esteja preparado para proteger o moral do Linux (ou você acha que o OpenSource é apenas um conceito, uma idéia de louco?). Ser Linuxer é mais do que apenas usar o S.O. É defender a idéia, conhecer o passado, trabalhar no presente para que o futuro seja Linux, isto é, seja LIVRE!

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Canonical se junta à Linux Foundation

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No dia 17 de agosto, a Linux Foundation anunciou em seu blog a entrada da sul-africana Canonical, empresa por trás do Ubuntu, no grupo de patrocinadores comerciais da fundação.

Além do Ubuntu, a Canonical promove diversos outros projetos de código aberto, como o sistema distribuído de controle de versões Bazaar, o mecanismo de comunicação com bancos de dados Storm para a linguagem Python e o novo sistema de inicialização Upstart, entre outros.

Segundo Matt Zimmerman, CTO do Ubuntu na Canonical, “a Linux Foundation ocupa uma função não comercial crítica no uso e na popularização do Linux ao redor do mundo. Sempre enxergamos o valor da Linux Foundation e estamos felizes em nos tornarmos um membro oficial e oferecer apoio a suas atividades”.

Jim Zemlin, diretor executivo da Linux Foundation, complementou: “A Canonical é um importante novo membro da Linux Foundation. (…) Matt e sua equipe criaram uma empolgante distribuição que tomou o mundo de assalto. Eles se empenham há anos na causa da colaboração por meio de indústrias e comunidades. Estamos extremamente felizes em trabalhar ainda mais próximos à Canonical conforme promovemos o Linux para a próxima etapa de seu crescimento”.

O anúncio afirma também que há membros da comunidade do Ubuntu em vários grupos de trabalho da entidade, incluindo os do padrão LSB, dos Desktop Architects e de Driver Backporting.

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IBM empenhada em oferecer desktops “Microsoft-Free”

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“A IBM anunciou ontem em São Francisco, EUA, uma parceria com alguns dos principais distribuidores Linux para oferecer desktops absolutamente livres de softwares da Microsoft. O uso direto do termo “Microsoft-Free” é o que mais marca no anúncio, pois deixa bem clara a intenção da Big Blue de manter seu antigo parceiro longe de seus consumidores.

No acordo com Canonical, Novell e Red Hat, a empresa afirma que “juntará forças globalmente com seus parceiros de hardware para fornecer escolhas de computação pessoal livres da Microsoft”, e logo em seguida informa o motivo da parceria: os computadores virão “com Lotus Notes e Lotus Symphony no mercado mundial de um bilhão de unidades de desktops em 2009”. Os dois softwares, em conjunto, oferecem todas as funcionalidades de colaboração, mensagens instantâneas, e-mail, navegador, calendário e escritório, entre outras, e sua disseminação em desktops poderia representar importantes avanços na presença da IBM no mercado e também nas vendas do Lotus Domino, que integra o pacote Lotus no lado do servidor.”

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Quem dera meu mundo fosse só Linux

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Quem dera nosso mundo fosse assim não é ?

E digo mais, onde todas as pessoas utilizassem o conhecimento de forma geral e fosse passando adiante todo esta inteligencia que produzimos adiante parecido com o que ocorre nas comunidades Linux, um conhecimento para todos e feito por todos, quem dera nosso mundo tivesse um pouco de mentalidade “Linuxista” na nossa constituição e talvez assim nossas vidas seriam melhores.

Para não perder o costume vamos apenas citar algumas vantagens do Linux Ok ?

É mais seguro e estável, sendo um sistema altamente indicado para instalações de missão crítica. Servidores Linux são capazes de funcionar ininterruptamente por anos.
· Por ser extremamente modular, é mais leve que as diversas versões do Windows, podendo ser utilizado por micros 486 (e até mesmo por 386 funcionando como terminal remoto), enquanto que para rodar as versões mais novas do Windows (somente o sistema operacional) é necessários um micro com um processador veloz e com uma grande quantidade de memória.
· O Linux oferece diversas opções de interfaces gráficas, com centenas de aplicativos, permitindo que o sistema seja mais flexível e personalizável.
· A maior parte dos aplicativos para o Linux é de livre distribuição e utilização ou de baixo custo. Existe até mesmo Suíte de programas compatível com o Office da Microsoft distribuída desta maneira. Há também gerenciadores de Banco de Dados SQL, programas gráficos de edição de imagens, jogos, etc.
· Muitos programas desenvolvidos para o ambiente DOS em Clipper são facilmente portados para a plataforma Linux.
· É muito mais seguro no que se refere a ataques de vírus. Não existem vírus para Linux.
· É mais seguro quanto a proteção de arquivos do sistema. Usuários comuns não têm acesso aos arquivos do sistema, sendo assim, sua instalação não desconfigura facilmente como acontece com o Windows.
· É um sistema ideal para redes e acesso à Internet.
· É um sistema realmente multiusuário.
· É um sistema realmente multitarefa.
· É o Sistema Operacional que proporcionalmente mais cresce no mundo.
· O Linux e os programas escritos para ele estão em constante atualização, você decide quando, como e o que atualizar.
· E o mais importante: É Software Livre!

Fontes de pesquisa:

Imagem: TuxVermelho

Texto com as vantagens do Linux: Epidemic Linux

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Carteiraço ubuntista!

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Encontrei esta dica muito legal dada pelo colega Philipe Cardoso. Faça a sua e exiba em todas as janelas!

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Pessoal, navegando na net estes dias vi no blog Fs WebDesign estas carteirinhas feitas para os usuários Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Gobuntu e Edubuntu.

Achei as carteiras muito interessantes além de bonitas e criativas, bom, vale a pena fazer a sua e sair por ai mostrando que você faz parte do grupo de usuários Linux.

Em baixo de cada figura, tem um link para o tutorial com os exemplos de como modificar e fazer a sua personalizada, eu traduzi a versão do tutorial para o português para que seja mais facil a leitura para todos, os tutoriais foram feitos baseados utilizando o GIMP.

Bom é isso ae pessoal vou fazer a minha já o que você está esperando ? Faça a sua!

Download dos Exemplos Com tutorial

Download dos Exemplos Com tutorial

Download dos Exemplos Com tutorial

Download dos Exemplos Com tutorial

Download dos Exemplos Com tutorial

Download dos Exemplos Com tutorial

Carteirinhas desenvolvidas por : FS - WebDesinGn

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Dica rápida para salvar DVDs e assistir depois

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Essa dica visa solucionar um problema comum: ripar DVD’s alugados que por um motivo ou outro acabaram não sendo assistidos antes do prazo da entrega. Ao invés de instalar diferentes softwares para ripa-lo, você pode resolver o problema facilmente usando um utilitário incluído em todas as distribuições: o dd. Veja como.

Carlos E. Morimoto
18/07/2008

Um dos problemas existenciais trazidos pela vida moderna são os prazos de devolução dos DVDs; principalmente quando você aluga vários, achando que terá tempo para assistí-los durante o final de semana e no final acaba tendo que trabalhar em algum projeto urgente e acaba tendo que devolver sem assistir (ou deixar para ver durante a semana e pagar diárias adicionais).

Existem inúmeros utilitários para ripar DVDs, converter para outros formatos e assim por diante, que variam em recursos e nível de usabilidade. O maior problema é que se você não tem tempo para assistir o DVD antes de devolvê-lo, provavelmente também não terá para procurar um programa de ripagem, aprender a usá-lo e esperar pelo longo processo de conversão do vídeo.

Aqui vai uma dica rápida para usar nesses casos, que pode ser usada em qualquer distribuição Linux, usando apenas os utilitários básicos do sistema.

Comece usando o dd para ripar o DVD e salvá-lo em um arquivo. É preciso que a partição tenha uns 10 GB de espaço livre, já que os DVDs de dupla camada resultam em arquivos de até 8.5 GB. A sintaxe do dd é simples, basta indica o device do drive de DVD (/dev/dvd na maioria das distribuições) e o arquivo que será gerado, como em:

# dd if=/dev/dvd of=filme.iso

Caso você tenha problemas para usar o dd em um DVD protegido, use o mplayer para abrí-lo antes de usar o dd, como se você fosse assistir o filme. O mplayer ficará alguns segundos quebrando o algoritmo de encriptação (é necessário que o pacote “libdvdcss2″ esteja instalado) e depois passará a exibir o filme. O truque é que uma vez quebrada a encriptação, o DVD ficará disponível para leitura até que seja ejetado, permitindo que você faça a cópia usando o dd.

Ou seja, basta abrir o mplayer, deixar que ele exiba os primeiros segundos do filme e em seguida fechá-lo e usar o dd para fazer a cópia.

Como o dd não faz nenhum processo de conversão, apenas copia sem inventar moda, a velocidade depende apenas da velocidade do drive de DVD. Em um drive 4x demorará cerca de meia hora.

Nesse ponto você tem uma cópia completa do DVD salva no HD e pode devolvê-lo sem pena. Na hora de assistir, monte o arquivo iso salvo usando a opção “-o loop” do mount, como em:

# mount -o loop filme.iso /mnt/cdrom

Com isso, fica faltando apenas configurar o player de vídeo para procurar o DVD na pasta onde o iso foi montado, como em “/mnt/cdrom”, onde ele encontrará a cópia exata do disco. No Kaffeine, por exemplo, a opção vai no Configurações > Parâmetros do motor xine > Media > dvd.device:
fig1

Feito isso você poderá assistir ao filme normalmente, sem perda de qualidade. Esta dica também pode ser usada para aumentar a autonomia da bateria do notebook ao assistir a um DVD em uma viagem (desde que você copie o DVD previamente, naturalmente), já que exibir o filme a partir do HD consome muito menos energia do que ao usar drive óptico.

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Top 10 coisas que podemos fazer com Linux que não podemos com outros sistemas

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Tradução livre que fiz de um interessante artigo citado no VivaLinux.com.ar.
Original aqui.

Cada sistema possui particularidades que o fazem um sistema único. Os usuários possuem necessidades diferentes e não existe um sistema que seja perfeito para todos. O Linux é um excelente sistema em muitos aspectos e possui características que o fazem o melhor sistema em determinados aspectos. A seguinte lista é uma seleção de 10 destas características (muito boas) que o fazem diferente de outros sistemas operacionais. A ordem dos itens não importa, já que todas juntas dão ao Linux a essência de ser rápido, seguro, bonito e livre.

1 - Obter e manter atualizado um sistema completo legalmente sem pagar nada. A maioria das distribuições de Linux são completamente gratuitas, e em alguns custam uma quantidade muito pequena em comparação ao preço do Windows. Isso ocorre em função de suporte e de alguns produtos próprios da empresa.

2 - Poder rodar diferentes interfaces gráficas caso você não goste da que veio por padrão ou por ela não se adequar as suas necessidades. Há interfaces gráficas para todos os gostos, leves, inovadoras, capazes de imitar outras, muito atrativas, etc. Só em Linux contamos com essa variedade de interfaces, e como se fosse pouco, cada uma delas é completamente personalizável. Inclusive, há a possibilidade de trabalhar em modo texto e realizar muitas tarefas comuns, como escutar música, trocar mensagens, navegar na internet, baixar arquivos e várias coisas mais.

3- Ter total controle sobre o hardware do computador e saber que não há backdoors no meu software, colocados por companhias de software mal-intencionadas. Por ser um sistema GNU/Linux composto em sua maioria por software livre, o código está disponível para quem quiser vê-lo, por isso é possível assegurar-se que cada aplicação faz somente o que deve fazer.

4 - Não sentir falta de desfragmentar o disco-rígido, nunca. Os sistemas de arquivos utilizados pelo Linux não se fragmentam, já que foram planejados como sistema multi-usuários, armazenando os dados no disco de maneira seqüencial, por isso é raro se fragmentar um arquivo se o disco não estiver muito cheio.

5 - Experimentar diferentes programas, decidir os que não gosto, desinstalá-los e saber que não há lixo em um registro que pode deixar minha máquina lenta. Não acontece como no sistema da Microsoft que o registro sempre se enche de lixo e se estraga, ocasionando a necessidade de várias formatações anuais.

6 - Usar o SO sem necessidade de usar antivírus nem nenhum outro tipo de software anti-malware e não precisar reiniciar meu computador durante meses, sempre que pego as últimas atualizações de segurança. Com se fala em todo lugar: Linux é muito seguro e estável.

7 - Personalizar o que quiser, legalmente, incluindo meus programas favoritos. Eu posso perguntar aos mantenedores, propor idéias e participar do processo de desenho e programação do software que quiser. Estas são algumas das maravilhas do software livre, por que isso não se aplicar somente o Linux, mas também a toda a aplicação e projeto de software que de desenvolva sobre esta filosofia. Com o Software Livre, o software de nosso PC é realmente nosso.

8 - Usar o mesmo hardware durante mais de 5 anos até que realmente precise substituí-lo. Eu disse milhões de vezes nesse blog: Uma das mais grandes maravilhas do Linux é poder usar um sistema não pré-histórico em equipamentos com baixos recursos, em muitos casos considerados obsoletos (como exemplo, veja o Pentium II que graças ao Linux pode acompanhar-me por 7 anos como meu principal ferramenta de trabalho).

9 - Receber ajuda de centenas de usuários, especialistas e novatos de maneira gratuita e
desinteressada.
Um dos pontos mais fortes do Linux são as comunidades que se formam, ainda que existam o problema dos fanáticos, tem muitos que ajudam da maneira que podem a não deixar que o Linux seja um “sistema difícil” e aos poucos vão levando-o à todos.

10 - Ter um desktop com efeitos espetaculares, e muito superiores ao do Windows Vista em um computador de 3 anos atrás. E isso, a diferença do “Vista Capable” é certa. A atração gráfica do Linux deixou para trás por muito outros sistemas. Só há que melhorar um pouco as capacidades do Compiz Fusion com as do ambientes Enlightenment.

O texto se originou de posts sobre listas de coisas possíveis somente em Linux. Disponíveis aqui, aqui e aqui.

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Os sete hábitos do usuário Linux eficiente

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Completando e complementando, segue na íntegra, lista com Os sete hábitos do usuário Linux eficiente, publicados no blog do Cid Andrade. Versão “inspiradora” em inglês aqui.

*ATUALIZADO 21/05/2008. Obrigado Leonardo Fontenelle e Celso Fernandes.

1. Nunca permanecer logado como “root”

Esta é uma dica valiosa. Muitas bobagens podem ser feitas (em qualquer sistema operacional) quando o utilizamos logados com poderes de super-usuário. Um comando mal escrito é o suficiente para causar um grande estrago. Portanto

* Use “su” ou “sudo” para executar alguma tarefa administrativa - e somente quando isso for imprescindível - e feche a sessão assim que possível.
* Se for inconveniente trabalhar no modo texto, execute algum programa gráfico com “gksu”, “gksudo” ou “kdesu”. por exemplo, pressione [ALT]+[F2] e digite “gksudo nautilus /tmp/”. Feche a aplicação assim que completar a tarefa.

2. Forneça nomes convenientes a seus arquivos

Em Linux você pode utilizar virtualmente qualquer caractere no nome de um arquivo. Mas nem todos são convenientes e podem trazer problemas na hora de serem utilizados. Então

* Utilize somente caracteres alfanuméricos (preferencialmente minúsculos), ponto, hífen e sublinhado.
* Fuja incondicionalmente de símbolos como porcentagem, cifrão, chaves e colchetes. Eles têm significados especiais e podem causar má interpretação
* Edite o seu arquivo FSTAB, inserindo UTF-8 nos parâmetros. Exemplo: defaults,utf8,umask=007,gid=46 0
O utf-8 oferece a possibilidade de se utilizar acentuação em seus arquivos.

3. Mantenha o diretório /home em uma partição distinta

O diretório /home mantém dados pessoais dos usuários. Se ele estiver em uma partição em separado, você pode ficar à vontade para fazer reinstalações do sistema operacional, basta não formatar esta partição. A próxima versão do Ubuntu (8.04) deve permitir fazer uma reinstalação sem sobrescrever este diretório, mas ainda é uma boa prática mantê-lo em separado. Se necessário, consulte o Ubuntu Blog para ver como mover o /home para uma partição exclusiva. Esta idéia também pode se aplicar a outras diretórios como /Músicas ou /Vídeos

4. Gerencie eventuais travamentos

O Linux é muito robusto e estável, mas é possível que você depare-se com situações de travamento. Particularmente, eu nunca assisti a um travamento do sistema operacional em si. Mas programas isolados podem travar e começar a utilizar recursos de forma predatória. O hardware também prega suas peças de vez em quando. E ações inapropriadas de usuários - especialmente quando com poderes de root - também podem ser perniciosas. Mas não pressione o CTRL+ALT+DEL em vão. Nem aperte o botão de Ligar/Desligar de seu computador. Tente seguir estes passos

* Mantenha um item de “Fechar Forçado” em seu painel (as barras no topo ou no base de seu desktop). Se um aplicativo travar, clique neste item e depois sobre o aplicativo desobediente, terminando-o
* Abra um terminal e digite “ps -A | less” ou um “top”. Procure o número do processo (PID) que deseja fechar e mate-o com um “kill -9 PID”
* Use o “killall”, como um “killall firefox”
* Utilize “ALT+F2″, digitando na janela “xkill” e clicando na aplicação travada.
* Se a interface gráfica estiver comprometida e não for possível abrir um terminal, pressione CTRL+ALT+F1, abra uma nova sessão e siga os dois passos anteriores por lá
* Se a solução for reinicializar a interface gráfica, tente fazê-lo com as teclas CTRL+ALT+BACKSPACE
* Se nada estiver funcionando e reinicializar o sistema completo for a única saída utilize o CTRL+ALT+F1, abra uma nova sessão e use o CTRL+ALT+DEL nesta sessão
* Se você chegou até aqui é que a situação deve estar realmente crítica. Mesmo assim, ainda há um passo antes do botão de Liga/Desliga. Utilize as teclas de emergência ALT+PRINT SCREEN+O para desligar o sistema ou ALT+PRINT SCREEN+B para reiniciá-lo. Conheça outras teclas de emergência no Wiki em português do Ubuntu ou tente o último recurso.

5. Teste até se encontrar

Um amigo pode ter lhe influenciado a escolher determinada distribuição ou interface gráfica do Linux. Provavelmente terá sido uma opção que funcionou bem para ele. Mas, e para você? Pode ser que exista outra opção mais produtiva. Veja o Ubuntu, por exemplo: usuários “clean” gostam da interface Gnome padrão, os mais habituados a interfaces de outros sistemas operacionais preferem o KDE do Kubuntu, quem tem equipamento mais modesto tem de se virar com XFCE do Xubuntu, estudantes do ensino fundamental podem gostar do Edubuntu, quem trabalha com multimídia prefere o Ubuntu Studio e assim por diante. Então, faça experiências. Você pode utilizar uma partição somente para testes, um computador ou mesmo utilizar um virtualizador para isso.

6. Adote a Interface em Linha de Comando (modo texto)

Sim, a interface gráfica facilita - e muito - a nossa vida. Eu posso passar dias sem utilizar uma interface em linha de comando. Mas o poder e a flexibilidade que este tipo de interface oferece é inigualável. Muitas tarefas que dependem de múltiplas janelas e cliques podem ser executadas com um único comando. Aprenda cada dia um pouco mais sobre a interface em linha de comando.

7. Esteja sempre pronto para utilizar o Linux

Sabe quando seu amigo pede para que você faça algo no computador dele - que só tem outros sistemas operacionais - e você sabe que tudo seria mais fácil se estivesse usando Linux? Então mantenha por perto uma opção para utilizá-lo. Pode ser uma versão que execute de um CD ou de um pendrive, mas pode ser sua salvação. Já tive um amigo cujo computador travou, executou um aplicativo de verificação de disco e removeu um certo diretório da máquina dele - o diretório /Windows. O computador estava operacional, mas sem a interface gráfica, algo abominável para alguém como ele. Um Linux que rodava a partir de um disquete e uma unidade de backup externa foi o que eu precisei para preservar todos seus arquivos, embora eles tenham perdido seus nomes longos. Até mesmo um software antivírus executado de um pendrive com Linux pode quebrar um bom galho.

8. Um passo além

Eu gostaria de adicionar mais um item à lista. Ajudar novatos também é muito bom. Não apenas para fazer uma “boa ação”. Mas novatos costumam trazer desafios que nos obriga a estudar ainda mais e crescemos com isso. E esse novato ainda vai crescer e quando menos esperarmos, irá nos ensinar alguma coisa.

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