Museu celebra o verdadeiro precursor da web

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Em uma tarde enevoada de segunda-feira, a cidade medieval de Mons, na Bélgica, submersa na neblina, parece um lugar esquecido. Além da catedral gótica obrigatória, não há muito mais que ver por aqui, se excluirmos um pequeno museu chamado Mundaneum, que fica em uma rua estreita no canto nordeste da cidade. Ele parece ser uma casa isolada o bastante para abrigar o legado de um dos pioneiros perdidos da tecnologia: Paul Otlet.

Em 1934, Otlet delineou os planos iniciais para uma rede mundial de computadores (ou “telescópios elétricos”, como os designava), cujo objetivo seria permitir que as pessoas vasculhassem milhões de documentos, imagens e arquivos de som e vídeo interligados. Ele descreveu a maneira pela qual as pessoas usariam aparelhos para trocar mensagens, arquivos e até mesmo se unir em redes sociais online. Otlet designou a estrutura como “reseau”, literalmente rede, ou, concebivelmente, “web”, teia.

Os historiadores costumam traçar as origens da world wide web seguindo uma linhagem de inventores anglo-americanos como Vannevar Bush, Doug Engelbart e Ted Nelson. Mas mais de meio século antes que Tim Berners-Lee lançasse o primeiro browser, em 1991, Otlet descreveu um mundo interconectado no qual “qualquer pessoa, de sua cadeira, poderia contemplar toda a criação”.

Ainda que a proto-web de Otlet dependesse de uma colcha de retalhos de tecnologias analógicas como cartões de indexação e telégrafos, ainda assim ela antecipou a estrutura baseada em hiperlinks da web contemporânea.

“Era como que uma versão steampunk do hipertexto”, disse Kevin Kelly, ex-editor da revista Wired, que está escrevendo um livro sobre o futuro da tecnologia.

A visão de Otlet tinha por base a idéia de uma máquina operando em rede e integrando documentos por meio links simbólicos. Embora o conceito possa parecer evidente hoje, em 1934 representava uma grande inovação intelectual. “O hiperlink é uma das invenções mais subestimadas do século passado”, disse Kelly. “Mas um dia estará em companhia do rádio no panteão das grandes invenções”.

Hoje, Otlet e seu trabalho estão em larga medida esquecidos, mesmo em sua Bélgica natal. Ainda que Otlet tenha desfrutado de fama considerável durante a vida, seu legado caiu vítima de uma série de infortúnios históricos - não o menor dos quais foi a invasão da Bélgica pelos nazistas, que resultou na destruição de grande parte daquilo em que ele trabalhou durante toda sua vida.

Mas nos últimos anos um pequeno grupo de pesquisadores começou a recuperar a reputação de Otlet, publicando alguns de seus textos e arrecadando dinheiro para estabelecer seu museu e arquivo, em Mons.

Enquanto o museu Mundaneum se preparava para comemorar seu 10° aniversário, na quinta-feira, os curadores planejavam colocar parte de sua coleção na web moderna. O evento será não só uma confirmação póstuma das idéias de Otlet mas representará uma oportunidade para que sua posição na história da Internet seja reavaliada. O Mundaneum representa apenas uma curiosidade histórica, uma estrada que não foi percorrida? Ou a visão de seu criador pode ajudar a compreender a web tal qual a conhecemos hoje?

Ainda que Otlet tenha passado toda sua vida de trabalho na era anterior aos computadores, ele tinha notável senso de antecipação quanto às possibilidades da mídia eletrônica. Paradoxalmente, a visão dele sobre um futuro sem papel nasceu de um fascínio que durou toda sua vida pelos livros.

Otlet, nascido em 1868, só começou a freqüentar a escola aos 12 anos de idade. Sua mãe morreu quando ele tinha três anos; seu pai era um empresário de sucesso que fez fortuna vendendo bondes em todo o mundo. O pai preferiu não matricular Otlet na escola devido à convicção de que o estudo poderia sufocar o talento natural da criança. Deixado em casa com seus tutores e poucos amigos, Otlet levava uma vida solitária e dedicada aos livros.

Quando ele por fim começou a estudar, sua primeira atitude foi procurar a biblioteca. “Eu me trancava na biblioteca e vasculhava o catálogo, que para mim era miraculoso”, ele escreveu mais tarde.

Pouco depois de começar a estudar, ele se tornou bibliotecário da escola. Nos anos seguintes, Otlet jamais deixava a biblioteca. Ainda que seu pai o tenha pressionado a estudar Direito, ele logo deixou de lado a advocacia e retornou ao seu amor primeiro, os livros.

Em 1895, Otlet conheceu um espírito irmão, Henri LaFontaine, futuro ganhador do prêmio Nobel, que se uniu a ele na criação de uma bibliografia central contendo todo o conhecimento em forma de livro existente no mundo.

Mesmo em 1895, o projeto parecia indicar uma imensa arrogância intelectual. Os dois homens decidiram que coligiriam dados sobre todos os livros que já tivessem sido publicados, bem como uma vasta coleção de artigos de jornal, fotografias, cartazes e todos os tipos de objetos efêmeros - como panfletos - que as bibliotecas formais costumavam ignorar. Usando cartões de índice (então a mais avançada forma de armazenar informações), eles criaram um imenso banco de dados em papel contendo mais de 12 milhões de verbetes.

Otlet e LaFontaine conseguiram enfim convencer o governo belga a apoiar o projeto, propondo construir uma “cidade do conhecimento” que reforçaria a campanha do governo para fazer do país a sede da Liga das Nações. O governo lhes concedeu espaço em um edifício público, e Otlet expandiu suas operações. Contratou mais funcionários, e estabeleceu um serviço de pesquisa pago que permitia que qualquer pessoa do mundo fizesse uma pergunta por telegrama ou correio - uma espécie de serviço de busca analógico. Surgiram perguntas vindas de todo o mundo, mais de 1,5 mil ao ano, sobre tópicos tão diversos quanto os bumerangues e as finanças da Bulgária.

À medida que o Mundaneum evoluía, o volume de papel começou a se tornar grande demais. Otlet decidiu desenvolver idéias para novas tecnologias que ajudassem a administrar a sobrecarga de informações. Em determinado momento, ele propôs uma espécie de computador de papel, com rodas e eixos, que moveria documentos pela superfície de uma mesa. Mas ele acabou por decidir que a solução definitiva tinha de envolver o abandono completo do papel.

Porque não existiam aparelhos de armazenagem eletrônica de dados nos anos 20, Otlet teve de inventá-los. Começou a escrever longamente sobre a possibilidade da armazenagem eletrônica de dados, o que culminou em um livro lançado em 1934, Monde, no qual ele expunha sua visão sobre um “cérebro mecânico coletivo” que abrigaria todas as informações do mundo, a qual estaria facilmente disponível por intermédio de uma rede mundial de telecomunicações.

Tragicamente, no momento em que a visão de Otlet começava a se cristalizar, o Mundaneum começou a enfrentar dificuldades financeiras. Em 1934, o governo belga perdeu o interesse pelo projeto, quando a Liga das Nações escolheu a Suíça como sede. Otlet transferiu sua empreitada a um espaço menor, e devido às dificuldades financeiras teve de fechá-la ao público.

Alguns funcionários continuaram trabalhando no projeto, mas o sonho acabou quando os nazistas invadiram a Bélgica, em 1940. Os alemães removeram todo o conteúdo do local original do Mundaneum para abrir espaço a uma exposição sobre a arte do Terceiro Reich, e destruíram milhares de caixas com os cartões de índice. Otlet morreu em 1944, um homem derrotado e que não demoraria a ser esquecido.

Depois de sua morte, o que sobreviveu do Mundaneum original foi abandonado no velho edifício do departamento de anatomia na Universidade Livre de Parc Leopold, até 1968, quando um jovem estudante de pós-graduação chamado W. Boyd Rayward encontrou informações sobre a vida de Otlet. Depois de ler alguns dos trabalhos do inventor, ele visitou o escritório abandonado do projeto, em Bruxelas, onde descobriu uma sala com jeito de mausoléu, lotada de livros e montes de papéis cobertos por teias de aranha.

Rayward ajudou a promover uma retomada do interesse pelo trabalho de Otlet, um momento que terminou por gerar interesse suficiente para resultar no museu Mundaneum, em Mons.

Hoje, o novo Mundaneum apresenta traços instigantes da web que poderia ter surgido. Longas fileiras de gavetas estão ocupadas por milhões dos cartões de índice criados por Otlet, e mostram o caminho para um arquivo repleto de livros, cartazes, fotos, recortes de jornal e todo tipo de artefato. Uma equipe de arquivistas trabalhando em tempo integral conseguiu até o momento catalogar menos de 10% da coleção.

A imensidão do arquivo revela tanto as possibilidades quanto as limitações da visão de Otlet tal qual ele a concebeu. O inventor imaginava uma série de arquivistas profissionais analisando todas as informações que chegassem e catalogando-as, uma filosofia que contraria a hierarquia da web moderna, onde tudo funciona de baixo para cima.

“Creio que Otlet teria se sentido perdido diante da Internet”, diz François Lévie, sua biógrafa. Mesmo com um pequeno exército de bibliotecários profissionais, o Mundaneum original jamais teria acomodado o imenso volume de informação disponível hoje na web. “Não creio que o projeto dele pudesse crescer”, diz Rayward. “Nem mesmo em escala suficiente para atender à demanda do mundo de papel em que ele vivia”.

Apesar dessas limitações, a versão do hipertexto proposta por Otlet tinha vantagens importante sobre a web atual. Enquanto os links atuais da web servem como uma espécie de conexão muda entre documentos, Otlet imaginava conexões que portariam significado, por exemplo na forma de anotações que informariam se determinados documentos concordavam ou discordavam. Essa facilidade falta notoriamente aos hiperlinks modernos.

Otlet também antecipou as possibilidades das redes sociais, de permitir que os usuários “participem, aplaudam, ovacionem, cantem em coro”.

Embora ele muito provavelmente devesse terminar perplexo diante do ambiente do Facebook e do MySpace, Otlet anteviu alguns dos aspectos mais produtivos das redes sociais - a capacidade de trocar mensagens, participar de discussões e trabalhar em uníssono para a coleta e organização de documentos.

Alguns estudiosos acreditam que Otlet tenha antecipado algo como a web semântica, a estrutura emergente de computação baseada em assunto, que vem ganhando ímpeto entre cientistas do ramo como Berners-Lee. Como a web semântica, o Mundaneum aspirava não somente a criar links estáticos entre documentos mas a mapear relações conceituais entre fatos e idéias. “A web semântica tem algo de Otlet”, diz Michael Buckland, professor da Escola de Informação na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Os curadores do atual Mundaneum esperam que o museu evite o destino de seu predecessor. Ainda que ele venha conseguindo garantir verbas, não atrai tantos visitantes.

“O problema é que pouca gente conhece a glória do Mundaneum, diz Stéphanie Manfroid, a diretora de arquivos da instituição. “As pessoas não se entusiasmam ao ver um arquivo”.

Tentando ampliar seu apelo, o museu organiza exposições regulares de cartazes, fotografias e arte contemporânea. Mas embora apenas alguns turistas aparecem para visitar o pequeno museu em Mons, a cidade pode em breve encontrar seu espaço no mapa da história tecnológica. Este ano, um novo morador planeja abrir um centro de dados bem perto da cidade. Seu nome é Google.

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Avô cria navegador web para neto autista

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Zackary, um menino de seis anos, autista, ficava tão confuso ao lidar com o PC, que chegava a jogar o mouse em sinal de frustração. E despertou a atenção de seu avô, John LeSieur, que trabalha na indústria de softwares. LeSieur procurou na web ferramentas que pudessem ajudar seu neto a navegar. Não encontrando nada que o deixasse satisfeito, decidiu criar ele mesmo um navegador. Em homenagem a Zackary, nasceu o Zac Browser For Autistic Children.

O navegador, que torna a experiência de usar um computador muito mais simples, pode ser baixado gratuitamente no endereço www.zacbrowser.com. Ele bloqueia os conteúdos não adequados para crianças (como pornografia, violência e outros temas adultos) e oferece diversos sites públicos e de conteúdo gratuito, com ênfase em jogos educativos, música, vídeos e imagens divertidas, como um aquário virtual.

O desafio enfrentado por LeSieur é um lembrete de que assim como a web criou importantes oportunidades de comunicação e educação para pessoas com deficiências cognitivas, também trouxe algumas novas dores de cabeça para as famílias que tentam navegar nos contornos da inabilidade.

Mas o navegador criado pelo avô vai além de oferecer atrações para os pequenos internautas: ele toma conta do computador e reduz os controles disponíveis para crianças como Zackary, que consideram atordoante ter muitas escolhas a fazer.

Por exemplo, botões desnecessários como o “Print Screen” são desativados, assim como o botão direito do mouse. Isso elimina comandos que a maioria das crianças realmente não precisa, e reduz a chance de portadores de autismo perderem a confiança depois de um (ou vários) cliques improdutivos.

As crianças que usem o Zac Browser selecionam atividades clicando em ícones maiores que os normalmente encontrados, como uma bola de futebol para os games e livros que indicam “histórias”. A configuração do navegador também elimina propagandas e outras distrações que podem aparecer.

“Tentamos evitar sites agressivos, muito escuros ou complicados, porque tudo gira em torno da auto-estima”, explicou LeSieur à agência Associated Press. “Se crianças como Zackary não estão no controle, facilmente ficam frustradas”, afirmou.

A mãe de Zackary diz que ele navega sozinho com o browser criado pelo avô e agora realiza, online, atividades que sempre gostou de fazer fora do computador - como montar quebra-cabeças ou ouvir músicas - mas que antes não conseguia fazer na Internet. Inclusive ele não manifesta, contra o computador, a reação negativa que tem frente à TV.

O avô de Zac não ouviu especialistas para criar o navegador. A pequena empresa que ele possui, na verdade, criou o browser voltado para as necessidades de Zack. Ou seja, o Zac Browser pode não funcionar do mesmo modo para outras crianças autistas, cujas características cognitivas ou comportamentais sejam diversas das de seu neto.

Mesmo assim, a idéia do avô - limitar as distrações e tornar o software uma ferramenta que estimule a auto-estima - é “muito boa”, segundo Dianne Zager. A diretora do Centro de Ensino e Pesquisa em Autismo da Universidade Pace diz que muitos estudantes autistas tendem a se sair melhor com materiais educativos que tornem desnecessário eliminar a visualização de alguns estímulos.

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Espalhem o Firefox!

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Download Day - Portuguese

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Ráqueres: eu apóio!

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1. Escrevo ráquer, não hacker, só por preferir a versão em português.

2. O ráquer que apóio é o que usa seus conhecimentos para o bem, não pra roubar senhas ou causar danos.

Para saber como se tornar um ráquer, clique aqui. E apoie nossa campanha!

Glider: Símbolo da ética Hacker:

A proposta desta chamada e/ou documento é divulgar o emblema proposto (Glider) para representar toda a cultura e código de ética hacker. Assim como o pinguim representa o Linux, o emblema Glider tem como objetivo representar toda a comunidade hacker dos quais esses grupos fazem parte. O símbolo Glider (do jogo da vida) foi proposto em 2003, desde então seu uso foi massificado e se espalhou dentro da comunidade hacker. Ressalto que o mesmo não representa universalmente os hackers, mesmo porque muitos não concordam com a idéia.

O que é Hacker:

Originário do inglês, o termo é comumente utilizado no português sem modificação. Os hackers utilizam toda a sua inteligência para melhorar softwares de forma legal. Os hackers geralmente são pessoas autodidatas e com alta capacidade mental (chamados de programadores extraordinários). Além da maioria dos hacker serem usuários avançados de Software Livre como o Linux. Vale a pena mencionar que a verdadeira expressão para invasores de computadores é denominada cracker e o termo designa programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegal ou imoralmente sistemas cibernéticos.

Objetivo do símbolo:

Este emblema glider tem como objetivo informar a todos que você está se associando a cultura hacker (consulte a ética hacker ao final deste texto). Isso não significa exatamente que você seja um hacker, este é um título de honra que deve ser conferido pelos outros e não auto-assumido (você não deve se auto-intitular um hacker).

Ao utilizar este símbolo, você expressa a sua simpatia e admiração pelas pessoas que utilizam o conhecimento para ajudar as pessoas e contribuir para um mundo melhor.

Pois em 2009 o número de vírus de computador ultrapassará a marca de 1 milhão de praga virtuais. Se todos os agentes antivírus fossem substituído pelo FightAids será que não teríamos um avanço significativo na cura da AIDS?

Para quem desconhece, FightAids é um projeto onde podemos usar o tempo ocioso dos nossos computadores no auxílio do descobrimento de novas potenciais drogas moleculares que ajudaram no combate do H.I.V.

Pessoas que gostam de se exibir de maneira nada criativa utilizando o conhecimento para roubar senhas, prejudicar o próximos, obter informações não autorizadas “NÃO DEVEM UTILIZAR ESTE EMBLEMA”!

Glider: Como posso usá-lo?

O glider não possui copyright ou trademark. A maneira recomendada para usá-lo é em uma página, com uma imagem e um link para essa página ou diretamente para How To Become A Hacker (http://www.catb.org/%7Eesr/faqs/hacker-howto.html). Segue aqui um pedaço de código XHTML que você pode colar em uma página.

<a href=’http://www.vivaolinux.com.br/dicas/verDica.php?codigo=10457′>

<img src=’http://www.vivaolinux.com.br/imagens/dicas/comunidade/glider.png’ alt=’hacker emblem’ /></a>

Mais informações em:

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CBS compra portal de tecnologia CNET

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O conglomerado de mídia americano CBS comprou o grupo de sites de tecnologia CNET por US$ 1,8 bilhão.

A compra inclui o portal CNET.com, dono do cobiçado domínio news.com, e os portais ZDNet, GameSpot.com, TV.com, mp3.com, Search.com e TechRepublic.

Juntos, os sites do grupo CNET atraem 54 milhões de visitantes únicos por mês, número que cresce continuamente há dois anos.

O valor de US$ 1,8 bilhão representa um ágio de 45% sobre o valor das ações da CNET vendidas na bolsa eletrônica Nasdaq.

Em nota ao mercado, a CBS afirma que a aquisição a coloca como “uma das dez maiores empresas em audiência na internet” americana.

Poderoso grupo de mídia televisiva, a CBS se esforça para fortalecer sua presença na internet.

A disputa pelo protagonismo na web reflete a gradual transferência de audiência e faturamento publicitário de mídias tradicionais como TV e jornais para veículos digitais, como a internet.

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Ip Tools

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O IpTools é um sítio fantástico, com muitas ferramentas de internet, como identificar DNS, IP, encontrar endereço para denúncia de spam, informações sobre domínios, etc.

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É o fim da era dos antivírus, sugere a Panda

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72% das empresas e 23% das residências têm micros infectados, mesmo usando soluções de segurança.
Um estudo realizado pelo PandaLabs, da Panda Security, mostra números assustadores: 72% das empresas e 23% das residências têm máquinas infectadas, mesmo usando proteção atualizada.

A pesquisa foi realizada num universo de 1,5 milhão de usuários. O motivo dessa aparente contradição, diz a Panda, é que as soluções de segurança não são mais suficientes para proteger os computadores do crescente número de ameaças que surgem todos os dias. Assim, muitos usuários têm suas máquinas infectadas acreditando que estão protegidos.

Nas conclusões do estudo, o PandaLabs cita a equipe de segurança digital da Austrália (AusCERT), segundo a qual 80% dos novos códigos maliciosos desafiam as defesas antivírus. O documento afirma que, apesar dos esforços dos fabricantes de antivírus, os problemas nessa área persistem.

Uma das razões fortes para isso é a mudança da motivação dos autores de malware. Antes, era o hacker, que desejava provar sua capacidade técnica ao invadir computadores e disseminar um cavalo-de-tróia, por exemplo. Agora, os vírus são criados com objetivos nitidamente criminosos, em geral para roubar credenciais e obter ganhos financeiros.

“Obviamente, ter uma solução de segurança ou um anti-malware instalado é melhor do que não ter nada, mas de forma alguma uma solução desse tipo garante que o usuário estará ‘completamente protegido’ das ameaças atuais da internet, do cibercrime, roubo de identidade e ataques maliciosos”, diz o documento.

A Panda traça esse quadro preocupante porque acredita já ter uma solução para o problema. Trata-se de uma solução que, em vez de se basear num aplicativo instalado na rede das empresas ou no PC doméstico, tem o seu eixo na internet. Ou seja, é um serviço online que, ao encontrar algo suspeito na máquina local, checa-o com os dados de servidores que vão armazenando informações do mundo inteiro. Resta saber qual o grau de eficácia dessa nova abordagem.

Mesmo quando se encara o quadro traçado pela Panda com certo distanciamento, ainda sobra muito com que se preocupar. Até porque não é só a Panda que faz esse tipo de alerta. Outras empresas especializadas vêm batendo nessa mesma tecla. A era dos antivírus, tal como usado até hoje, parece estar de fato chegando ao fim.

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Rede “do bem” combate ação de computadores zumbis

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Especialistas da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, chegaram à conclusão de que uma boa maneira de neutralizar ataques de redes botnets, em que computadores infectados por malware (zumbis) são utilizados, é usar uma tecnologia semelhante para proteção.

Um novo sistema da universidade, Phalanx, utiliza sua própria rede para batalhar contra o “exército zumbi” e garantir que nenhum ataque, ou apenas uma pequena porcentagem deles, chegue ao servidor principal, conforme noticiou o site PC Pro.

A idéia é que a rede seja utilizada como escudo e que todas as informações de requisição ao servidor passem, antes, por pontos interligados desta rede, chamados de “computadores mailbox”. Por enviar pacotes em seqüências aleatórias, os ataques dificilmente chegariam ao servidor.

O Phalanx ainda poderia exigir que os computadores requerentes solucionassem um quebra-cabeça criptográfico, algo que seria solucionado em apenas alguns segundos em uma conexão comum, mas que no caso de um ataque DoS, com múltiplas requisições, seria significativamente atrasado.

Ao NewScientist, o pesquisador Colin Dixon, envolvido no projeto, explica que a proteção poderia ser feita pela própria rede de computadores que as grandes empresas utilizam para servir conteúdo.

Em um teste, foi simulado um ataque por uma botnet com um milhão de zumbis, contra uma rede de 7,2 mil computadores mailbox organizada pelo Phalanx. Mesmo que muitos ataques tenham sido feitos contra estes mailboxes, o servidor não foi sobrecarregado e continuou funcionando normalmente.

O Phalanx não está destinado apenas a redes corporativas, e em breve poderá ser utilizado em máquinas domésticas. “Como trabalho futuro, estamos pensando em explorar uma modificação de um popular cliente BitTorrent para converter os milhões de usuários BitTorrent em uma comunidade de defesa botnet”, declararam os criadores da nova tecnologia.

Eles acrescentaram que um único grande provedor poderia implementar uma solução DoS eficiente para seus clientes sem precisar entrar em um acordo global com outros provedores.

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Yahoo não é fã do Kiss nem gosta de beijo

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É verdade! Pelo menos, aqui comigo. Fui procurar por uma imagem de beijo (usei kiss), para ilustrar um texto, e a resposta do Yahoo foi

Não foram encontrados resultados sobre “kiss“. Tente fazer o seguinte:

Como pode?

Tentem vocês: http://br.images.search.yahoo.com/search/images?p=kiss&y=Buscar&fr=yfp-t-340&ei=utf-8&js=1&x=wrt

Já o Google, que não uso e do qual não gosto, dá este resultado:

Resultados 1 - 20 de aproximadamente 20.100.000 para kiss (0,36 segundos)

Estou usando configuração padrão em ambos. O que explica isso?

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Nova Internet será 10 mil vezes mais rápida que a atual

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Depois de trazer ao mundo a world wide web, em 1989, o centro físico CERN agora pretende lançar uma nova Internet, 10 mil vezes mais rápida. A novidade, que já está sendo chamada de the grid (a grade) pode estar disponível aos consumidores dentro de um ou dois anos.

O CERN, que tem sede em Genebra, não usou a Internet tradicional no desenvolvimento dessa nova rede, pois a enorme quantidade de dados carregados e transmitidos poderia gerar um colapso na web.

A nova Internet, por outro lado, usa principalmente fibras óticas, e sua velocidade não será diminuída por componentes desatualizados. Segundo o site DailyTech, esta nova rede já conta com 55 mil servidores, número que deve chegar a 200 mil em dois anos.

Ainda não se sabe se a grid será usada também domesticamente, nem se empresas optarão por construir suas próprias redes, similares a esta.

Segundo o DailyTech, algumas empresas e provedores de telecomunicações já estão começando a implementar um dos recursos mais poderosos da grid, conhecido como troca dinâmica. Mas, por enquanto, o uso da nova rede ficará restrito a estudantes e pesquisadores, como astrônomos e biólogos.

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