O balão

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Tom Tayler, o Capitão Marvel

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Green leaves of summer

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Sei (descobri agora) que essa música é de um filme, mas não tenho certeza se o assisti. Eu a ouvi em algum lugar…

Aqui encontrei letra e tradução:

GREEN LEAVES OF SUMMER
Theme from the film “The Alamo” (1960)
(Paul Francis Webster / Dimitri Tiomkin)

A time to be reapin’, a time to be sowin’.
The green leaves of Summer are callin’ me home.
‘Twas so good to be young then, in a season of plenty,
When the catfish were jumpin’ as high as the sky.

A time just for plantin’, a time just for ploughin’.
A time to be courtin’ a girl of your own.
‘Twas so good to be young then, to be close to the earth,
And to stand by your wife at the moment of birth.

A time to be reapin’, a time to be sowin’.
The green leaves of Summer are callin’ me home.
‘Twas so good to be young then, with the sweet smell of apples,
And the owl in the pine tree a-winkin’ his eye.

A time just for plantin’, a time just for ploughin’.
A time just for livin’, a place for to die.
‘Twas so good to be young then, to be close to the earth,
Now the green leaves of Summer are callin’ me home.

‘Twas so good to be young then, to be close to the earth,
Now the green leaves of Summer are callin’ me home.

TRADUÇÃO:

FOLHAS VERDES DE VERÃO

Um tempo pra recolher, um tempo pra semear.
As folhas verdes de verão estão me chamando para casa.
Era tão bom ser jovem então, em uma estação de abundância,
Quando o peixe-gato estava saltando tão alto quanto o céu.

Um tempo só para plantar, um tempo só para arar.
Um tempo para cortejar uma garota só sua.
Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,
E estar ao lado de sua esposa enquanto ela dá a luz.

Um tempo de recolher, um tempo de semear.
As folhas verdes de verão são me chamando para casa.
Era tão bom ser jovem então, com o doce cheiro de maçãs,
E a coruja no pinheiro piscando seus olhos.

Um tempo só para plantar, um tempo só para arar.
Um tempo só para viver, um lugar para morrer.
Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,
Agora as folhas verdes de verão estão me chamando para casa.

Era tão bom ser jovem então, estar perto da terra,
Agora as folhas verdes de verão estão me chamando para casa.

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Filmes de fãs do Batman

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Encontrei este especial com filmes feitos por fãs do Batman. Uns, muito ruins; outros, legais, como este abaixo, dublado com vozes famosas, como Adam West, o Batman barrigudo da série dos anos 60. Visite e veja todos.

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Quer ser o Batman?

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Com a bagatela de 7,4 milhões de dólares isso é possível. É só ver o guia detalhado aqui.

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Agente 86 de cara nova

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Renovado pela tecnologia atual, o antigo seriado Agente 86 chega agora ao cinema e se mantém como uma engraçada comédia de espionagem

IVAN CLAUDIO

Ao velho truque do seriado cult, feito no passado com os recursos cinematográficos que se tinha época e refeito no presente com os avanços tecnológicos atuais, dá-se nova roupagem, mas mantêm- se a estrutura das histórias e as características dos personagens. É assim que na sexta-feira 20 chega simultaneamente aos cinemas de diversos países o filme Agente 86, originado no seriado televisivo homônimo que foi um estrondo de sucesso há quase meio século. O atrapalhado e muito engraçado agente Maxwell Smart era então interpretado pelo ator Don Adams. O filme, agora, é estrelado por Steve Carell, perfeito no papel. A produção custou Warner cerca de US$ 80 milhões e, de olho no público jovem para o qual Maxwell talvez não passe de uma marca de pilhas, o diretor Peter Segal resolveu ser didático e apresentou o personagem em sua primeira história dos tempos de seriado.

AGENTE 86 O ator Steve Carell ( dir.) repete poucos gestos de Don Adams (pág. ao lado)

Mero preparador de relatórios da agência americana de investigaçõeschamada Controle (espécie de CIA e FBI de quinta categoria) que luta contra a organização criminosa internacional Kaos, o estabanado mas carismático Maxwell Smart sonha em ser agente secreto e essa oportunidade surge quando a sede da Controle sofre um ataque. Como todos os espiões da casa tiveram a identidade revelada, menos ele e a sua bela companheira, a Agente 99 (Anne Hathaway), ambos são enviados para uma missão na Rússia. Num enredo que se propõe atual, a luta contra a ameaça terrorista ficaria mais convincente se esse destino fosse, por exemplo, o Paquistão. Mas para preservar o charme e as piadas originais, típicas da época da Guerra Fria, preferiu-se manter a Rússia, assim como também se manteve o mais popular vilão da série, Siegfried (interpretado por Terence Stamp), um ex-nazista que ameaça municiar todos os “ditadores instáveis” do planeta com potentes armas nucleares.

Esse pano de fundo é uma bobagem - como era também na série televisiva criada por Buck Henry e Mel Brooks, que sempre sacrificou os fatos em favor da boa piada. E as piadas são, claro, o melhor do filme. Uma das boas acontece quando o Agente 86 e a Agente 99 têm de passar por um corredor atravessado por raios laser sem esbarrar em nenhum deles. Primeiro, é a sensual 99 quem vence os obstáculos, numa sucessão de poses de stripper.

Na seqüência, 86 faz o mesmo, sempre buscando a aprovação da colega mais experiente. Éuma seqüência impagável. Outra no mesmo estilo passa-se num avião, quando os dois espiões estão na mira de um brutamontes a serviço da Kaos. 86, que fora algemado por ser suspeito de terrorismo, tenta se livrar utilizando seus exóticos gadgets - um canivete suíço que dispara pequenos projéteis de titânio. Na tentativa de atirar um deles no cadeado da algema, ele acerta a si próprio diversas vezes, acabando por atingir o botão da abertura de emergência do avião. É jogado sem pára-quedas para fora da aeronave como um saco de lixo.

Uma das graças da série (cuja primeira temporada está sendo lançada em DVD) eram justamente essas geringonças eletrônicas usadas pelos agentes secretos, cada uma mais absurda que a outra, a ponto de o verdadeiro FBI tentar saber de onde os roteiristas tiravam tantas idéias. Além da sucessão de portas automáticas e da cabine telefônica- elevador, duas das mais clássicas invenções aparecem no novo filme: o cone do silêncio, usado pelo Agente 86 e o Chefe (Alan Arkin) sempre que eles tinham uma conversa sigilosa (o aparelho nunca funcionava, pois nenhum dos dois ouvia o que o outro dizia), e o telefone sem fio escondido no sapato direito de Maxwell. Numa época de celulares 3G, o uso de um aparelho do gênero só se justifica como homenagem, e foi assim que aconteceu. Na cena em que 86 fala no sapato- fone, ele é pego pelos inimigos e solta o clássico bordão: “É o velho truque de direcionar ligações telefônicas do sapato-fone ao celular para não saberem onde estou e depois aparecer no telhado atrás de você, surpreendendo a todos.” Nada disso, contudo, daria resultado não fosse a grande atuação de Steve Carell, que, em vez de reproduzir todos os gestos de Don Adams (o que seria impossível como alguém que tentasse imitar Carlitos), preferiu criar o “seu” Agente 86. Ao contrário do personagem, que sempre “erra por um tantinho” (outra das tiradas clássicas), Carell acertou em cheio.

Fonte

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Das telas para sua casa

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Wall-E Spotted in LA! from Blink on Vimeo.

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Batman está chegando

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