Cientistas criam novos gráficos sobre risco de morte

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Os novos gráficos sobre riscos de morte publicados no periódico The Journal of the National Cancer Institute fornecem uma perspectiva mais ampla que outros cálculos semelhantes na internet, pois cobrem os riscos para 10 tipos de causas de morte, e para todas as causas combinadas, fazendo também diferenciações por idade, e entre fumantes, não fumantes e ex-fumantes.

A probabilidade de um homem fumante de 55 anos morrer nos próximos 10 anos é igual a de um homem de 65 anos que nunca fumou. Menos de uma mulher em mil abaixo dos 50 anos morrerá na próxima década de câncer cervical. Um homem não-fumante de 35 anos tem cinco vezes mais chances de morrer em um acidente antes dos 45 do que de uma doença cardíaca, e uma mulher de 35 anos tem duas vezes mais chances de morrer acidentalmente até os 45 do que de câncer de mama.

À primeira vista, pode parecer que fumantes e não-fumantes tenham a mesma taxa de mortalidade por doenças cardíacas, mas um homem fumante de 35 anos tem sete vezes mais chances de morrer de uma doença cardíaca do que um não-fumante da mesma idade. Os números começam a convergir a partir da sobrevivência de alguns fumantes às doenças mais comuns causadas pelo tabagismo, o que faz com que, aos 75 anos, sua taxa de mortalidade por doenças cardíacas seja quase a mesma que a dos não-fumantes.

A doutora Lisa M. Schwartz, co-autora do estudo e professora associada de medicina em Dartmouth, disse que geralmente as estatísticas são apresentadas com a intenção de assustar as pessoas em relação a uma doença específica. Mas uma doença pode ser um grande risco para alguns e não para outros. “Esses gráficos permitem que você obtenha taxas de risco de pessoas com um perfil mais próximo ao seu” disse.

Outra vantagem dos novos gráficos, diz Schwartz, é que eles se baseiam em um período de 10 anos. “Geralmente, os números são apresentados como estatísticas de uma vida inteira, o que faz com que o risco pareça alto demais, ou como estatísticas de um ano, o que faz com que o risco pareça muito pequeno. Os novos gráficos fornecem informações necessárias para que as pessoas entendam o risco e possam decidir se devem tomar uma atitude para reduzi-lo”.

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Buracos negros, eles existem no espaço e na internet

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O princípio que tudo o que sobe cai não se aplica no caso dos buracos negros. Tudo o que tragam entra em uma dimensão tempo-espaço desconhecida para nós.

Localizar buracos negros é tarefa complicada, já que suas fronteiras são invisíveis, por isso eles têm que ser identificados através de seus efeitos sobre a matéria que os rodeia. Sua existência e localização inquieta há séculos os cientistas.

BURACOS NEGROS E BURACOS BRANCOS
O físico inglês John Michelle esboçou em 1783 a idéia da existência de buracos negros. No começo do século XX, o genial cientista Albert Einstein desenvolveu a teoria da relatividade. Revolucionou com ela o estudo do cosmos e provou que era possível a existência no universo de grandes massas compactas e com uma velocidade de gravitação que nem sequer a energia da luz pode viajar rápido o suficiente para escapar dela.

O físico americano John Wheeler batizou em 1967 estas massas como buracos negros, e criou também o conceito de “wormhole” (buraco de verme), que teoricamente uniria os buracos negros e os buracos brancos.

Do mesmo modo que a matéria se opõe à antimatéria, os buracos negros teriam como contrapartida os buracos brancos, aqueles que expeliriam tudo o que se encontra nele.
Estes buracos estariam conectados, pelo menos em teoria, por passagens, chamadas “wormholes”.

Pesquisas posteriores levaram o cientista Stephen Hawking a retomar a teoria da relatividade de Einstein, junto ao físico Roger Penrose.
Os estudos destes dois britânicos sobre a teoria quântica e a teoria da relatividade geral permitiram estabelecer que os buracos negros emitem radiação.

A HISTÓRIA DO TEMPO
“Breve História do Tempo”, o livro publicado por Hawking em 1988, logo se transformou em um sucesso de vendas e levou muitas pessoas a se interessar pela origem do universo, um assunto reservado praticamente até então aos cientistas.

Segundo Hawking, “tanto o tempo quanto o espaço são finitos em extensão, mas não têm nenhum limite ou borda”. A teoria deste cientista diz que após o Big Bang - explosão que teria iniciado o universo -, foram criados pequenos buracos negros, com um grande poder de gravitação.

Depois, quando as estrelas diminuem de tamanho ao morrer, sua atração gravitacional aumenta e os cones luminosos de sua superfície se curvam para o centro. O crescente campo gravitacional da estrela os atrai cada vez mais, até que não podem escapar, e com isso se apagam e criam um buraco negro. Ou seja, a luz pode entrar, mas não pode sair.

Em 1994, o telescópio espacial Hubble, que circunda a Terra, proporcionou provas da existência de um buraco negro no centro da galáxia conhecida como M87.

Pelo menos outras três galáxias contam com grandes buracos negros, segundo os dados obtidos pelo Hubble.

A existência destes buracos traz uma infinidade de perguntas difíceis de responder. Entre elas a possibilidade, pelo menos teórica, que “traguem” objetos próximos, entre os quais poderia estar nosso sistema e, dentro deste, o planeta Terra.

UM HUBBLE NA INTERNET
Pesquisadores da Universidade de Washington criaram um sistema, batizado também como Hubble, mas cuja missão é detectar buracos negros na internet e informar de sua existência aos internautas.

Estes buracos negros funcionam mais ou menos como os do espaço: tragam informação de forma aleatória e sem explicação conhecida.

Os pesquisadores tentam investigar o que cria estes buracos, que impedem o acesso a certas páginas web ou fazem informações desaparecer.

Por enquanto, os pesquisadores do Hubble oferecem informação em sua página sobre os endereços com problemas, a porcentagem dos problemas solucionados e aqueles outros que não puderam ser resolvidos.

Existem outros buracos negros no mundo, 15 no total, que correspondem a outros tantos países onde a informação é cerceada, censurada ou suprimida. Países que não existem no mundo global, segundo a organização internacional Repórteres Sem Fronteiras.

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Mergulho no concreto

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Inglesa identifica câncer raro em foto de bebê

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A inglesa Madeleine Robb identificou um tumor maligno raro nos olhos da filha de uma amiga que mora no Estado americano da Flórida por meio de uma foto enviada por e-mail.

Robb, que mora na cidade de Stretford, no sudoeste da Inglaterra, conheceu a americana Megan Santos em um fórum na Internet porque suas filhas haviam nascido no mesmo dia.

As duas começaram a trocar e-mails com freqüência, mas nunca se conheceram pessoalmente.

Em uma das mensagens enviadas por Santos, ela adicionou fotos do aniversário de um ano de sua filha, Rowan. Ao ver as fotografias, Robb percebeu uma mancha branca nos olhos da menina e enviou um e-mail para a amiga aconselhando que procurasse ajuda médica.

Santos levou sua filha ao médico, que a diagnosticou com um tipo raro de câncer conhecido como retinoblastoma. O tumor atinge principalmente as crianças e pode ser fatal se não for tratado no estágio inicial.

Reflexo
Robb conta que assim que viu as fotografias sabia que algo estava errado, já que o reflexo branco nos olhos de Rowan aparecia em todas as imagens.

“Eu reconheci por causa de algo que li em um artigo no jornal”, disse.

“Enviei um e-mail para Megan dizendo que seria importante ela checar a mancha com um médico”, afirmou.

A mãe decidiu levar a criança ao médico no mesmo dia e disse que nunca poderá agradecer à amiga por correspondência o suficiente.

“Se Madeleine não tivesse percebido isso, talvez iríamos demorar para levar Rowan ao hospital”, disse.

A criança irá perder o olho esquerdo, mas os médicos afirmam que as chances de sobrevivência da menina são muito maiores porque a doença foi diagnosticada no estágio inicial.

“Eu gostaria de poder encontrar Madeleine pessoalmente e dar-lhe um abraço, já que ela é a razão pela qual vamos ter nosso bebê no seu segundo aniversário”, disse Santos.

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Large Hadron Collider - se não destruir o mundo, música ao menos faz

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O Large Hadron Collider é o maior instrumento científico da História, é um acelerador de partículas com 27Km de circunferência, na fronteira da França com a Suiça, onde em um tubo de vácuo feixes de prótons são acelerados a uma velocidade tão próxima da Luz (99.9997828% de c) que o próprio tubo é dimensionado para acompanhar o aumento de massa das partículas. Elas iniciam a corrida com uma energia de 720 GeV, e após acelerados pelos campos magnéticos, atingem uma energia de 7 TERA eV.

Nessa hora os cientistas fazem aquilo que o Dr Venkman sempre alertou que não deveria ser feito: Cruzam os feixes.

A colisão resultante gera sub-partículas de altíssima energia e distorções na própria estrutura do espaço-tempo, e mudará muito do que é conhecido sobre o funcionamento do Universo.

Curiosamente não há dinheiro americano no projeto. Nos últimos dez anos os EUA têm cancelado iniciativas semelhantes, preferido buscar respostas sobre a origem do Universo em livros de contos de fadas, ao invés da pesquisa básica, que ironicamente foi a base de sua supremacia nos últimos 70 anos.

Claro, há sempre os histéricos, quase todos deste lado do Atlântico, fazendo petições e alertando contra o “perigo” do LHC criar mini-buracos negros, strangelets e outras partículas exóticas, e destruir a Terra no processo. Lembra quando da passagem do Cometa Halley no começo do Século passado em várias cidades observatórios foram destruídos pois a população achava que os astrônomos eram responsáveis pela APARIÇÃO do cometa.

Felizmente essa minoria barulhenta não está sendo levada a sério, e o pessoal do LHC está fazendo uma boa divulgação do projeto. Inclusive com um sensacional vídeo de RAP onde apresentam as instalações.

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Celular na gestação pode afetar comportamento do bebê

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Crianças cujas mães usaram celulares freqüentemente durante a gestação e as que usam regularmente telefones móveis podem ser mais propensas a problemas de comportamento, afirma uma nova pesquisa.

A constatação “certamente não deveria ser interpretada de maneira exagerada, mas de qualquer forma aponta em uma direção na qual novas pesquisas são necessárias”, disse a doutora Leeka Kheifets, da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia (UCLA), que ajudou a conduzir o estudo, à Reuters Health.

“Trata-se de uma tecnologia maravilhosa, e as pessoas certamente vão usá-la mais e mais”, acrescentou. “Mas precisamos considerar os potenciais efeitos sobre a saúde e as maneiras de reduzir os riscos, caso existam.”

Kheifets e sua equipe estudaram um grupo de 13.159 crianças cujas mães foram convidadas a participar de uma pesquisa de saúde dinamarquesa no começo de suas gestações. Quando os filhos atingiam os sete anos de idade, as mães eram convidadas a responder um questionário sobre a saúde e o comportamento da criança, bem como sobre o uso de celulares pela mãe durante a gravidez e o uso de celulares pela criança.

Depois que os pesquisadores ajustaram os resultados para considerar fatores que poderiam influenciar os dados, tais como problemas psiquiátricos maternos e questões socioeconômicas, crianças com exposição pré-natal e pós-natal a celulares demonstraram probabilidade 80% maior de resultados anormais ou limítrofes em testes de avaliação de problemas emocionais e de conduta, hiperatividade ou dificuldade no convívio com outras crianças.

Os riscos foram maiores para as crianças expostas apenas no período pré-natal, ante as expostas apenas no período pós-natal, e foram menores do que os sofridos pelas crianças expostas nos dois períodos.

Kheifets aponta que a exposição de um feto aos campos de radiofreqüência que o celular materno gera é provavelmente muito pequena. Mas, acrescenta, pesquisas demonstram que crianças que usam celulares ficam mais expostas a radiofreqüências do que os adultos, porque seus ouvidos e cérebros são menores.

“Outra possível explicação para os dados pode estar em uma falta de atenção dada à criança pela mãe que é usuária frequente de celular”, sugeriram os pesquisadores. Eles citaram que as mães que usaram celular com regularidade pertenciam a grupos sócio-ocupacionais mais baixos, mais propensas a distúrbios mentais e psiquiátricos e com mais probabilidade de terem fumado enquanto estavam grávidas.

Editorialistas que publicaram a pesquisa ponderaram se a divulgação das descobertas poderia assustar as pessoas sem uma razão concreta. Mas Kheifets e sua equipe acreditam que apesar dos resultados serem preliminares, eles deveriam ser divulgados. “Sentimos que o público é capaz de lidar com a informação”, disse a pesquisadora.

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Dragão marinho

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ReWalk: uma nova esperança!

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A empresa Israelita Argo Medical Technologies,especialista em tecnologia aplicada à medicina, desenvolveu um exoesqueleto que ajudará pessoas paraplégicas a movimentarem-se. Tarefas do quotidiano como caminhar, subir escadas, sentar e até mesmo conduzir poderá ser possível com este novo aparelho!

O exoesqueleto, denominado por ReWalk,foi desenvolvido por Amit Goffer, director da Argo Medical e inventor da ideia. Após o seu trágico acidente em que ficou tetraplégico, Amit dedicou-se a esta causa originando um projecto avaliado em 30 milhões de dólares. O ReWalk é constituído por motores de corrente contínua, baterias recarregáveis, suporte para os membros superiores, um conjunto de sensores que interagem com o utilizador e um sistema de controlo.

Ao ser ativado, o ReWalk detecta os movimentos da parte superior do corpo iniciando-se então a caminhada. De forma a manter a estabilidade e segurança do procedimento, são utilizadas muletas de forma a auxiliar o utilizador.

No vídeo abaixo, você pode ver um utilizador do ReWalk, paraplégico há 20 anos. Impressionante o fato de conseguir realizar tarefas básicas autonomamente:

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Pense bem antes de fazer alguma coisa digna de um tabefe

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Saiba o que são os radicais livres e como eliminá-los

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Freqüentemente associados ao envelhecimento precoce, os radicais livres são moléculas do organismo que apresentam um elétron instável em sua última camada. Quando um desses elétrons rouba outro elétron de uma molécula próxima, ocorre uma ação oxidativa, o que pode acelerar o envelhecimento ou ainda desencadear doenças.

Explicações científicas à parte, o que acontece é o seguinte: toda vez que há uma reação química oxidativa em nosso organismo, como o simples fato de respirarmos, uma quantia de energia sobra. Essa energia restante pode vir a formar os radicais livres, que causam agressões físicas diversas às células do corpo.

“Os radicais livres fazem parte de reações normais do organismo. Quando você corta uma maçã e a deixa fora da geladeira, ela escurece. O que a deixa escura são os radicais livres”, detalha a dermatologista Denise Steiner.

Segundo a médica, o processo de envelhecimento está também ligado à produção dessas moléculas. “Existem várias implicações no envelhecimento, mas uma que se sabe mais detalhadamente é o processo oxidativo, via radicais livres”, comenta Denise. Quanto mais exposto a fatores que aumentam a produção dos radicais, mais o organismo é atacado por essas moléculas.

“Um exemplo claro são os fumantes. A grande maioria tem umas ruginhas na região dos olhos devido ao processo dos radicais livres”, explica o endocrinologista Cyro Masci. Mas além das implicações físicas que podem ser vistas a olho nu, como o envelhecimento precoce, a presença em excesso de radicais podem ainda criar um ambiente propício para o aparecimento de algumas doenças.

“O câncer de pele é uma doença que pode surgir com o excesso de radicais livres”, conta Masci. O sol, assim como o fumo e os poluentes químicos, pode funcionar como um catalisador na produção dos radicais, desequilibrando a quantia natural do organismo. Em excesso, eles estimulam o aparecimento da doença, daí a importância do uso de protetores solares (que funcionam como antioxidantes) e de se evitar uma exposição excessiva ao sol.

Aumentam a produção de radicais livres:
- Água contaminada por metais pesados (principalmente mercúrio);
- Alimentos com agrotóxicos;
- Bolos e pães industrializados;
- Carne vermelha e de porco;
- Chocolate;
- Cigarro (de tabaco);
- Doenças;
- Exercícios em excesso;
- Exposição excessiva ao sol;
- Gordura trans e vegetal hidrogenada;
- Poluição;
- Produtos de limpeza que contenham formol de aldeído.

Fontes de antioxidantes:
Alguns alimentos têm a capacidade de neutralizar a formação de radicais livres pelo organismo. No entanto, a dermatologista Denise Steiner afirma que o melhor tratamento é a prevenção. “Deve-se evitar os fatores que estimulam a produção de radicais livres”, salienta.

No entanto, vale ter à mão uma relação de alimentos que podem lhe auxiliar a evitar essas temidas moléculas. Mesmo porque, as frutas e os vegetais são ótimas fontes de antioxidantes. “Deve-se fazer uma suplementação desses nutrientes diária, com cinco ou seis porções. Pessoas que vivem em cidades grandes e com uma rotina estressante precisam repor nutrientes, mesmo que mantenham uma alimentação balanceada”, alerta Masci.

Portanto, elencamos a seguir algumas fontes naturais de antioxidantes. Confira:

- Castanha do Pará (fonte de vitamina E);
- Chá verde;
- Frutas descascadas;
- Legumes crus;
- Polifenóis presentes no vinho e na uva;
- Salmão;
- Vitamina C (frutas cítricas e vegetais verde-escuros);
- Vitamina A (cenoura, abóbora e mamão);
- Zinco (peixes, aves e leite).

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