Sessão nostalgia: Vila Sésamo

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Todo dia é dia , Toda hora é hora.
De saber que este mundo é seu…
Se você for amigo e companheiro,
Com alegria e imaginação !

Vivendo e sorrindo,
Criando e rindo,
Será muito feliz e Todos…
Serão também !

Se você tem mais de 40 anos, com certeza, este programa infantil da época lhe tráz muitas lembranças. Programa exibido pela Rede Globo de Televisão nos anos 70, ficou marcado por esta música gravado pelo maravilhoso coral Som Livre,
exclusivo desta emissora.
Vila Sésamo foi criado nos EUA e sua versão foi adaptada para o Brasil. As famílias ficavam vidrados na telinha para ver seus amigos Ênio, Beto, Garibaldo e até o chato do Gugu dentro de seu barril ! Isto, entre 1972 e 1976.
Para os mais jovens que não tem idéia de como tinha qualidade, Vila Sésamo contava com uma incrível família de bons atores, entre eles: Aracy Balabanian; Sonia Braga; Flávio Galvão.
Nada de XUXA. Vale a pena recordar esta abertura!

Comentários sobre o Chrome

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Como eu disse anteriormente, o Chrome não me interessa. Não pretendo usá-lo. Posso até mudar de idéia no futuro (não sou fechado nem xiita a tal ponto), mas, por ora, o bicho não me atrai, como nada do Google. Para que você tire suas próprias conclusões, coloco abaixo alguns artigos com enfoques diferentes sobre o navegador do Pink e do Cérebro. Você decide (com o perdão da citação…)!

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Chrome é um browser desenhado para o futuro

Será que o mundo realmente precisa de mais um navegador para a Internet?

» Confira telas do Chrome

O Google acredita que sim. Seu novo navegador, o Chrome, foi desenvolvido em segredo e lançado na terça-feira. A versão para Windows está disponível para download imediato em google.com/chrome; versões para Macintosh e Linux estão sendo preparadas e devem demorar um pouco mais.

O Google argumenta que os atuais navegadores de Internet foram concebidos eras geológicas atrás, antes de muitos dos desenvolvimentos que vieram a caracterizar a web atual - a presença de vídeo em toda parte, trapaças virtuais e spyware, vírus que ficam à espreita até mesmo em sites legítimos, jogos que usam a web como veículo, e ambiciosos programas hospedados na web, como o processador de texto Docs, do próprio Google.

Nas palavras do blog do Google, “compreendemos que a web evoluiu de muitas páginas em formato simples de texto para aplicativos ricos e interativos, e que é preciso repensar o navegador inteiramente”.

O que essa versão inicial do Chrome realiza não é exatamente esse objetivo grandioso, mas não se pode negar que ela representa um começo de primeira linha.

Desprovido de barra de status, de barra de cardápio e dotado de apenas uma barra de rolagem (para os favoritos), o Chrome é extremamente minimalista.

Há quem possa defini-lo até mesmo como “enxuto até o osso”. A versão inicial foi definida como beta, o que significa que o navegador ainda está em estágio de teste. Por outro lado, o Google costuma classificar quase tudo como beta - mesmo o Gmail, lançado quase quatro anos atrás, ainda tem a classificação beta.

Mas dessa vez ao que parece a classificação tem significado sério. No momento, por exemplo, não existe como enviar por e-mail uma página de web, não existe recurso de tela cheia e nenhuma forma de magnificar a página (em oposição a apenas o texto). Tampouco existe uma página que permita organizar as listas de favoritos. O Google afirma que todos esses recursos estão no topo de sua lista de tarefas pendentes.

Mesmo assim, o Chrome está repleto de idéias realmente inteligentes, que parecem ter sido inspiradas por outros navegadores - ou roubadas deles, a depender do nível de cinismo que você prefira empregar.

Um exemplo rápido pode ser encontrado na barra de endereços. Quando o usuário começa a digitar alguma coisa, uma lista de sugestões aparece imediatamente abaixo - e essa lista não é extraída só do histórico de páginas que você tenha visitado, mas também de suas listas de favoritos, de sugestões de busca e de páginas populares da web que você ainda não tenha visitado. Esse recurso já está disponível mesmo em seu primeiro uso do novo programa, porque o Chrome importa automaticamente sua lista de favoritos, seu histórico de sites visitados e até mesmo as senhas armazenadas de seu velho navegador. (Veja também: as barras de endereço semelhantes já em uso no Firefox e em fase de teste beta no Microsoft Internet Explorer 8.)

Se você já realizou buscas em sites como o da Amazon.com, eBay, New York Times e outros destinos muito procurados, existe um outro atalho interessante à sua espera. Basta digitar a primeira letra do nome do site e apertar a tecla Tab. Se você fizer isso com a letra A, por exemplo, a barra de endereços muda para “buscar na Amazon.com”, o que permite que você realize buscas naquele site sem que nem mesmo precise visitá-lo inicialmente. Isso economiza uma certa dose de trabalho.

Como sua página inicial, o Chrome exibe imagens miniaturizadas de nove páginas da web, que representam os nove sites que você costuma visitar com mais freqüência (veja também o recurso Speed Dial no navegar Opera).

Essa página inicial também oferece uma lista de diversos dos sites que você visitou e das buscas que realizou recentemente, o que faz dela um ponto de partida natural e uma nova maneira de economizar tempo. (Também é possível adotar uma página inicial mais convencional, se você preferir, clicando no comando Opções que se esconde por trás de um dos dois ícones presentes no menu.) O comando “crie atalhos para aplicativos” (igualmente escondido no menu) gera um ícone em sua tela principal de computador. Ao clicar nele, o site correspondente se abre sem que você precise recorrer a botões ou barra de endereço - em outras palavras, como se fosse um programa comum em seu computador. Para serviços como o Gmail ou software usado na criação de blogs, esse recurso reduz ainda mais distinção entre software instalado em máquina e software acessível via Internet.

Baixar arquivos é realmente simples. Um botão de status aparece na parte inferior da janela de seu navegador - não existe uma janela de download para atrapalhar. Basta clicar no botão e você abre um arquivo que tenha baixado, sem ter de se preocupar em descobrir a que pasta ele foi encaminhado.

No entanto, se você acredita no Google, o melhor que o novo navegador tem a oferecer não é aquilo que está visível. Por exemplo, o Google escolheu como software básico, subjacente, de processamento de páginas da mesma web o mesmo programa que faz esse trabalho no navegador Safari, da Apple.

Como resultado, o Chrome é rápido - mais rápido que o Internet Explorer, ainda que não tão rápido quanto o Firefox ou o Safari. Porque o Chrome foi lançado apenas na terça-feira, eu ainda não tive tempo de testá-lo nos 40 bilhões de páginas que existem hoje na Internet (desisti mais ou menos na hora de jantar). Poucos dos sites que visitei causaram problemas ao Chrome, no entanto. O NBCOlympics.com, por exemplo, não conseguiu reconhecer o Chrome e por isso se recusou a carregar vídeos em suas páginas, mas isso certamente não demorará a mudar. Ninguém ignora o Google, hoje em dia.

Também escondidos estão alguns dos recursos que o Google considera estejam entre os mais importantes do Chrome - os aperfeiçoamentos de segurança. O Google diz que cada tab do programa opera em uma “caixa de areia” própria, de modo que se existir algum spyware malévolo em operação em determinado site, ele não terá acesso ao restante de seu computador, e nem mesmo às demais tabs do navegador. O Google garante que isso representa proteção muito mais poderosa do que a oferecida pelo Internet Explorer 8, especialmente se o sistema operacional de sua máquina for o Windows XP. (O Internet Explorer 8 só oferece sua melhor proteção quando combinado ao Windows Vista.)

Também na categoria de segurança, existe um modo de operação conhecido como “incógnito”, no qual nenhum cookie, senha ou arquivo em cache é salvo, e o histórico de atividades não registra quaisquer sites visitados. (Veja também: Safari, Internet Explorer 8.) O Google sugere alegremente que você pode usar o modo incógnito para “planejar surpresas como presentes ou festas de aniversário”, mas eles não estão enganando ninguém com essa definição - o apelido do recurso entre os adeptos dos blogs já se tornou “modo pornografia”.

Para mais um dos detalhes tecnológicos de segurança que o Chrome oferece, o Google criou o que pode ser um dos mais inovadores dos recursos que o novo navegador oferece: uma encantadora revista em quadrinhos - sim, quadrinhos - que explica o programa e seus recursos.

As especulações já são intensas na Internet - o Chrome vai pegar? E quanto ao relacionamento de negócios entre o Google e seus concorrentes? E, acima de tudo, o que exatamente o Google está pretendendo com tudo isso?

Será que seu objetivo é construir uma plataforma que permita a operação do software do futuro, reduzindo dessa maneira a importância do Windows e de outros sistemas operacionais?

A resposta é sim. O Google chegou até a se encarregar de reescrever a linguagem de programação Javascript, que serve de base a muitos dos programas usados na Internet. De acordo com testes de velocidade da linguagem Javascript realizados online, a versão do Google é duas vezes mais rápida que a utilizada no Internet Explorer 7.

Será que o Google procurará fazer com que seus serviços funcionem melhor no Chrome do que nos demais navegadores? E isso tudo não será parte de uma conspiração mais ampla de parte do Google?

Nos dois casos, a resposta é um não. O Chrome é um programa de fonte aberta, o que significa que seu código está disponível para que todos os interessados inspecionem ou melhores - o que inclui os rivais da empresa. Trata-se de uma imensa e muito promissora reviravolta, que deveria servir para calar os proponentes de teorias conspiratórias.

Por enquanto, o melhor é considerar o Chrome exatamente como aquilo que ele é: uma alternativa promissora, moderna, enxuta, sem inchaços e muito segura aos navegadores disponíveis. Você deveria fazer exatamente o que a Microsoft, Apple e o pessoal do Firefox está fazendo: experimentar o programa e ficar atento ao seu desenvolvimento.

Porque, de vez em quando, a abordagem inovadora do Google termina por dominar concorrentes que um dia tiveram porte muito maior. (Veja o exemplo de AltaVista, Lycos, Ask…)

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Arrancada do Chrome é histórica

Já vi milhares de programas subirem e caírem ao longo dos 11 anos que trabalho no grupo INFO. Nunca nada chegou perto da expansão velocíssima do Chrome.

Tudo bem, nunca houve uma empresa com um poder tão grande quanto o do Google na internet. Ainda assim, a rapidez com que seu browser se impôs, ainda em estágio beta, e com recursos mínimos, impressiona. A velocidade espetacular do Chrome, per si, não explica tamanho impacto.

Vejam pelo quadro aí de cima como o Chrome já arrebatou quase 6% dos freqüentadores do site da INFO em apenas dois dias e meio de vida. Os dados, do Google Analytics, são de ontem, 24 horas corridas. Nas áreas de notícias, a participação do Chrome passou de 10%. Em blogs, de 12%. Será que estamos inapelavelmente googlados até o fundo da alma?

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Chrome perderá fôlego, prevê análise

Estudo da Lehman Brothers feito com especialistas em web prevê que crescimento do Chrome não se manterá acelerado.

Mal estreou, o navegador do Google bombou nos downloads e atingiu, em dias dias, quase 3% de market share entre os navegadores. Para a Lehman Brothers, o boom de downloads deve-se, entre outras coisas, à curiosidade dos usuários.

Após essa febre, crêem os analistas, o Chrome deve perder fôlego em crescimento. A Lehman prevê que em dois anos o browser torne-se navegador padrão de 20% dos usuários. Atualmente, 20% é o percentual de mercado do Firefox.

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Sessão nostalgia: Thunderbirds

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Minha série preferida!

O making of.

Sessão nostalgia: Nacional Kid

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Cientistas criam novos gráficos sobre risco de morte

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Os novos gráficos sobre riscos de morte publicados no periódico The Journal of the National Cancer Institute fornecem uma perspectiva mais ampla que outros cálculos semelhantes na internet, pois cobrem os riscos para 10 tipos de causas de morte, e para todas as causas combinadas, fazendo também diferenciações por idade, e entre fumantes, não fumantes e ex-fumantes.

A probabilidade de um homem fumante de 55 anos morrer nos próximos 10 anos é igual a de um homem de 65 anos que nunca fumou. Menos de uma mulher em mil abaixo dos 50 anos morrerá na próxima década de câncer cervical. Um homem não-fumante de 35 anos tem cinco vezes mais chances de morrer em um acidente antes dos 45 do que de uma doença cardíaca, e uma mulher de 35 anos tem duas vezes mais chances de morrer acidentalmente até os 45 do que de câncer de mama.

À primeira vista, pode parecer que fumantes e não-fumantes tenham a mesma taxa de mortalidade por doenças cardíacas, mas um homem fumante de 35 anos tem sete vezes mais chances de morrer de uma doença cardíaca do que um não-fumante da mesma idade. Os números começam a convergir a partir da sobrevivência de alguns fumantes às doenças mais comuns causadas pelo tabagismo, o que faz com que, aos 75 anos, sua taxa de mortalidade por doenças cardíacas seja quase a mesma que a dos não-fumantes.

A doutora Lisa M. Schwartz, co-autora do estudo e professora associada de medicina em Dartmouth, disse que geralmente as estatísticas são apresentadas com a intenção de assustar as pessoas em relação a uma doença específica. Mas uma doença pode ser um grande risco para alguns e não para outros. “Esses gráficos permitem que você obtenha taxas de risco de pessoas com um perfil mais próximo ao seu” disse.

Outra vantagem dos novos gráficos, diz Schwartz, é que eles se baseiam em um período de 10 anos. “Geralmente, os números são apresentados como estatísticas de uma vida inteira, o que faz com que o risco pareça alto demais, ou como estatísticas de um ano, o que faz com que o risco pareça muito pequeno. Os novos gráficos fornecem informações necessárias para que as pessoas entendam o risco e possam decidir se devem tomar uma atitude para reduzi-lo”.

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Aqui no escritório, sexta, 18h

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Employees Having Fun at Office - video powered by Metacafe

50 e um sites para encontrar livros online gratuitos

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O site “Education Portal” separou uma lista com 50 sites para baixar livros em formato digital.

A lista inclui obras de ficção, não-ficção, acadêmicos e os chamados audiolivros (nem precisa ler, olha que belezinha!).

Como havia comentado na semana que aconteceu a Bienal do Livro aqui em São Paulo,o Brasil ainda engatinha quando o assunto é o oferecimento de livros em formato digital

Por isso, a maioria das obras que se pode encontrar na Internet é em inglês.

Para quem se interessa nesse tipo de formato de leitura e quer dicas de algo em português, sugiro o eBook Cult. (se conhecerem outro site com obras que não sejam piratas e em português, comentem!)

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Browser do Google já está disponível para download

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O Google Chrome, navegador gratuito desenvolvido pelo Google, já tem sua versão beta disponível para  download gratuito na Internet.

» Veja telas do Chrome

O browser pode ser baixado pelo blog do Google (http://googleblog.blogspot.com/), e ainda não se sabe se estará disponível em versão brasileira.

O Google Chrome é um programa de código aberto e quer enfrentar o Internet Explorer, navegador da Microsoft, que detém mais de 70% do mercado.

Por enquanto, o navegador só está disponível para o sistema operacional Windows, mas a empresa garante que lançará versões para Mac e Linux.

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Quer saber minha opinião? Não tenho interesse nenhum nesse navegador. Até demorei pra decidir se colocava a notícia aqui ou não. Eu procuro me manter  o mais longe possível do Google, não uso seu mecanismo de busca nem seus serviços. Escolha pessoal. Preferência minha. Não gosto dele, e pronto. Por que, em lugar de investir em um navegador próprio, não apoiar o Firefox, por exemplo, que se mostrou o único navegador decente a competir com o naufragador do tio Bill? Será que os meninos do Google estão levando a sério demais sua síndrome de Pink e Cérebro?

Jovens estão sonhando pequeno; ouça Contardo Calligaris

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O ideal de “jovem rebelde” que existia no passado deu lugar àquele que procura, em primeiro lugar, a realização profissional e estabilidade. A mudança de comportamento do adolescente foi levantada recentemente por uma pesquisa realizada pelo Datafolha, que entrevistou 1.541 jovens em 168 cidades do país.

As informações são de Contardo Calligaris, psicanalista, doutor em psicologia clínica (Université de Provence) e colunista da Folha. Ouça outros podcasts da série “Livros”.

O levantamento indica que um terço dos jovens tem a realização profissional como o maior sonho da vida deles. Hoje, o Brasil tem 35 milhões de pessoas entre 16 e 25 anos, o que representa 19% da população.

“De alguma forma, os jovens estão sonhando cada vez menos, sonhando pequeno. Eles têm sonhos cada vez mais parecidos com a trivialidade da vida dos adultos”, afirma Calligaris.

Para o psicanalista, as pessoas estão mais realistas e menos idealistas. A surpresa do adulto com essa mudança de comportamento, segundo Contardo, é que suas expectativas em relação aos mais novos era de que eles teriam que realizar aquilo que os mais velhos não puderam ou foram privados por alguma razão.

“Os adultos imaginariam facilmente que os adolescentes pudessem sonhar com aquelas coisas que estão além do que a gente sonha habitualmente. Sonhassem com aventuras, experiências extraordinárias e possibilidades de vida diferentes do que parece oferecer o mercado de trabalho. É como se, cada vez menos, os jovens fossem encarregados de encenar os sonhos frustrados dos adultos”, explica Calligaris.

Contardo Calligaris é autor de Folha Explica-Adolescência, “Crônicas do Individualismo Cotidiano” (Ática, 1996), “Hello Brasil!” (Escuta, 2000 [6a ed.]). Tem também vários textos publicados em revistas e antologias, entre elas “Ilha Deserta - Livros” (Publifolha, 2003).

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Blog de tecnologia Gizmodo estréia no Brasil

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ntrou no ar às 8h desta segunda-feira a versão em português do Gizmodo, blog de tecnologia norte-americano que é o terceiro mais visitado no mundo segundo o Technorati e recebe, a cada mês, em torno de 8 milhões de visitantes. O blog, mais que popular entre os fãs de tecnologia, trata assim de ficar mais perto dos brasileiros, responsáveis por 70 mil acessos a cada mês.

A página local está a cargo da Spicy Media e é a oitava versão do blog, juntando-se às páginas na Inglaterra, Austrália, Japão, Espanha, Itália, Holanda e França. Sempre mantendo o estilo bem-humorado e informal que caracteriza os posts, o Gizmodo trata do mundo da tecnologia de áudio a vídeo, passando por gadgets, hardware, software, Internet, periféricos, da blogosfera e muito mais.

O Gizmodo Brasil pode ser acessado no endereço www.gizmodo.com.br

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